Essa geraçãozinha que nasceu em 2008/2009/2010 não tem ideia do que era o Brasil antes dos governos petistas.
Nos anos 90, esse tipo de capa de revista era considerado "recorrente".
apresentador do #RJTV 1 da #TVRiosul falou meteorologia corretamente!! 😯 nem acredito! 👏🏽👏🏽 99% dos repórteres e apresentadores falam meterologia que seria o estudo de meter 🤭🤭
minha teoria da conspiração sobre a copa: inflaram bem as chances da Argentina vencer sabendo que quem ia levar era a Espanha. Casas de aposta devem ter faturado alto.
(ps- a Espanha obviamente jogou melhor e mereceu)
@helenachagas várias páginas do governo com informações inócuas do ponto de vista eleitoral tiradas do ar. Estes dias precisei de informações sobre edições antigas de um programa e simplesmente não dá pra acessar. Muita viagem
@Boscardin mentira que é o que mais irrita Tem várias coisas irritantes rrss assina assina sei lá quantos milhões de inscritos Um papo baixo demais as vezes uma gritaria desenfreada... Fora as bets, óbvio. enfim, claramente não curto kkkkk
@Boscardin tudo é épico. resumiu o que mais me irrita na transmissão deles. cada jogo no começo da copa estilo tabela de baixo do brasileirao e os cara aaahh oohhhh histoooooorico 🙄
@Savagefiction jornal britânico tuiteiro kkkkkkk brincadeira à parte as análises são interessantes sim. não explicam tudo mas faz sentido e somam ao cenário
A quantidade de vezes que o aplicativo da @globoplay pede para atualizar a identidade é INSUPORTÁVEL negócio de desistir de assistir mesmo. que troço chato!! UX nota zero
🗣️ "A propaganda mostra quem ganhou. Eu atendo quem perdeu"
O médio da família Yago Torres relatou como o vício em bets tem se tornado um problema social de saúde pública.
Para além da saúde financeira, as apostas tem afetado negativamente a saúde mental dos pacientes do dr. Torres, que defende o fim das propaganda e publicidade das bets.
🎬 Reprodução: Instagram (Dr Yago Torres)
Índia é o 3º maior produtor de sal do mundo, e mais de 70% vem de Gujarat. Em planícies salinas com até 50°C, trabalhadores sazonais enfrentam calor extremo, doenças e jornadas exaustivas, ganhando apenas 150–300 rúpias (~US$1,50) por tonelada produzida.