Garcia encaminhou um pedido de explicações ao Departamento de Estado americano, questionando a suposta participação de autoridades dos Estados Unidos na saída de Flávio do Brasil e sua entrada em território americano.
“Flávio Bolsonaro não é um líder político perseguido; ele está sob investigação criminal por corrupção grave. Ele deveria ter seu visto revogado e retornar ao Brasil para enfrentar a Justiça”, declarou o democrata.
O parlamentar também confrontou o discurso de Donald Trump sobre imigração e criminalidade. “Se o presidente alega que não deseja a entrada de criminosos nos EUA, por que permitir a entrada do sr. Bolsonaro?”, questionou.
Nascido no Peru e abertamente gay, Robert Garcia conquistou seu terceiro mandato na Câmara dos Representantes. Com a vitória democrata, ele também poderá assumir a presidência do Comitê de Supervisão da Câmara, responsável por fiscalizar o governo federal e investigar possíveis irregularidades da administração Trump.
A cobrança aumenta a pressão política por esclarecimentos sobre as circunstâncias da chegada de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos. Garcia defende que o senador brasileiro não receba proteção política do governo americano e seja enviado de volta ao Brasil para responder perante a Justiça.
Criador do Exército do Lula, André Janones já não é mais um deputado brasileiro apenas; virada de Lula e vitória democrata nos EUA inspirada no Brasil, consagram o General como o maior estrategista político do mundo moderno