Prezado
Com todo respeito, por mais que tenha lido e se informado, vc não vivencia o Clube. Portanto cometeu erros nesta sua análise. O CoDe perde poderes sim. Não é opinião , é fato.
@mundonabola Prezado
Com todo respeito, por mais que tenha lido e se informado, vc não vivencia o Clube. Portanto cometeu erros nesta sua análise. O CoDe perde poderes sim. Não é opinião , é fato.
@cesargrafietti@delaurentiis_br Sim
A questão é que o FF tem uma dinâmica própria, questões específicas para se levar em conta.
Obviamente, não existem soluções pontuais, nem apenas questões financeiras.
Como bem assinalou, é um trabalho a longo prazo. Acrescento q tem q ser estrutural e estruturante.
@cesargrafietti@delaurentiis_br Comparar times de série B com Times Femininos significa silenciar e apagar os 40 anos de PROIBIÇÃO q as mulheres tiveram q enfrentar para jogar bola. 40 anos onde o Futebol Masculino se profissionalizou e se popularizou e as mulheres eram PROIBIDAS de jogar.
Muito além do Futebol Feminino | Coluna da @marionk72
A saída de Rosana Augusto expõe retrocessos no Futebol Feminino do Flamengo e a falta de investimentos na modalidade. Leia a coluna de Marion Kaplan
https://t.co/xFbeqZMNRL
A garganta se fecha.
O coração acelera.
Os olhos úmidos.
A coluna do Lúcio de Castro é uma grande homenagem à nossa torcida. Torcida q os donos do poder ñ conhecem, usam p conseguir contratos milionários e esquecem qdo deveriam retribuir com uma parte de ingressos populares…
NOVA COLUNA:
A elitização do Maracanã foi especialmente cruel com a torcida do Flamengo. Junte a isso a imensa insensibilidade da cartolagem e o resultado é a tragédia que está no texto: https://t.co/xTmUzudLWa
Pelo Flamengo. Por nós. Pelos nossos. Sempre. — A Verdadeira Guerra Santa Rubro-Negra
Quando o calendário anuncia noventa jornadas decisivas, o Flamengo sabe que não há ensaio — só estreia com tudo em jogo. Nestes dias, o clube entra num campo que vai além das quatro linhas: é trincheira de conflito narrativo, palco de disputas institucionais, redemoinho de apitos que reescrevem tabelas.
E é nessa tempestade que o Flamengo, de novo, convoca sua Nação — para estar unida e vigilante.
No último fim de semana, o que se viu em campo foi uma sequência de equívocos preocupantes. Árbitros ousaram interpretar onde não havia espaço; o VAR hesitou onde precisava agir. Os lances se sucederam como capítulos amargos: pênaltis e expulsões ignorados, um verdadeiro filme de terror. Quem assiste sabe: é fácil enxergar um padrão — os erros recaem sempre sobre os mesmos. E, se mapearmos os lances decisivos dos principais times do G-5, veremos que algumas posições na tabela sequer existiriam sem essas distorções — um dado inquietante que reflete não sorte ou acaso, mas distorção sistemática.
Enquanto isso, o embate entre Libra e Flamengo segue cada dia com tinta mais escura. A liga acusa “desinformação”, pinta o clube como protagonista solitário; o Flamengo contesta os critérios, os repasses e a lógica de regras que favorecem travas e privilégios — e, diferente do que se fala, sempre documenta e prova, mas sem ser ouvido. Às vezes, parece que a Libra quer aquele velho Clube dos 13 em novo formato — pensado para privilegiar receitas e controle financeiro, não competição aberta e justa.
E é bom lembrar: quando ouvirem que o Flamengo “não pensa no coletivo”, escutem bem. Foi o clube que renunciou a rendas e contrapartidas que seriam vantajosas apenas para si, abrindo mão de lucro individual em prol de uma fórmula que, no papel, beneficiaria todos. Em contrapartida, há clubes abraçando mínimos garantidos, assegurando cifras fixas e protegendo-se de risco; outros que nem sequer cogitam abrir mão do gramado sintético, impondo terreno de vantagem; clubes que pregam união e irmandade, mas agem como verdadeiros Judas — ignorando o Fair Play Financeiro e deixando de pagar o que devem a clubes que por falta de dinheiro, acabaram rebaixados; e até times que recebem aporte de presidentes de adversários, oferecendo participação acionária como garantia. Tudo isso circula sob aplausos mornos.
Neste panorama, clubes com vozes poderosas ocupam espaços midiáticos. Jogadores de adversários concedem entrevistas em horário nobre para justificar decisões de arbitragem que os favoreceram — enquanto o Flamengo precisa lutar até para ter direito ao silêncio ou à defesa. E, para piorar, o debate é inflado por pseudo “jornalistas” que viraram assessores de imprensa da hipocrisia, opinando sobre o que não conhecem, exibindo documentos incompletos, recortes fora de contexto e interpretações convenientes. Criam uma retórica que oscila entre a incompetência e a má-fé, sempre com o mesmo objetivo: distorcer fatos, fabricar vilões e tentar deslegitimar o que o Flamengo constrói com transparência e grandeza. Em muitos casos, é manchete negativa instantânea; em outros, suspeita ou elogio quando convém — sempre guiados pela conveniência.
Noventa dias.
Esse é o tempo que separa o Flamengo entre o agora e a eternidade. E, diante do cenário de arbitragens duvidosas, narrativas enviesadas e bastidores contaminados, não há espaço para hesitação — é hora de guerra santa rubro-negra. O clube precisa marchar como um só corpo, uma só alma, um só grito.
A torcida deve ser escudo e espada. Que cada canto no Maracanã cale comentarista oportunista; que cada bandeira hasteada seja um lembrete de que o Flamengo não se curva a ninguém. A arquibancada precisa se tornar muralha — o 12º jogador que empurra, intimida e protege. Nenhum adversário, dentro ou fora de campo, resiste à vibração da Nação quando ela está inteira e unida, cantando as mesmas músicas e lutando pelo mesmo objetivo.
A diretoria precisa agir com a firmeza de quem defende patrimônio sagrado. É hora de respostas públicas, de documentos expostos, de cobrança aberta. Que não se tolerem mais arbitragens absurdas nem bastidores nebulosos. Transparência e reação imediata — essa é a linguagem que respeitam. O Flamengo não pode mais ser passivo diante de manobras políticas; deve ser protagonista, não réu, no debate sobre o futuro do futebol brasileiro.
E a comissão técnica e os atletas devem vestir o Manto como quem veste uma armadura. Cada treino é batalha, cada jogo é trincheira. Não há desculpas, não há distrações. Quem entrar em campo precisa carregar no peito a certeza de que representa milhões. Que joguem por nós, pelos nossos, por tudo o que o Flamengo construiu — e pelo que ainda virá.
Porque estes noventa dias não são apenas parte de uma temporada. São o capítulo que definirá se este Flamengo será lembrado apenas como um time vencedor — ou como a era que consolidou sua hegemonia.
É a hora da união total: Torcida, Diretoria, Atletas e Comissão Técnica — juntos, fechados, inabaláveis.
O inimigo é o barulho.
A resposta é o grito.
Pelo Flamengo. Por nós. Pelos nossos. Sempre.
🚨VEJA: diferenças entre a bancada feminina da raça e o pelotão feminino da Jovem.
Paulinha: “tem um grupo somente com lideranças do feminino. Uma de cada estado. São as mulheres que decidem.”
Carol: “As vezes tem casos das meninas nem poderem ter um grupo entre elas. Já aconteceu do monitor está no grupo das meninas. Só ele de homem. O que as meninas decidiam de fazer ele barrava tudo. Eu acho que a torcida tem que sair da idade da pedra, principalmente a jovem. A jovem é muito machista.”
🎙️Paulinha | Carol Coelho
🎥 YouTube: O Fla Pod
Isso não é pauta envolvendo apenas o Atlético.
Isso não é assunto envolvendo apenas mulheres.
Os Clubes precisam se mobilizar e se unir para combater de forma contundente e eficiente o assédio e a violência contra mulheres.