Durante essa "visita" de Alexandre às idosas na Colméia, uma das presas fez xixi na calça de medo. É inacreditável que o Brasil tenha vivido algo tao sórdido sob o silêncio de tantos jornalistas. O nazismo tbm foi assim: ele aconteceu pela maldade de poucos e a covardia de muitos
O Brasil é governado por uma Junta Cívico-Jurídica que tem como expoentes Lula, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes. Um consórcio autoritário que submete a todos, inclusive a imprensa que o apoia deliberadamente e por interesses mesquinhos. Essa Junta destruiu a Lava Jato e sufocou um movimento político de massa de origem popular, legítimo e democrático. Acusado de radicalismo, por mera questão de forma e não de conteúdo, esse movimento amadureceu e agora entrega um candidato adaptado à forma. Mesmo apanhando todo dia dessa mesma imprensa, Flávio e seus aliados absorvem acusações falsas e críticas desonestas; e ainda mantêm o diálogo com todos. Da última vez que esteve no meu programa, há mais de um ano, declarou ao vivo seu respeito ao meu trabalho, citando minhas críticas duras, mas honestas. Teve a coragem de ser entrevistado pelo jornalista que publicou a história da compra de sua casa em Brasília. Não foi à Justiça tentar derrubar a matéria, não fez ameaças, não pediu para a PF quebrar meu sigilo para descobrir a fonte da reportagem. Seu pai (Jair) também me recebeu no Planalto, mesmo quando criticado por mim por suas escolhas para a PGR e para o STF. Já fui censurado pela Junta, nunca por qualquer bolsonarista. Despertei para isso há alguns anos e estimo que o mesmo aconteça com outros jornalistas, acadêmicos, financistas etc. Me lembro que, em 9 de janeiro de 2023, ao questionar um advogado do PT, -- bastante conhecido e educado -- sobre os abusos de direitos humanos contra cidadãos comuns indignados com a eleição de Lula, ouvi a frase "que Moraes tranque todos eles e jogue a chave fora". Essa frase funcionou na minha cabeça como um gatilho, foi literalmente uma 'virada de chave'. Percebi ali que a "forma" é irrelevante diante do conteúdo e, muitas vezes, tem até sentido tático. Por isso, coloquei meu microfone em defesa dessa gente vítima do arbítrio da Junta. Por isso, nado contra a maré da conveniência. Coloco minha experiência de quase 30 anos de jornalismo político e investigativo para ajudar na qualificação também desse debate, que é o mais importante de todos: queremos viver a divergência de maneira democrática, no estado de direito, fazendo o embate de ideias pela política, ou pacificar o país na marra, no medo, trocando o barulho das redes pelo silêncio das masmorras da PF? Rogo ao jornalistas que ainda pretendem fazer seu ofício que compreendam o atual limiar civilizatório que vivemos. Jornalistas devem fiscalizar o poder, criticar, se opor (podem até elogiar o que está certo rs), mas isso só é possível numa sociedade democrática. É preciso colocar um fim no regime atual em outubro, antes que o próximo outubro nunca chegue.
É por @jairbolsonaro , nosso líder preso de forma ilegal.
É pelos presos políticos do 8 de janeiro.
É pelos exilados políticos, afastados de suas famílias e de sua pátria.
É pela Débora do batom.
É pelo Clezão.
É por milhares de brasileiros injustiçados.
ANISTIA JÁ!
Deixa eu te falar uma coisa, @cafecomferri, eu sou pai de um menino de 13 anos. Eu sou um cara de classe média. Não tenho uma casa no meu nome, não tenho carro, não sou herdeiro e nunca paguei uma conta de restaurante que chegasse a mil reais. Mas eu estou fazendo do meu modo e, na minha insignificância política aqui nas redes, faz bastante tempo. Eu apostaria a vida do meu filho, sim, no Flávio Bolsonaro. E sabe o porquê? Porque eu não tenho alternativa. Eu não sou como você, que poderia parar hoje, ir para a Suíça e viver bem de renda para o resto da vida. A situação do meu país, para mim, é de vida ou morte, literalmente.
Eu vi, nesses nove anos, gente sendo presa por falar na internet, gente sendo torturada na cadeia, gente tendo a vida destruída, tudo por causa de pessoas que não aprenderam a apertar o botão do block. Você está pensando em quanto suas ações vão subir com o Tarcísio presidente, em quantos cursos você vai vender. Eu quero que meu guri tenha um Brasil melhor do que o que meus pais me entregaram. É por isso que eu sempre fui bolsonarista e de direita.
Todo o sofrimento que eu e tantos outros passamos aqui, perseguições e violências, fizeram a gente sofrer, mas deram total clareza do que a gente quer. E, realmente, eu não sou nenhum especialista, sou apenas um cidadão comum. O Tarcísio é a fantasia que o sistema está vestindo para enganar a gente, para fazer o que fizeram com o petismo em 2022, para ter um presidente fantoche e continuar com os bancos master, os inquéritos infinitos, os juros lá em cima, para dar muito dinheiro a banqueiros e especuladores da Faria Lima.
Esse não é o Brasil que eu quero. E eu tenho todo o direito de não querer, todo. Portanto, eu, e acho que falo por alguns bolsonaristas, só voto no Flávio Bolsonaro. Vocês jamais vão fazer a gente engolir o Tarcísio, não importa quantas matérias de jornais apareçam dizendo que ele é um grande articulador e que ministros e o sistema atendem aos pedidos dele. Eu participei de uma revolução com o Bolsonaro e é nela que eu ainda estou.
Os dados são importantes, sim, mas a política e a vida não são feitas apenas de dados. Se dependesse dos dados, a Faria Lima defenderia que os miseráveis do Brasil desaparecessem, só para equilibrar as contas. E eu não sou dessa galera. Espero que você e o pessoal aí dos restaurantes chiques e dos clubes de golfe entendam que nós, ou a maioria de nós bolsonaristas, estamos 100% fechados com Eduardo, Flávio, Carlos e Jair Bolsonaro, e ninguém mais.
Quanto antes entenderem que vocês não nos manipulam nem mandam na gente, melhor. E, em 2027, quando o Flávio estiver subindo a rampa junto com o Jair, eu vou ter absoluta certeza de que fiz o certo, porque, no fim, o importante é fazer o correto.
Esse depoimento do jornalista, Marcos Vanucci, preso do 8 de janeiro, em 10 de dezembro de 2025, é uma das descrições mais brutais, chocantes e juridicamente graves relacionadas aos presos do 8 de janeiro que já vieram a público.
Vanucci descreve - em detalhes- humilhação sexual, tratamento degradante, alimentação contaminada, superlotação, assédio psicológico e privação de dignidade. Tudo isso sem condenação, apenas na custódia pré-julgamento.
O sistema oficial descreveu o 8 de janeiro como: “terrorismo”, “golpe”, “ataque golpista contra a democracia”. Só que a maior parte dos presos eram: sem arma, sem antecedentes criminais, sem organização paramilitar, sem plano de captura de Estado, sem estrutura clandestina, sem sequer tentativa operacional de golpe.
O relato do jornalista expõe a disparidade entre o rótulo oficial e a conduta estatal: rotulou-se de “golpista”, tratou-se como “inimigo interno”, puniu-se como “terrorista”
e sem devido processo legal
Isso tem nome na literatura jurídica: estado de exceção, direito penal do inimigo ou justiça de emergência.
Isso é literalmente o mecanismo descrito por Günther Jakobs, Schmitt, Agamben, Arendt e toda a tradição de estudos sobre construção do inimigo político.
Isso é típico de regimes que precisam expor o corpo do inimigo para educar a sociedade.
O Brasil nunca tratou traficante, PCC, CV, milícia, sequestrador, assaltante de banco ou homicida assim. Mas tratou: idosos, mulheres, jornalistas, crianças, servidores públicos, professores, pais e mães, gente com vida civil normal - como terroristas.
O 8 de janeiro, à luz do que está vindo à tona, parece cada vez menos um ataque à democracia e cada vez mais um roteiro macabro para justificar um estado de exceção permanente.
Na história do mundo, jamais as piores injustiças resistiram ao tempo. A maldade sempre encontra resposta, e nenhum ciclo se encerra carregando tanto ódio contra um homem que sempre amou seu povo e atuou dentro da Constituição e entregou mais ao Brasil mesmo com menos meios. Ele provou, diante de todos, que é possível fazer muito com pouco.
Hoje, foi estraçalhado ao atropelo da lei - assim como milhares de brasileiros que tiveram seus direitos violados. Essa conta não fecha na história. Não pode fechar. É impossível que a verdade permaneça soterrada. É impossível que a perversidade e o sadismo triunfem enquanto o Senhor dos Exércitos vela pelos bons e pelos sentimentos mais puros do ser humano.
Eu confio!