Nesta quinta-feira (13), a jornalista Adriana Araújo fez um forte comentário sobre o avanço do projeto que equipara aborto após a 22ª semana ao crime de homicídio, inclusive em casos de estupros. "Os deputados fazem conchavos e aprovam a urgência de um projeto que nem deveria existir. Tratar mulheres estupradas como se fosse assassinas é cruel, é covarde, é tripudiar sobre a dor de meninas porque 60% das vítimas de estupro no nosso país são menores de 14 anos. Sabe quem deve rir com essa ideia e aplaudir os senhores deputados? Os estupradores", começou a âncora. Na proposta, a pena para a mulher que realizar o procedimento fica maior do que a prevista para o homem que a estuprou, podendo chegar a 20 anos de reclusão para a vítima e 12 anos para o abusador.
Adriana ainda analisou a aplicação de pena de homicídio simples nos casos de aborto em fetos com mais de 22 semanas nas situações em que a gestante provoque o aborto em si mesma ou consente que outra pessoa lhe provoque. "Se coloque no lugar de uma mulher que, depois das 22 semanas de gestação, descobre que corre risco de vida. Como está no projeto, se essa mulher abortar, ela vai presa, se não abortar, pode morrer. Grávidas, em um momento de imensa angústia, vão ter que escolher a morte ou a cadeia? E os deputados têm a sordidez de dizer que estão defendendo da vida. Tenham vergonha!", completou.
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(📹: @bandjornalismo; @adrianaaraujo_)
Em visita ao Papa Francisco, no Vaticano.
Uma inclinação afetuosa do espírito para a vida é o caminho para uma sociedade mais justa, fraterna e solidária.
Uma economia global de laços que combatam a miséria e a pobreza.
📷 Servizio Fotografico/Vatican Media
Visita de solidariedade e carinho a minha amiga e deputada federal @luizaerundina. O retorno do respeito à democracia e de um ambiente civilizado na política é fundamental para combatermos juntos o discurso e práticas de ódio de poucos.
📸 @ricardostuckert