Lilia Schwarcz, membro da ABL, profe da USP e fundadora da Companhia das Letras, publicou um vídeo mentindo sobre o candidato Flávio Bolsonaro, dizendo que ele queria ou poderia acabar o pix. A questão é: quais os limites dos intelectuais em um posicionamento político? Mentir faz parte?
Há um movimento fundamentalista que busca falsificar a história, insinuando que quem esteve na oposição ao PT nos últimos anos colaborou para a ascensão de Bolsonaro. Tal grupo sugere que o radicalismo no Brasil nasceu com a ascensão da nova direita.
Nada poderia ser mais falso.
O PT é o pai de Bolsonaro.
Na última década, o radicalismo e a polarização no Brasil foram sistematicamente alimentados por uma máquina de ódio pensada, desenhada e estruturada para criar um clima de instabilidade e selvageria política.
Não haveria Jair sem Luiz Inácio.
Quem fala na isenção de IR até 5000 reais esquece que em breve, se seguirmos com essa gestão econômica CATASTRÓFICA (foda-se o IBGE, vá ao mercado) em pouco tempo 5000 já não serão suficientes nem pra passar uma semana
O PT é um partido à beira da extinção. Todas as suas lideranças estão em idade avançada. E bota avançada nisso! Lula, tem 80 anos. Jacques Wagner, 75. Zé Dirceu, 80. Suplicy, 85, Erundina... 91!
Os nomes influentes mais "jovens" do partido, como Gleisi Hoffmann e Haddad, passaram dos 60. Tem também o Lindbergh, símbolo da outrora juventude da provecta agremiação, que fará tenros 57 aninhos em dezembro.
O partido não se renovou. Lula não criou nem permitiu sucessores. Saindo de cena agora ou, vá lá, em 2030, o partido acabou. Terá destino semelhante ao do PSDB, de triste lembrança.
Aí, aos 44 minutos do segundo tempo, das urnas de Minas Gerais saiu uma jovem petista de 21 anos. As múmias petrificadas conseguiram arquear as sobrancelhas de tanta empolgação.
"Finalmente! Encontramos alguém para rivalizar com Nikolas Ferreira e Lucas Pavanatto. O partido está salvo! Habemus juvenes!".
Todos correram para a moça. Ela traria o viço e o frescor perdido à trupe. Lideraria a comunicação nas redes sociais, renovaria a ideologia, as ideias, conquistando corações e mentes e teletransportando o partido do século XIX para o XXI.
Não vai dar. Quando se investigou a brevíssima atuação da jovem deputada nas discussões políticas em redes sociais, a realidade desabou sobre os petistas.
O que foi encontrado? Preconceito, perseguição a religiosos, radicalismo, intolerância, extremismo. A jovem é tão velha quanto a velha cúpula do partido. Nem ao século XIX ela chegou. É uma jacobina radical de fins do XVIII. O ânimo esfriou. Já estão até querendo esconder a moça.
Parece que o PT, enfim se olhou no espelho. E seus membros não gostaram daquilo que viram refletido.
(Edson Paiva)
E se o problema do PT não estiver na forma de se comunicar, mas na própria mensagem?
No Central Meio de hoje, Alexandre Borges analisa o que chama de “petismo de largada”: a dificuldade de parte da esquerda em aceitar que eleitores podem simplesmente ter outras visões de mundo e não se identificar com o partido.
Assista à análise completa no YouTube do Meio.
#Meio #CentralMeio #PT #Eleições2026
As a Muslim Arab, I am disgusted and heartbroken by what I saw across Western cities on October 7, 2026: people celebrating the October 7, 2023 massacre. Glorifying the murder, rape, and kidnapping of civilians is morally bankrupt, inhumane, and a disgrace to humanity. This wasn’t an ISIS or Al-Qaeda camp. This was in Western cities: people openly celebrating a massacre carried out by the filthy Muslim Brotherhood terrorists of Hamas against Jewish children, women, and civilians from all around the world in Israel. Utterly shameful.
How did we reach a point where this needs to be explained? An eight-month-old baby was kidnapped. Women were raped. Children were murdered. Families were slaughtered. Human beings were dragged from their homes.
No cause justifies this.
No country justifies this.
No grievance justifies this.
Nothing justifies raping a woman. Nothing justifies kidnapping a baby. Nothing justifies murdering innocent people.
And to see people in Western cities celebrating, glorifying, excusing, romanticising, or sanitising this horror in the name of “democracy” and “freedom of speech” is beyond disgusting.
It is morally bankrupt. Shameful. Depraved. Inhumane. Heartless. Indefensible.
What breaks my heart most is that we are even having this conversation.
When did rape require a political explanation?
When did kidnapping babies become something to celebrate?
When did massacring Jews become something people could cheer for in the streets and still pretend they were standing for humanity?
There is nothing progressive about celebrating barbarity. There is nothing courageous about glorifying terrorism. There is nothing democratic about cheering a massacre.
This is not humanity. This is a moral disgrace.
And the fact that anyone can celebrate such suffering should make every decent human being, Muslim, Christian, Jewish, or otherwise, feel both heartbroken and furious.
Sabe o que é mais triste dessa história? São os mesmos nomes de sempre
Jaques Wagner, Marco Aurelio Santana(Marcola), João Vaccari Neto, Paulo Okamoto, Instituto Lula
Tudo se repete novamente pela terceira vez
O país atrasou uns 30 anos por isso
E os caras ainda tem fã clube
Malu Gaspar faz a pergunta óbvia: por que Andrei Rodrigues deu entrevista, durante a eleição de domingo, dizendo que estava investigando uma suposta interferência americana nas eleições, se ele já sabia que aquela investigação seria arquivada na segunda feira, como de fato foi? A motivação foi claramente política. Só não vê quem não quer…
Exatamente. Criaram o conceito de inexistência de racismo reverso, mas ele só existiria se não houvesse racismo recreativo por parte de quem se diz vítima. Assim, existe racismo reverso e este se tornou escudo para os racistas.
O nome disso é racismo.
“Ah, mas não existe racismo reverso...”
Não existe mesmo: racismo é racismo, independentemente de quem o pratique ou de quem seja alvo.
Preconceituou alguém por sua origem ou etnia? É racismo.
QUE VERGONHA, DURIGAN!
Imagina o constrangimento: o ministro da Fazenda sobe ao palco diante de uma plateia de construtoras para avisar que a vitória do adversário seria um desastre para o setor, dias depois dessas mesmas empresas verem suas ações saltarem dois dígitos no melhor pregão em anos.
Eles tinham a tela na frente; ele, aparentemente, não. O que caiu mais forte naquela segunda nem foi dólar nem bolsa, foram os juros longos, que é exatamente o preço do risco fiscal saindo da curva.
Ninguém compra apartamento à vista, todo financiamento se apoia nessa taxa, então a construção comemorou por motivo bem concreto.
Confiança não se decreta por discurso, se conquista com quase quatro anos de regra respeitada, coisa que esse governo tratou como detalhe dispensável.