Esse é o nível da cegueira ideológica da esquerda.
Após o atentado na Parada LGBT de Berlim, a organizadora admitiu publicamente que esperava para o terrorista ser "um cristão branco", só para salvar a narrativa de estimação deles.
Só que a realidade não se curva à lacração. As investigações do governo alemão já apontam que o ataque teve motivação islâmica.
Para a militância, proteger o discurso vale muito mais do que a própria verdade e a vida das pessoas.
É patético!
No último sábado, 25 de julho, o senador Rand Paul, presidente da Comissão de Segurança Interna do Senado dos Estados Unidos, tornou públicas 1.140 páginas do diário pessoal de Anthony Fauci, escritas entre dezembro de 2019 e dezembro de 2022. Os documentos passam a integrar a investigação do Senado e serão o foco do depoimento que Fauci prestará sob juramento nesta quarta-feira, 29 de julho.
Durante anos, Fauci foi tratado como a personificação da ciência. Quem questionava suas decisões era rapidamente rotulado de negacionista ou conspiracionista. A imprensa transformou um agente público em uma autoridade incontestável, quase uma divindade.
Quem acompanha meu trabalho sabe que, desde a pandemia, publiquei reportagens e análises sobre os e-mails de Fauci, o financiamento de pesquisas em Wuhan por meio da EcoHealth Alliance, a censura ao debate sobre a origem do vírus, as mudanças de discurso sobre máscaras, o fechamento de escolas, os lockdowns, a vacinação compulsória e o uso da ciência como instrumento de poder.
As anotações de Fauci mostram que, ainda em janeiro de 2020, ele registrava que o mercado de Wuhan não era a origem da Covid-19, mas apenas um amplificador da transmissão. O então diretor do NIAID também documentou discussões internas sobre uma possível origem laboratorial, hipótese que depois seria tratada publicamente como “teoria da conspiração”.
Os diários ainda revelam um Anthony Fauci profundamente obcecado pela própria imagem. Enquanto milhões de pessoas perdiam seus empregos, empresas fechavam as portas e milhares de idosos morriam isolados, impedidos de receber um último abraço dos filhos, Fauci colecionava capas de revistas, homenagens e alimentava um verdadeiro culto à própria imagem.
O maior legado da pandemia não foi apenas o vírus, mas a transformação da ciência em dogma, do debate em censura e da discordância em “desinformação”.
Durante anos, o mundo foi levado a confiar na palavra de Anthony Fauci. Agora, ele terá de responder pelas próprias palavras. Pela primeira vez, não serão seus porta-vozes nem a imprensa a construir a narrativa, mas os registros que ele próprio escreveu.
Em entrevista à Fox News nesta segunda-feira, 27 de julho, o secretário de Saúde dos Estados Unidos, Robert F. Kennedy Jr., afirmou que as anotações de Fauci revelam uma profunda distância entre aquilo que ele registrava em privado e o que defendia publicamente. Segundo Kennedy, os diários mostram que Fauci admitia erros e contradições sobre temas que marcaram a pandemia, como máscaras, distanciamento social, transmissão do vírus, imunidade natural e a capacidade das vacinas de impedir infecções.
Kennedy também afirmou que Fauci sofreu um embolismo pulmonar após receber uma vacina contra a Covid-19, foi tratado reservadamente pelos melhores médicos dos Estados Unidos e jamais tornou esse episódio público. Segundo ele, enquanto isso, Fauci continuava afirmando que esse tipo de evento adverso não representava um problema relevante.
Para Kennedy, o aspecto mais impactante não é apenas o conteúdo das revelações, mas sua origem. Ele afirmou que muitas dessas informações já eram conhecidas por meio de outros documentos, porém agora estariam registradas pelo próprio Fauci em seus diários. “Há algo muito impactante em vê-lo escrever isso com suas próprias palavras”, disse Kennedy Jr.
Os diários passam a integrar oficialmente a investigação conduzida pelo Senado dos Estados Unidos e serão o foco do depoimento que Anthony Fauci prestará sob juramento nesta quarta-feira, 29 de julho. A audiência promete responder a uma pergunta decisiva: até que ponto decisões que mudaram a vida de bilhões de pessoas foram sustentadas por convicções científicas, por incertezas não reveladas ao público ou por escolhas políticas que nunca foram plenamente explicadas?
La joven iraní Fatemeh, cuyo video se viralizó cuando se quitó el hiyab durante una protesta en enero para exigir libertad e igualdad para las mujeres iraníes, fue ejecutada por el régimen islámico.
Los medios de izquierda no cubrirán esta noticia; debes contárselo al mundo. 💔
Sem dúvida, o melhor de hoje.
O presidente da Argentina, Javier Milei, criticou duramente a decisão que impediu sua visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro, classificando a medida como uma injustiça.
Milei apontou o que considera uma contradição: Lula recebeu visitas de autoridades e personalidades estrangeiras enquanto esteve preso, mas Bolsonaro foi impedido de receber a visita de um chefe de Estado.
A declaração reforça o debate sobre a aplicação das decisões judiciais e a diferença de tratamento dada aos dois ex-presidentes.
A discussão sobre o sistema eleitoral brasileiro está sendo conduzida pela pergunta errada.
O procurador do Estado de Mato Grosso do Sul Felipe Gimenez defende que o verdadeiro debate não deveria ser simplesmente sobre a existência ou não de fraude, mas sobre um conceito muito mais profundo - a auditabilidade do voto.
Segundo Felipe, sem um registro independente que permita confrontar a vontade originalmente manifestada pelo eleitor com o resultado contabilizado, a discussão sobre fraude se torna praticamente insolúvel do ponto de vista lógico e jurídico.
Felipe também explica por que comparar o Brasil com a Venezuela exige cuidado. O regime de Nicolás Maduro é amplamente questionado internacionalmente pela falta de transparência e pelas violações ao processo democrático. No entanto, sob o aspecto estritamente técnico, existe um mecanismo de auditoria material do voto que permitiu à oposição reunir milhares de atas eleitorais para contestar os resultados oficiais divulgados pelo Conselho Nacional Eleitoral.
O ponto central, portanto, não é afirmar que o sistema venezuelano seja mais democrático, mas discutir quais mecanismos tornam uma eleição efetivamente auditável.
O mais grave é que o Brasil sequer consegue discutir esse tema com a profundidade que ele exige. Falar de urnas virou crime; questionar a auditabilidade passou a ser tratado como ameaça a “democracia”. Em vez de responder com transparência, o Estado intimida, censura e criminaliza o debate.
Sem escrutínio público, não há confiança. Como resume o Dr. Felipe Gimenez: “Estamos 30 anos atrasados.”
ATENÇÃO: Elon Musk acaba de lançar um alerta que não podemos ignorar
Ele mesmo o disse sem rodeios:
“Sou alguém que normalmente apoia a tecnologia e ainda assim estou dizendo que NÃO deveria haver nenhuma máquina para votar.”
As urnas eletrônicas representam um perigo real e crescente.
Com a inteligência artificial avançando a passos largos, os sistemas informáticos tornam-se cada vez mais vulneráveis. Se essas máquinas estiverem conectadas à rede, uma IA suficientemente poderosa poderia se infiltrar, alterar resultados e tomar o controle sem que ninguém perceba a tempo.
Isso não é ficção científica, é uma ameaça concreta.
Por isso, a única forma de proteger a integridade das eleições é retornar a métodos simples e verificáveis:
- Cédulas de papel
- Votação presencial
- Identificação obrigatória do eleitor
Qualquer sistema que dependa de tecnologia conectada abre a porta para manipulações em massa e impossíveis de rastrear.
Musk não é um teórico: é uma das pessoas que melhor entende como a IA funciona no mundo real, e seu alerta deve ser levado a sério.
Não esperemos até que seja tarde demais.
Exijamos cédulas de papel.
Exijamos voto presencial com identificação.
Exijamos eleições transparentes e à prova de invasões agora.
A Swedish reporter traveled to Syria and Muslim women and children started throwing rocks at her because she was not wearing a burqa.
For some reason, progressives want this culture all over America and Europe.
Sei lá... Cidadão esquerdista acha mesmo que se isso virar um ditadura com o PT no poder, vai ter dinheiro e comida pra todo mundo. Porra mano, é muita inocência. Vai ser destruição sem miséria.
Irretocável! 👏🏻👏🏻
Não é apenas um discurso.
É uma reflexão sobre a ideologia esquerdista que, na visão de Marco Rubio, prospera alimentando o ressentimento, o conflito e a destruição dos valores que sustentam uma sociedade livre.
Quando o ódio se transforma em projeto político, a liberdade deixa de ser prioridade.
Assista ao vídeo e tire suas próprias conclusões!!!
During a graduation ceremony in New York, a Muslim girl refused to shake hands with the male presenters.
Shaking hands is ‘haram’, but seeking refuge in a Christian country, getting free housing and education, and living on welfare is ‘halal.’