A culpa da eliminação tem nome:
Carlo Ancelotti Cavaliere e toda a diretoria que o escolheu.
Brasil não jogou com o DNA de Brasil. O Brasil se acovardou, olhou a Noruega jogar e, o pior, não fez nenhuma questão de estar com a bola, de jogar como Brasil, de representar a essência do futebol brasileiro. A Seleção jogou como uma seleção comum.
Não houve intensidade, personalidade ou criatividade. Faltou coragem para assumir o jogo, pressionar o adversário e impor o próprio ritmo. Parecia que o Brasil estava satisfeito em reagir, quando a nossa história sempre foi construída atacando e encantando.
Perder faz parte do futebol. O que não faz parte é abrir mão da identidade. O torcedor brasileiro aceita uma derrota quando vê entrega, raça e um time tentando vencer até o último minuto. O que vimos foi um Brasil sem alma, sem confiança e sem a coragem que sempre marcou a camisa mais pesada do futebol mundial.
O problema não foi apenas a eliminação. Foi a forma como ela aconteceu.
O Brasil deixou de ser Brasil por 90 minutos, e isso dói muito mais do que qualquer placar.
O sonho do Hexa foi adiado, voltaremos em 2030, e o mais importante, que o Ancelotti entenda a essência do Brasil.
Só uma seleção tem 5 estrelas.
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