Hoje concordam que o identitarismo é nefasto por causa da injustiça no caso Henry Borel, amanhã voltam a defender cotas raciais e a fingir que isso não é identitarismo. Identitarismo: destruição do tratamento igual perante leis e normas em benefício de grupos pré-estabelecidos dogmaticamente como oprimidos, sob a desculpa de resolver injustiças do passado, e causando injustiças no presente. Se mulheres foram tratadas como gado no Código de Hamurábi, então a mãe homicida merece perdão. Se negros foram vendidos e comprados como mercadoria no passado, então merecem favores especiais na competição acadêmica, concurseira e mercadológica agora. O raciocínio é idêntico.
Vocês precisam entender que dar tiro de .50 em helicópteros do BOPE, jogar granadas explosivas nas ruas, incendiar veículos, fechar escolas etc… não é terrorismo. Não podemos chamar os traficantes assim pois é uma grave violação à soberania nacional.
Henry Nowak, 18 ans, étudiant.
Poignardé cinq fois.
Allongé au sol, il répète aux policiers
« j’ai été poignardé »,
« je ne peux plus respirer ».
Réponse de l’officier:
« I don’t think you have, mate. »
On le menotte. Il meurt dans la nuit.
Pourquoi?
Parce que son meurtrier a dégainé l’arme absolue de notre époque: l’accusation de racisme.
Et face à cette arme, des policiers conditionnés à craindre une plainte plus que la mort ont retourné les menottes contre la victime.
Souvenez-vous.
Le monde entier s’est agenouillé pour quatre mots: « I can’t breathe. »
Des entreprises, des gouvernements, des stades entiers.
Henry a prononcé exactement les mêmes mots, en train de mourir.
Il n’y aura ni genou à terre, ni hashtag, ni minute de silence.
Ce n’est pas une coïncidence, c’est un système.
Une idéologie qui a enseigné à une société entière que l’accusation de racisme prime sur les faits, sur le corps, sur la vie elle-même.
Le wokisme n’est pas une posture morale inoffensive.
Ce soir-là, il a littéralement tenu la main qui a menotté un gosse en train de se vider de son sang.
A culpa pelas possíveis novas tarifas é de Alexandre de Moraes. Quem quer desviar a atenção apenas para o Pix e ignora isso está tentando proteger o tirano.
@VladimirAras Israel, com um bando de jornalistas e ativistas que são a favor do grupo terrorista Hamas e afins, estão ao redor e derredor 24/7 a procura de uma virgula errada para justificar os 12/10 e outras tentativas de genocio de judeus. Não faria um vacilo terriveel desses, pela logica
É verdade, segundo um delator. Envolvidos na sabotagem da vassoura de bruxa no cacau, 1987: do PT, foram Everaldo Anunciação, Wallington Duarte, Eliezer Correia e Jonas Nascimento. O delator, que também participou, foi Henrique Franco Timóteo, na época militante do PDT. Ele contou a história 17 anos depois à Veja por arrependimento.
Saibam da história antes que o TSE censure tudo.
https://t.co/mcXpnOfBxZ
Un periodista británico que visitó el CECOT sintió lástima por las condiciones en las que viven los presos... hasta que vio un ejemplo de lo que hicieron.
Y eso no representa ni el 0.00001% del sufrimiento, el miedo y el dolor que causaron a nuestro pueblo durante décadas.
23:59
- Tomara que os gaúchos morram nas enchentes
- A família do Roberto Justus tem que ir pra guilhotina por causa de uma bolsa
- Espero que aquele comediante seja preso por 8 anos por causa de piadas
- Comércio pequeno que não puder contratar mais funcionários pra compensar a 5x2 tem que fechar mesmo
00:00
- Como assim você é a favor dos EUA classificar o PCC como terrorista? Você está torcendo contra o seu país, seu traidor falso patriota
"Se você não é super-rico, não se preocupe com a taxação dos super-ricos"
"Se você não é pedófilo, não se preocupe com a Lei Felca"
Pois bem, se você não é do PCC nem do CV...
@UsuarioX627284@FabioOstermann Você conhece aquela historia do sapo na agua quente?
Você não percebe o prejuízo pois a mudança foi gradual e suave.
Entretanto quando você confronta o modelo brasileiro com modelos como o EUA é possível, para quem tem um minimo de inteligência e honestidade, perceber o contraste
O melhor de toda essa história é ver o governo Lula, os banqueiros malvados, os experts em segurança e a mídia-pix defendendo com unhas e dentes a soberania do PCC e do CV.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
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