When adult women and mothers have to make towel-tents around young girls in the women's locker room, so that a 50 year old man wont see them change clothes, you'd think people would wake up to how absolutely predatory and misogynistic the trans movement is.
Yet, we still have people, including politicians, arguing that "trans women" belong in women's spaces.
Shame on anyone still enabling these obvious sexual predators. You will all burn in hell 🤬
Quem pratica eugenia moderna?
Essa semana, o grupo Frente LGBTIA RJ perseguiu uma candidata a deputada estadual que assinou a Carta-Compromisso da MATRIA, com o argumento de que ela estaria se associando a uma “organização com grande histórico de discriminação e eugenia moderna”.
Segue o texto que eles escreveram:
"A frente LGBT solicita a retratação desta candidatura, após recebermos a informação que vocês assinaram com a MATRIA, organização com grande histórico de discriminação e Eugenia moderna. É lamentável que isso seja apoiado em pleno século 21!".
Sabemos que, para grupos como este, a mera menção à existência e importância do sexo é considerada “discriminação” contra pessoas que acreditam na ideia de “identidade de gênero”.
Não está claro, no entanto, de que forma esse grupo considera que a MATRIA estaria ligada à eugenia.
Trata-se de uma acusação extremamente grave - e falsa.
O conceito de eugenia é associado à tentativa de controlar características que algum grupo julga que deveriam ou não permanecer nas gerações futuras.
Historicamente, políticas de eugenia foram usadas para impedir a reprodução de pessoas que tais grupos consideravam “inadequadas” ou “indesejáveis”.
Na Alemanda nazista, pessoas consideradas “geneticamente inferiores” foram esterilizadas à força. A política eugenista de Hitler também levou ao assassinato sistemático de grupos de pessoas consideradas “biologicamente indesejáveis”.
Na Carolina do Norte (EUA), entre 1920 e 1970, milhares de mulheres foram esterilizadas. O programa de estado focava em mulheres com alguma deficiência mas também em mulheres pobres, em especial, as negras.
A acusação de defesa da eugenia, vinda de um grupo que diz apoiar as demandas do transativismo, é especialmente curiosa: as chamadas “intervenções de gênero”, que a Frente LGBTIA RJ certamente apoia, estão entre as práticas contemporâneas que mais se aproximam das práticas da eugenia.
Afinal, as intervenções médicas defendidas como “afirmativas de gênero” afetam o desenvolvimento sexual de jovens e comprometem a função reprodutiva de quem se submete a essas práticas, em qualquer idade.
As principais características das práticas da eugenia estão presentes nas intervenções realizadas em nome
da ideia não científica de “identidade de gênero”:
- Intervenção institucional sobre corpos saudáveis de um grupo específico de pessoas;
- Esterilização dos membros desse grupo, como resultado dessa intervenção;
- Impacto sobre a capacidade reprodutiva desse grupo de pessoas.
Uma quarta característica das políticas de eugenia, a falta de consentimento, está presente pelo menos no caso de crianças, adolescentes e jovens adultos.
É impossível, para pessoas jovens, dar um consentimento informado a práticas esterilizantes. Jovens não são capazes de mensurar o que a perda da sua fertilidade representa, mesmo que os médicos apresentem essa consequência do uso de hormônios do sexo oposto ou das cirurgias de retirada dos órgãos reprodutores.
Pela primeira vez na história da humanidade vemos pessoas que dizem representar os interesses de um grupo clamando por políticas que o esterilizam em massa.
Diversos estudos mostram que uma grande parte dos jovens que se submetem a procedimentos “de gênero” é homossexual. Ou seja, esse grupo, historicamente alvo de políticas de eugenia, mais uma vez está sofrendo intervenções médicas que impactam sua capacidade reprodutiva.
Estranhamente, a Frente LGBTIA RJ, assim como os demais grupos transativistas, não parece preocupada com essa nova forma de interferência médica sobre
a capacidade reprodutiva de pessoas homossexuais.
A perda da capacidade reprodutiva de quem passa por uma “transição de gênero” médica costuma ser minimizada sob o argumento de que hoje existem “outras formas de reprodução", o que significa, na prática, recorrer a uma gestação por substituição (”barriga de aluguel”).
Isso, é claro, apenas desloca a reprodução para o corpo de outra mulher, em geral vulnerável.
Os corpos das mulheres sempre estiveram no centro das políticas eugenistas, por meio de esterilizações forçadas, controle da fecundidade, seleção de quem poderia ou deveria reproduzir-se e outras intervenções sobre sua capacidade reprodutiva.
Nessa versão moderna de política de esterilização em massa, mais uma vez as mulheres são as mais afetadas:
- Quem mais “transiciona” medicamente atualmente são as mulheres, perdendo em muitos casos sua capacidade reprodutiva.
- Para atender ao desejo de maternidade e paternidade de todas essas pessoas esterilizadas em nome da ideia de “identidade de gênero”, são mulheres, claro, que terão sua capacidade reprodutiva explorada.
A MATRIA, longe de se alinhar a qualquer prática de eugenia, se coloca ferrenhamente contra as políticas que estão causando a esterilização de jovens que não se reconhecem no próprio corpo sexuado.
Nossa luta para preservar o marcador ‘sexo’ e garantir que a palavra “mulher” se aplique apenas ao sexo feminino é essencial para que seja possível identificar e denunciar práticas que historicamente incidiram sobre corpos femininos e violência específicas, como
o controle reprodutivo típico das práticas de eugenia.
Não se combate a eugenia tornando invisível o grupo que sempre esteve entre seus principais alvos.
A 53 year old man, Melody Wiseheart has been competing against young girls for years in Canada's swimming competitions. He is allowed to watch and undress with the girls (as young as 8) because he identifies as a young girl.
https://t.co/yGydNrppOR
Olha como são desonsetos. Usam estudo que os próprios autores falam que o nível de evidência é baixa ou baixíssima, que não foi feito com atletas, sem grupo controle e com viés de seleção pra tenta empurrar que macho não tem vantagem nos esportes femininos.
IMPORTANTE! 🚨 Uma matéria da Super Interessante mostra o que todos os estudos de gênero já apontam: que, quando há controle rígido e regras bem claras, mulheres trans NÃO TÊM VANTAGEM sobre mulheres cis nos esportes.
O que mulheres como a Tifanny Abreu enfrentam no vôlei e em outras modalidades é simplesmente transfobia. A CBV tomou para si a decisão arbitrária sobre o que é ser mulher e sobre quem pode ou não jogar vôlei.
Tudo isso sem sequer divulgar uma nota técnica informando se, nos 10 anos em que Tifanny jogou seguindo todas as regras pré-estabelecidas, ela teve ou não vantagem sobre as demais atletas. Em vez de apresentar um laudo com todas as informações, a entidade retrocedeu 50 anos com uma nota vaga e sem fundamentação.
Isso é ANTICIÊNCIA. Todos os estudos mais avançados apontam exatamente o contrário da decisão. Basta pesquisar.
E o pior, pode anotar: isso vai ser pior para todas as mulheres. Em breve, mulheres cis vão precisar provar que são mulheres para praticar esportes.
Todo apoio à Tifanny e a todas as mulheres trans que são atletas! 🏳️⚧️✊
Se você encontrar uma mulher você deve designá-la como "pessoa com útero", mas se você encontrar um homem vestido de mulher, você deve designá-lo como "mulher" senão você vai preso.
Faz sentido para você?
After 11 years as a sports columnist at the Seattle Times, I have decided to resign. It was entirely my choice, and it was not an easy one. The impetus was the Times declining to run a column I wrote from the perspective of two female student athletes who were opposed to competing against biological males. It was one of several pieces of mine that had been spiked, and I no longer felt like I could properly do my job as a columnist. I lay out the situation in greater detail in the link below, but I want to say that I enjoyed my time with the paper, find the talent there to be immense, and have no animosity toward anyone who works there. It was just time for a change.
https://t.co/NAhfUbmaPI
How come trans people are extremely rigid about being referred to with their correct pronouns but when biological women say they’d prefer not to be referred to as cis, it’s fuck them?
Uma candidata que assinou a Carta-Compromisso da MATRIA está sendo publicamente pressionada por um grupo transativista a se “retratar”, sob ameaças e acusações de “discriminação” e “eugenia moderna”.
Após a reação das eleitoras em defesa da candidata, a Frente LGBTIA+ RJ, que diz “estar sempre aberta para o diálogo", deixa claro que não vai dialogar com os pontos trazidos pelos diversos comentários na postagem.
A democracia deles, pelo visto, não inclui o pilar essencial desse sistema: o espaço para a discordância.
Esse episódio apenas reforça a importância do que
a Carta-Compromisso da MATRIA pede aos candidato: que se manifestem aqueles que estão dispostos a defender os direitos das mulheres e a liberdade de debate.
Quando uma candidata manifesta essa disposição e imediatamente sofre ataques para que volte atrás, vemos na prática o ambiente de constrangimento que denunciamos.
A Lei nº 14.192/2021 foi criada expressamente para prevenir, reprimir e combater a violência política contra mulheres com foco nas eleições.
Seu art. 2º estabelece que “serão garantidos os direitos de participação política da mulher” e veda discriminação e desigualdade de tratamento em razão do sexo ou da raça no acesso à representação política e no exercício de funções públicas.
O art. 3º estabelece que violência política contra a mulher é toda ação, conduta ou omissão destinada a “impedir, obstaculizar ou restringir os direitos políticos da mulher”.
O parágrafo único inclui distinção, exclusão ou restrição ao exercício de direitos e liberdades políticas fundamentais em virtude do sexo.
A mesma lei acrescentou ao Código Eleitoral o art. 326-B, que criminaliza determinadas condutas contra candidatas ou mulheres detentoras de mandato.
O dispositivo abrange “assediar, constranger, humilhar, perseguir ou ameaçar, por qualquer meio, candidata a cargo eletivo ou detentora de mandato eletivo (...) “com a finalidade de impedir ou dificultar sua campanha eleitoral”.
A pena prevista é de 1 a 4 anos de reclusão e multa.
Uma candidata tem direito de dizer que concorda ou discorda de determinada pauta.
Tem direito de assinar um compromisso político e depois defendê-lo publicamente.
Pode ser questionada e criticada por isso - como qualquer pessoa que disputa um cargo público - mas outra coisa é sofrer acusações extremas ou ameaças para retirar apoio ou pedir desculpas por uma posição.
Mulheres candidatas, não se deixem intimidar.
Denunciem ataques e tentativas de intimidação por conta de seus posicionamentos em defesa dos direitos de mulheres com base no sexo.
Existem diversos canais oficiais para denúncias de violência política contra mulheres:
- Ministério Público Eleitoral: https://t.co/I4D1wc6HHm
- Trinbual Superior Eleitoral: https://t.co/3PCf1bNbkD
- Defensoria Pública da União: https://t.co/n3UaxquAj2
- Senado: (61) 98309-0025
- Câmara dos Deputados: [email protected]
Cada tentativa de silenciar mulheres que defendem seus direitos apenas prova por que essa defesa é tão necessária.
Não se calem. Denunciem qualquer tentativa de intimidação.
O fato de ainda haver pessoas questionando se há evidência de que atletas trans têm vantagens biológicas para competir com mulheres é mais uma prova de que vivemos numa fase pós-verdade, numa fase Jason Arday do discurso acadêmico público; e que os "divulgadores de ciência" são ou negligentes ou cúmplices com ataques progressistas identitários às evidências e conhecimentos científicos.
Aqui está meu texto a respeito, não refutado desde 2018. https://t.co/nQJM7mM05i
O STF, em 2009, eliminou a exigência do diploma de jornalismo para que alguém fosse considerado "jornalista": uma limitação baixada durante o regime militar (Decreto-Lei 972/1969).
A votação foi de 8 a 1. Gilmar Mendes foi o relator. Cármen Lúcia votou com ele. Os ministros concluíram que os direitos de liberdade de expressão e de liberdade de imprensa da Constituição de 1988 vedam essa exigência da época da ditadura.
Agora, Flávio Dino e Alexandre de Moraes querem o poder de atacar o jornalismo ao reimpor essa exigência, eliminando, no processo, as proteções constitucionais de alguns dos jornalistas mais influentes, respeitados e premiados do país (que possuem formação em áreas diferentes do jornalismo, ou que não concluíram a faculdade, mas ainda assim exercem um jornalismo importante há anos).
Como todos os autoritários fazem, eles estão atacando a imprensa livre. Eles estão tentando arrastar o Brasil ainda mais de volta à era da ditadura militar.
Realidade: atletas femininas que foram prejudicadas se posicionando, organizações feministas e de mulheres precisando provar óbvio (depois da puberdade não há volta na formação óssea, tamanho do pulmão, coração dos homens), mães sendo processadas por defender esportes justos
“Homens são perigosos, agressivos e potenciais estupr4d0r3s. Mas se esses homens colocarem uma saia e se autodeclararem mulher, viram as pessoas mais oprimidas do mundo e não apresentam nenhum perigo para as mulheres.”
Deu pra entender?