Mudar o nome de um time para incluir a marca de uma bebida estimulante não recomendada para menores e que pode afetar o sistema nervoso e o coração: pode.
Batizar o estádio com o nome de uma gigante da indústria farmacêutica: pode.
Ser patrocinado por uma financeira acusada de agiotagem “legalizada”: pode.
Associar um clube a um site de acompanhantes: absurdo!
A hipocrisia do brasileiro precisa ser estudada.