O amor não sobrevive distante da concretude do gesto.
Chega o momento em que ele se cansa das abstrações, e o que ele pede é o aconchego do encontro, o olhar que alinhava os sentidos, o enlaço que permite o coração bater ao lado de um outro.
Desistir, abrir mão, escolher outro caminho, são direitos irrenunciáveis. Não é justo, em nome de pressuposta coragem, levar adiante um projeto que não nos realiza. A vida é curta demais para ser gasta com expectativas alheias.