Nascida em RJ. Desde 2007 na BA. Tecnóloga em Gestão de RH e bacharel em Relações Públicas. Aquariana e ser humano. Catlover. Amando a mesma pessoa há anos.
@JuulianaVeiga Uma vez fizeram isso na empresa q trabalhava. Na explicação esdrúxula dos movimentos eu já desconectei. Ficou todo mundo fazendo e eu esperando a palha assada acabar... Que nada!
O começo foi até legal, pq foram dinâmicas em grupos usando brincadeiras de criança, mas depois...
@yorakai É bom, de vez em quando, você desligar a música e ouvir o som ambiente em alguns lugares (como a montanha cheia de fantasmas de Liyue e o hospital abandonado em Sumeru) e horários. E com fone de ouvido. Vai por mim, vale a pena!
@yorakai Prepara os peixinhos quando você for fazer as missões do Genshin... O que cai de suor dos olhos não é brincadeira... Os ninjas cortadores de cebola deles são muito bons
@felopsmya@yorakai Não acho que é a maioria da comunidade, mas é a que faz mais barulho. Infelizmente
Continua a que, como jogadora veterana (desde 2020), tô achando muito fofo e batendo a nostalgia! Já tô te seguindo também
FOMOS CENSURADOS! Não tem outra forma de explicar o que aconteceu com a gente na semana passada.
Na última sexta-feira a Meta simplesmente baniu, de forma arbitrária a nossa conta do Instagram, que já tinha mais de 30 mil seguidores.
Eles não explicam o que causou o banimento. O que se fala online é que a Meta está banindo, de forma desenfreada, centenas de páginas progressistas e ligadas à comunidade LGBTQIA+. E a gente sabe que o dono da Meta é aliado dos conservadores norte-americanos.
Supostamente a IA da Meta bane as páginas progressistas e você pode fazer uma apelação para que uma análise humana avalie se o banimento foi injusto ou não. O problema é que essa análise humana pode levar 5 horas, 5 dias ou até mesmo mais de 5 meses.
E a gente faz o que nesse tempo, sem poder produzir conteúdo, em um dos períodos mais importantes do ano no cenário nerd? Pois é, não podemos ficar parados, e por isso criamos uma conta reserva e temporária, enquanto a principal não volta.
Me desculpem ficar aqui mendigando ajuda de vocês, mas seria MUITO MUITO MUITO MUITO IMPORTANTE que vocês compartilhem esse post para ele ir o mais longe possível. Mandem o nosso perfil novo no Insta para os amigos. Nos ajudem a reconstruir nossa comunidade do zero.
É impossível recuperar os 30 mil, mas qualquer coisa nos ajuda. O importante é que Zunckenberg e sua agenda Trumpista NÃO VÃO NOS CALAR!
Link do novo perfil: https://t.co/8ulUwvYuDb
O assunto da vez é o fim do voto feminino, mas muitos absurdos já vieram antes disso...
Hoje temos #repost da criadora Juvi Chagas para entender o funcionamento da Janela de Overton. A técnica é usada pela extrema direita para criar cada vez mais novas pautas absurdas para que antigos absurdos comecem a parecer plausíveis.
Ser de esquerda exige paciência porque todo dia é preciso repetir o básico:
Que vacina salva, que criança não deve trabalhar, que entregar o país não é solução, que água não é mercadoria, que mulher tem direito ao voto e que ninguém deveria morrer de tanto trabalhar!
O conceito de "sportswashing" foi cunhado por volta de 2015 e indica o uso do esporte para melhorar a reputação de um país, governo ou indivíduo.
Mas e quando um país usa o esporte para piorar a sua reputação? Talvez possamos cunhar o termo "sportsshitting" para o que os EUA fizeram na Copa do Mundo de 2026.
Não há dúvidas que, dentro de campo, a Copa do Mundo foi um sucesso. Os astros brilharam, grandes histórias foram escritas, houve jogos marcantes, o futebol foi de alto nível. Ao contrário do que se temia, os estádios estiveram lotados e a FIFA conseguiu lucrar muito.
O lucro é, afinal, o que importa para homens como Gianni Infantino e Donald Trump. As cifras positivas certamente estão acima da reputação na lista de prioridades.
Mas desde antes do início da competição, os EUA confirmaram a imagem de país hostil ao resto do mundo. Quando se escrever sobre a Copa do Mundo de 2026 no futuro, o título da Espanha, os recordes de Mbappé e Messi e jogos como o México x Inglaterra das oitavas de final serão lembrados, mas será impossível deixar de lado o péssimo trato à seleção iraniana e o visto negado ao árbitro somali Omar Artan.
E talvez nada seja tão lembrado como a interferência de Trump e da Casa Branca na reversão da suspensão de Folarin Balogun, norte-americano expulso contra a Bósnia que pôde atuar normalmente na partida seguinte contra a Bélgica. Um show de servidão de Infantino e da FIFA, rasgando as regras do futebol para agradar ao amigo presidente dos EUA.
Nada poderia ser mais simbólico, ao final da Copa, que Donald Trump sendo suavemente retirado do pódio por Infantino após conversa com Rodri e depois artificialmente removido da foto oficial postada pela Espanha nas redes sociais.
Os Estados Unidos se mostraram durante um mês e meio um país capaz de causar uma enorme ingerência no esporte mais popular do planeta, extremamente hostil às comunidades estrangeiras e incapaz de ser receptivo até mesmo aos trabalhadores do futebol.
Ninguém esperava nada diferente. Ninguém imaginava que haveria um "sportswashing" dos EUA, que nunca se preocuparam com melhorar a sua reputação. Mas episódios como o de Balogun talvez tenham inaugurado o "sportsshitting".
Logo veremos as suas extensões nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.