Mulher competente, digna e capaz. Estarei ajudando ela na missão que foi dada a ela pelo PL. Ser a representamte das mulheres paranaenses em Brasília. Considere o seu voto #Carlise2233#PL#Eleições2026#Curitiba
O Ciro pode ser criticado pela aliança com os bolsonaristas no Cerá? Sim. É uma contradição dele depois de anos construindo uma imagem de oposição frontal ao Bolsonaro.
Agora, o petista não pode falar absolutamente nada disso. Ano que vem mesmo eles vão dividir palanque com o bolsonarismo no Rio no apoio ao Paes.
E ainda tem mais, se a Michelle realmente conseguir brecar o acordo no Ceará, possivelmente os PETISTAS estarão em palanque com os bolsonaristas e talvez o Ciro não.
@brealt Ficou feio para a professorinha. Se o evento era pra ser do jeito dela, que fizesse fora da USP num local privado. Parabéns pela indignação dos manifestantes.
Estamos cansados das atrocidades de Israel.
LNG imports from Russia to the European Union increased by 7% in the first half of 2025 year-on-year, the EUobserver web portal reported, citing data from the US-based Institute for Energy Economics and Financial Analysis:
https://t.co/iO8dSKtOvk
Velho e os holandeses que nacionalizaram uma fábrica de chip dos chineses e esqueceram que para fabricar o chip precisam importar insumos da China! 😱😔
Nexperia’s China factory cuts output as Dutch takeover deepens global chip supply tensions - https://t.co/MOseotZanZ
A RESSACA CARIOCA - O DAY AFTER DA OPERAÇÃO POLICIAL MAIS BADALADA DOS ÚLTIMOS ANOS
O 28 de outubro de 2025 foi um dia que projetou o Rio de Janeiro como palco da mais letal operação policial de sua história: com números incertos, cerca de 150 pessoas morreram — incluindo quatro policiais — e mais de 110 foram presas em ações simultâneas nos Complexos do Alemão e da Penha, contra o Comando Vermelho.
A operação, que mobilizou cerca de 2,5 mil agentes, expôs a brutal realidade de um Estado que perdeu o monopólio da força em vastas áreas de seu território. Disputas políticas e interesses conflitantes produziram um ambiente de guerra civil prolongada. A imprensa de todo o mundo descreveu o episódio como uma guerra.
Enquanto corpos dos membros das facções são contados, muitos que tentam humaniza-los ignoram que o crime organizado age com sofisticação e crueldade. Na semana anterior, apenas para refrescar a memória de alguns, Antônia Ione Rodrigues da Silva, cozinheira da Polícia Militar, foi executada a tiros e facadas dentro de casa por ter se recusado a envenenar a comida dos policiais — um ato de coragem que lhe custou a vida.
Esse nível de violência não surge do vácuo. Nos últimos anos, leis e decretos ambíguos sobre armas, aliados à ineficácia no combate ao contrabando, facilitaram o acesso de facções a arsenais cada vez mais pesados.
Apesar de projetos recentes buscarem aumentar penas para tráfico de armas, a realidade nas ruas mostra que armas de uso restrito circulam livremente nas mãos de criminosos, enquanto o cidadão comum vive sob constante ameaça.
O resultado é um ciclo de violência em que civis inocentes são alvos colaterais ou deliberados, como demonstra o caso da cozinheira — uma vítima não de “balas perdidas”, mas de uma ditadura local imposta pelo tráfico.
Diante desse cenário, a Organização das Nações Unidas (ONU) se manifestou com uma velocidade surpreendente: declarou-se “horrorizada” com a operação policial e exigiu investigações.
Curiosamente, a mesma instituição levou quase dois anos para reconhecer o genocídio em Gaza, mas não hesitou em condenar as forças de segurança brasileiras no mesmo dia em que criminosos fecharam rodovias, incendiaram ônibus e aterrorizaram bairros inteiros.
Essa seletividade revela uma postura ideológica que ignora as várias artérias da guerra urbana no Brasil e, pior, criminaliza o Estado por tentar retomar o controle de territórios ocupados pelo crime.
Enquanto isso, a classe política brasileira parece viver em outra realidade. Enquanto o povo clama por segurança, por respeito ao direito de ir e vir, por justiça para vítimas como Antônia, parlamentares e autoridades discutem narrativas que romantizam a criminalidade ou culpam exclusivamente a polícia pela violência que o próprio crime gera.
Esse descolamento é profundo: a maioria dos brasileiros quer Estado presente, não ausente; quer lei e ordem, não complacência com bandidos disfarçada de “sensibilidade social”. Situação exacerbada com a aproximação de mais um ano eleitoral.
É hora de sepultar as ilusões. Romantizar o crime é entregar o povo à barbárie. O direito à vida, à liberdade e à dignidade só existe onde o Estado exerce seu monopólio legítimo da força. Sem isso, restam apenas ditaduras locais, medo e caos.
E as autoridades que insistem em ignorar esse clamor popular não estão defendendo os cidadãos pobres e negros — estão entregando todos eles aos bandidos armados de fuzil, caneta, toga ou colarinho branco.
🇺🇦 Moradores impedem mobilização forçada de dois homens na Ucrânia
Na cidade de Odessa, no sul da Ucrânia, dois homens foram salvos por pessoas que passavam pelo local quando um grupo de recrutadores militares tentou levá-los à força.
European governments are ready to fall. The only thing will keep them in power is the threat of war.
We've been through this in Ukraine.
Dear Europeans, did you support dictatorship and war? Soon you'll get them.
O que eu acho engraçado demais é que quando era presidente Bolsonaro tinha saúde de atleta, inclusive durante a pandemia. Pra debochar dos mortos, pra tentar golpe, pra falar no cercadinho, a saúde era impecável. Agora passa o dia soluçando, com caganeira, pressão alta...
Do ponto de vista das tarifas dos US contra o BR. Vcs já pararam pra pensar que (além de tudo) o @realDonaldTrump pode ajudar o @LulaOficial cumprir sua promessa de reduzir o preço da picanha e de bônus reduzir a inflação?
#Tarifaço#DonaldTrump#Brasil