É devastador saber que mais uma mulher trans teve sua vida arrancada de forma brutal, em plena Savassi, em Belo Horizonte. Alice Martins Alves, de apenas 33 anos.
O relato de seu pai, dizendo que ela estava evitando sair de casa com medo de ser violentada, é um sintoma da barbárie cotidiana a qual somos submetidas fisica e psicologicamente.
O nome de Alice vai ecoar, como o de tantas outras que o Brasil insiste em silenciar. Nenhuma de nós deveria morrer ou ter medo de morrer por existir. Nenhuma.
A violência transfóbica não é um caso isolado, é um projeto de exclusão, de desumanização.
Que a investigação de feminicídio aberta vá até o fim e que os responsáveis sejam punidos. Nós estaremos acompanhando todo esse processo.
O Brasil precisa parar de normalizar o extermínio das pessoas trans. E nós, que conseguimos permanecer vivas, temos a missão de seguir lutando para que nossas vidas, arrancadas com requintes de crueldade, deixem de ser uma estatística .
ai gente hoje em dia sinceramente se a pessoa n te traiu ou não te bateu dorme q amanha é outro dia porra vao ficar solteiros em pleno 2025 q a pista ta salgada pra um caralho depois de viver por 11 anos juntos pelo amor de deus tô inconformada