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Para os cristãos, os pobres não são uma categoria sociológica, mas a própria carne de Cristo: o Cristo pobre e crucificado deixa-se encontrar e amar nos homens e nas mulheres que nos chamam a sair de nós mesmos e a ousar a caridade. #ViagemApostólica#França https://t.co/6Han2rR8Np
🇺🇳🪑 Rússia defende reforma no Conselho de Segurança da ONU, com assento permanente para o Brasil
🌐 Os países ocidentais estão "super-representados" no Conselho de Segurança da ONU: ele precisa ser expandido para incluir a América Latina, a Ásia e a África, declarou o ministro das Relações Exteriores da Rússia.
🗣 "Defendemos exclusivamente uma maior representação para a Ásia, a África e a América Latina, e apoiamos as candidaturas do Brasil e da Índia a assentos permanentes — ao mesmo tempo em que, devo ressaltar, atendemos aos interesses do continente africano em consonância com o consenso alcançado em Ezulwini e na Declaração de Sirte", afirmou o chanceler russo neste sábado (26).
¡AQUÍ CAYERON MUCHOS! ❗️
París los olvidó, pero León XIV no.
El Papa se detuvo en silencio ante una placa que casi nadie mira. Dice solo dos palabras en latín: "Hic ceciderunt": Aquí cayeron.
Aquí, el 2 de septiembre de 1792, unos 115 sacerdotes y obispos fueron asesinados durante las Masacres de Septiembre, tras negarse a renunciar a su fidelidad a la Iglesia.
¿Por qué los mataron? Por negarse a prestar juramento a la Constitución Civil del Clero, una ley que ponía a los sacerdotes bajo el control del Estado y que había sido condenada por el Vaticano.
Los encerraron en un convento carmelita y en menos de dos horas los masacraron turbas sedientas de sangre.
En total, 191 mártires, beatificados en 1926 por Pío XI.
El sábado, antes de su encuentro en el Instituto Católico de París, León XIV quiso rezar justo ahí, en el Parcours des Martyrs, donde más de 100 obispos y sacerdotes franceses fueron asesinados en 1792.
Francia quiso borrar a Dios con sangre. Hoy un Papa vuelve a ponerlos de pie con una oración.
¿Conocías esta historia?
Os franceses organizaram uma cerimônia verdadeiramente impressionante e invejável para receber o Papa Leão XIV - uma cerimônia que resgata toda a história da França, através dos séculos.
André Bolsonaro Mendonça associa delírio autoritário no TSE com surto golpista no STF. O bolsonarismo mudou de tática: não se trata mais de dar o golpe para depois manietar o Judiciário, mas, agora, desejam primeiro manietar o Judiciário para que não haja resistência ao golpe.
Olha a irmã do André Valadão, o pastor da Lagoinha, a igreja que serve de palanque para os bolsonaristas. Ela apenas ora ao senhor para acabar com a igreja católica no Brasil.
O Papa Leão parou a cidade de Paris! Cerca de 700 mil pessoas participam da missa na Place de la Concorde.
Antes da celebração eucarística, o Pontífice percorreu de papamóvel a famosa avenida dos Campos Elíseos (Champs-Élysées)
A Meta derrubou publicação do ICL que criticava decisão do André Mendonça de censurar Antônio Tabet. A Meta há pouco derrubou vídeo do Marcelo Freixo sobre o mesmo assunto. A meta da Meta é eleger o Flavinho Milícia. Freixo me mandou o vídeo censurado. Ajudem a espalhar.
O fundador e diretor de Redação da Fórum, @renato_rovai, comenta sobre como Nossa Senhora Aparecida entrou na reta final da campanha entre Lula e Flávio Bolsonaro — e por que isso definitivamente não é fake news.
Rovai lembra que, no mesmo dia do comentário da jornalista Maria Cristina na GloboNews, ele já tratava do tema por conta do vídeo dos bispos da Amazônia sobre soberania e democracia, e que uma pesquisadora de redes detectou o assunto circulando entre católicos há uma semana.
O jornalista resgata ainda o histórico de pastores atacando santos — do chute na santa da Universal aos vídeos que se multiplicam até hoje — e revela o que estaria por trás: o receio na cúpula da Igreja Católica de que um mandato de Flávio transforme o Brasil no "Evangelistão". E é por isso, aponta, que o "terrivelmente evangélico" Mendonça está censurando as redes. Assista.
#RevistaFórum #NossaSenhoraAparecida #FlávioBolsonaro #Eleições2026
@rudaricci Este adversário não precisa somente ser vencido, ele precisa ser esmagado! SIM, esmagado! Para fascista não deve haver complacência democrática. Para fascista o rigor das penas de guerra, aniquilamento. Pois a "cadela do fascismo sempre esta no cio".
É incrível a dose de ignorância do candidato à presidência pela oposição, senador Flávio Bolsonaro, ao propor, no final de agosto, que seu primeiro decreto seria um ato que proclamasse que o "Brasil é do Senhor Jesus Cristo".
Com isso, entrou numa guerra sensível e problemática que há anos os grupos evangélicos desencadearam contra o catolicismo e contra a veneração à Virgem Maria.
Trata-se de uma campanha inteligente, maquiavélica e continuada dos evangélicos, que tentam um "apagamento" da veneração mariana, não propondo uma crítica à Virgem Maria, mas substituindo-a por um aparente outro slogan que — isoladamente — não teria problema.
Quem viaja por todo o país, em cidades pequenas e médias, onde Nossa Senhora Aparecida é sempre presença viva, vê que, em locais onde os evangélicos ganham importância política, imediatamente são substituídas imagens e homenagens à Virgem pelo slogan que diz que aquele território é do "Senhor Jesus".
Apaga, desaparece e somem qualquer menção à Mãe de Cristo, que os católicos há séculos e séculos veneram e vivem.
É uma decisão dos evangélicos de ocupação paulatina de espaço, que vai gradativamente sendo substituído por um discurso aparentemente neutro, mas radicalmente diferente.
A questão de Maria é conflito central entre católicos e evangélicos, e o candidato foi se meter nessa confusão.
Para os católicos, Maria é parte central no mistério do cristianismo.
É venerada como mãe, virgem imaculada, acolhedora e presença diária na vida do povo.
Para os católicos, sua participação é central.
Apagar, desaparecer ou sumir com sua devoção é inaceitável.
E é isso que os evangélicos querem com essa campanha de ocupação paulatina de terreno.
Não se trata de remover seu status de "Rainha e Padroeira do Brasil".
Isso foi feito por decisão do Vaticano na década de 30 e não vai mudar, mas, pouco a pouco, querem lançá-la num apagamento que leve o povo a não mais venerá-la, o que, no fundo, é o objetivo dos evangélicos.
É assustador que o candidato, um evangélico de orelhada, sem conhecimento ou profundidade, tenha dito que seu primeiro decreto seria abraçar a campanha dos evangélicos e que tantas consequências teria no país todo.
A partir de então, o prefeito e as lideranças locais retirariam imagens de Nossa Senhora Aparecida das localidades, mas agora com uma orientação nacional.
É possível que Flávio Bolsonaro não saiba nada disso, mas os católicos, padres, bispos, cardeais e, principalmente, os fiéis de Nossa Senhora sabem dessa guerra diária.
A questão, portanto, não é de fake news nem de tirar o título de Nossa Senhora Aparecida de Mãe, Pátria e Rainha do Brasil.
Isso é decisão da Igreja, que segue Roma, já está posto e não mudará.
A questão, muito mais séria e complicada, é a luta dos evangélicos pelo apagamento do culto mariano, e o candidato foi se meter nisso pulando, por ignorância e burrice, no barco dos radicais da Reforma Protestante.
O culto a Maria — o candidato não sabe disso, já que vive pegando um ou outro versículo bíblico para mostrar engajamento religioso — é essencial para a Igreja Católica Romana.
E não vai mudar.