ELEIÇÕES DO CFM: O OBSCURANTISMO VENCEU*
Venceu a cloroquina, venceu a ivermectina, a onda antivacina venceu.
Venceu o negacionismo criminoso. A turma do gabinete do ódio de Bolsonaro e do desprezo a mais de 700 mil mortes, venceu. +
Muito Além das Commodities: O Salto Industrial do Brasil no Acordo Mercosul-UE
A visão de que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE) condena o Brasil a ser apenas o “celeiro do mundo” é uma simplificação que ignora a complexidade técnica e as salvaguardas estratégicas do tratado. Embora o agronegócio seja um beneficiário imediato, o acordo foi desenhado para ser uma alavanca de modernização industrial e integração do Brasil nas cadeias globais de valor.
Diferente de um simples tratado de compra e venda, o acordo estabelece pilares para a transferência de tecnologia.
A redução de tarifas sobre máquinas e equipamentos de alta tecnologia vindos da Europa permite que a indústria brasileira se modernize com custos menores, aumentando a produtividade nacional.
Além disso, o texto preserva instrumentos fundamentais para o desenvolvimento brasileiro:
O Brasil conseguiu manter o poder do Estado de utilizar licitações para fomentar empresas nacionais e setores estratégicos, como o SUS e as encomendas tecnológicas.
Setores sensíveis, como o automotivo, possuem cronogramas de desgravação tarifária estendidos (chegando a 15 anos ou mais para tecnologias de ponta como veículos a hidrogênio), dando tempo para a indústria local se adaptar.
E há cláusulas de Salvaguarda. O governo brasileiro pode suspender preferências tarifárias caso um aumento súbito de importações ameace um setor industrial específico.
A UE já é o maior investidor estrangeiro no Brasil. Com o acordo, cria-se um ambiente de segurança jurídica que tende a converter o interesse europeu em investimentos produtivos de longo prazo, especialmente na economia verde.
O Brasil é visto como o parceiro ideal para a produção de hidrogênio verde, aço de baixo carbono e minerais críticos, produtos que a Europa precisa para sua transição energética.
A assinatura do acordo, consolidada recentemente sob a liderança do presidente Lula, marca uma vitória do multilateralismo.
Lula foi peça-chave ao reabrir o diálogo com líderes como Ursula von der Leyen e enfrentar as resistências protecionistas, especialmente na França
Lula insistiu em ajustes que garantissem que o Brasil não fosse apenas um exportador de matéria-prima. Sua diplomacia buscou equilibrar a abertura comercial com a preservação da soberania em políticas industriais e ambientais, posicionando o Brasil como um líder global capaz de negociar de igual para igual com a maior potência comercial do mundo.
O tratado cria uma das maiores áreas de livre comércio do planeta, abrangendo quase 800 milhões de pessoas.
Para o Brasil, significa não apenas vender mais carne ou soja, mas integrar seus engenheiros, programadores e fábricas aos padrões europeus, garantindo que o “Made in Brazil” ganhe competitividade e valor agregado.
O Acordo possui cláusulas específicas que visam ir além do comércio de bens, focando em cooperação e transferência de tecnologia. Um exemplo emblemático está no setor de tecnologias limpas e economia verde.
Um exemplo prático de cláusula ou mecanismo previsto no acordo é a Cooperação em Eficiência Energética e Energias Renováveis:
O acordo estabelece compromissos para a promoção da transferência de tecnologia em áreas como hidrogênio verde, energia solar e eólica.
Em vez de apenas importar painéis ou turbinas, o Brasil negocia a instalação de centros de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) e a capacitação de técnicos brasileiros para operar e manter essas infraestruturas.
Isso é crucial para que o país lidere a transição energética global.
Essa informação destrói qualquer argumento da extrema-direita. Quem “inchou” o Bolsa família foi Bolsonaro, pra se reeleger em 2022 (+50%). Com a reativação da economia e reorganização no governo Lula, 2,5 milhões de famílias deixaram o programa porque melhoraram a renda.
O incômodo da The Economist não é a idade do Lula.
É o projeto que ele representa: soberania, Estado forte, combate à desigualdade e um Sul Global que fala de igual para igual com o Norte.
Quando falta argumento político, sobra preconceito. Quando falta dado, inventa-se narrativa. Eles tentam desqualificar o Presidente Lula com base na idade e com falsas premissas e esquecem de dizer que o país está com o menor desemprego da história, a maior renda médica da história e com a menor média da inflação.
Saímos do Mapa da Fome e em 2026, teremos cerca de 28 bilhões de reais na economia com a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil por mês e a redução da carga tributária para ganha até 7.350.
No fim das contas, o Presidente Lula não é avaliado por suposições: é avaliado pelo povo e por isso venceu em 2022 nas urnas e, é uma liderança política que escreve a verdade nas páginas da história brasileira e mundial.
Nosso Presidente segue com saúde e principalmente lutando por Brasil mais justo com responsabilidade.
O genocídio palestino não tem fim.
Israel proibiu os Médicos sem Fronteiras e dezenas de outras organizações humanitárias de operar em Gaza.
Genocídio não é só morte matada. É também assegurar a morte morrida de todos aqueles que não podem contar com comida e assistência médica.
Concordo com dra. Gisele. Zero pena desse infeliz.Esse filho da puta não teve pena de familiares e amigos meus, durante a pandemia, agora pede orações. Que mofe na cadeia.
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Se o prêmio Nobel da Paz fosse justo mesmo, a academia sueca teria premiado outra mulher ao invés da agente do imperialismo q foi laureada nesta semana.
#GretaThunberg#NobelPeacePrize#MariaCorinaMachado