Não tem nenhuma explicação lógica que diga que é crível que uma promessa do Barcelona participe de uma ação da UNICEF com refugiados e faça um ensaio fotográfico com um bebê e, 19 anos depois, eles se encontrem em uma final de Copa do Mundo como astros do futebol.
Me dói dizer isso, mas sim, é óbvio que merece. Ninguém mandou os novinhos, no auge da forma física, jogarem menos do que um veterano de 39 anos na Copa. Merecem perder não só o prêmio, mas também a dignidade. Mesmo depois de três anos jogando um torneio que muitos tratam como uma "gincana de escola", o Messi ainda demonstra ser melhor do que a concorrência.
Final de carreira do Messi é a coisa mais roteirizada da história dos esportes. O cara que sofreu a vida toda por não conseguir vencer com os seus, ganhou no que parecia ser a última chance e na Copa seguinte vai disputar a final contra o seu herdeiro no Barcelona, que ele deu banho quando bebê.
É uma coisa inacreditável. Em filme a gente chamaria de clichê.
israel rompeu o cessar-fogo e bombardeou o libano 100 vezes em 10 minutos. israel matou 300 pessoas em 10 minutos. israel é um estado assassino e o sionismo é uma ideologia colonial e genocida.
Cara não cita um artista, não cita uma música, não define o que é esse “redpill” (ql a diferença pro machismo que existe desde sempre?), não cita um dado concreto. O exemplo dele é uma conversa com “mlk da quebrada” — que são formados culturamente por varias coisas, não só funk
Funk é uma cultura. Cultura estão em disputa o tempo todo e nunca, absolutamente nunca, podem ser generalizadas.
O vídeo é generalista. Ele poderia apontar um padrão misógino em alguns comportamentos, mas não atribuir isso a cultura funk. Generalizar o Sertanejo ninguém quer.