Mas Se A Globo CENSUROU, VAMOS DIVULGAR O RECADO Da Supercombo No Rock In Rio.
"Dia 04 De Outubro PRECISAMOS VARRER A EXTREMA DIREITA Do Brasil. Essa Galera, Vorcaro, Níkolas Ferreira Que Está SUJANDO O País, ESSA GALERA PRECISA IR EMBORA"
🗣️“Ah, isso é coisa de mulherzinha.”
Parece só uma frase.
Mas palavras nunca são “só palavras” quando ajudam a normalizar a ideia de que mulheres valem menos.
👁️Antes de tirar uma conclusão, vale entender o que é misoginia, por que esse tema voltou ao centro do debate e o que está sendo discutido no Congresso.
✅Informação de qualidade sempre será o melhor ponto de partida para qualquer opinião
“Não aceitamos ser tratados como moleque. Estive 3h com o Trump e o Marco Rubio não tava lá, possivelmente porque tava preocupado em ajudar o filho de um bolsonarista candidato à eleição e que não tem vergonha de trair a pátria.” - Lula gigante defendendo o Brasil Soberano.
🚨EXPLODIU! Jornal Nacional ACABA de MOSTRAR que o pedido de INTERVENÇÃO de Flávio Bolsonaro aos EUA virou AMEAÇA ao sistema financeiro brasileiro e até ao Pix, segundo o Ministério da Fazenda.
A FAMÍLIA BOLSONARO QUER DESTRUIR O BRASIL, MESMO FORA DO PODER!
📝 Nota do Governo do Brasil
O Brasil é uma nação soberana que tem travado combate permanente contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as demais facções e milícias que praticam o terrorismo nos territórios em que vivem milhões de famílias. Enfrentar essas organizações criminosas com firmeza é, e continuará sendo, prioridade do Estado brasileiro.
O terror causado por essas organizações em comunidades busca obter lucro através do crime, especialmente pelo tráfico de drogas e armas, e não pode ser confundido com o tipo de ação por motivos ideológicos, políticos e religiosos do terrorismo internacional.
A segurança da nossa população é importante demais para ser manipulada politicamente por traidores que tentam confundir esses conceitos. Por falsos patriotas, envolvidos com o crime organizado, que pedem a autoridades estrangeiras a interferência em assuntos brasileiros.
É deplorável que mais uma vez integrantes da família Bolsonaro viajem aos Estados Unidos para defender intervenção estrangeira no Brasil, como já fizeram no tarifaço, que causou tantos danos ao nosso país.
Aprovamos recentemente uma lei de combate às facções e milícias com penas que chegam a até 80 anos de prisão – a maior prevista em toda a legislação brasileira. O Governo do Brasil conduz o programa “Brasil contra o Crime Organizado”, que combate as facções e milícias desde o seu braço armado nas esquinas até o seu andar de cima.
O crime organizado não respeita fronteiras e seu combate exige ação conjunta. Construímos, ao longo de décadas, parcerias com vários países, inclusive com os Estados Unidos. O Brasil apresentou em 16 de abril deste ano, ao Departamento de Estado dos EUA, uma proposta focada na inteligência e na cooperação internacional que inclui ampliação dos controles sobre a lavagem de dinheiro praticada no exterior e sobre o tráfico de armas enviadas ao Brasil.
Qualquer colaboração internacional para o combate às facções será bem-vinda. Seguimos dispostos a construir soluções conjuntas benéficas aos países envolvidos. Mas não aceitaremos o uso de medidas arbitrárias vindas do estrangeiro como pretexto para atacar a nossa soberania e a nossa economia.
Medidas unilaterais, não negociadas, podem enfraquecer o combate aos criminosos e gerar ações que colocam em risco a vida das pessoas que nada têm a ver com o crime. Podem reduzir a capacidade de compartilhamento de informações entre as polícias. Podem afetar nosso sistema financeiro e inovações nacionais como o PIX, que incomodam interesses estrangeiros.
Em resumo, trata-se de possível retrocesso no combate ao crime, risco à vida das pessoas e prejuízos econômicos ao país.
A soberania nacional é inegociável. O Brasil rejeita qualquer forma de interferência externa em seus assuntos internos. Quem define como o crime é classificado e combatido dentro do Brasil são os brasileiros, com suas instituições, suas leis e suas forças de segurança.
Flávio Bolsonaro não está “combatendo o crime”; ele está tentando importar para o Brasil a lógica da guerra ao terror dos EUA. E quem pode pagar a conta é o país inteiro. O filho do Jair Bolsonaro foi aos Estados Unidos pedir a Trump que trate PCC e CV como organizações terroristas.
O problema são as consequências. Parece discurso duro contra o crime. Mas, na prática, é uma irresponsabilidade gigantesca com o Brasil.
O risco político é enorme: os EUA passam a ter argumento para aplicar sanções, impor pressão diplomática e interferir no modo como o Brasil conduz sua própria política de segurança. A Reuters já havia registrado que o governo brasileiro rejeitou esse caminho porque, pela lei brasileira, PCC e CV são organizações criminosas, não organizações terroristas.
Quando uma facção brasileira entra na lógica americana da “guerra ao terror”, o problema deixa de ser apenas de segurança pública e passa a envolver sanções internacionais, pressão sobre bancos, empresas, fintechs, comércio, investimentos e até risco de interferência estrangeira sobre decisões do Estado brasileiro.
Quem pode sofrer com isso não é o criminoso do alto escalão apenas. É o país inteiro.
Empresas brasileiras podem virar alvo de bloqueios. Bancos podem ser pressionados. Cadeias produtivas inteiras podem ser colocadas sob suspeita. Qualquer setor infiltrado por dinheiro do crime pode gerar consequência para gente que nem sabia que estava perto dessa rede.
O Brasil precisa combater PCC e CV com força, sim. Mas com inteligência financeira, investigação, bloqueio de bens, combate à lavagem de dinheiro, controle de armas, fronteiras protegidas e Estado presente.
O que Flávio fez foi outra coisa: tentou terceirizar a segurança do Brasil para Trump, usando um problema gravíssimo do povo brasileiro como peça de campanha eleitoral. Isso não é patriotismo. É submissão, sabotagem...
E é assim que a extrema direita funciona: cria caos, vende medo e depois entrega a soberania do país como se fosse solução. O crime organizado precisa ser enfrentado. Mas o Brasil, o povo, não pode ser prejudicado, colocado de joelhos diante dos Estados Unidos por ambição eleitoral de um Bolsonaro.
Ninguém está passando pano para facção. O que se está denunciando é outra coisa: Flávio Bolsonaro usou a segurança pública como palanque eleitoral e colocou o Brasil numa rota perigosa de sanções, interferência externa e insegurança econômica.
🚨 URGENTE: A FARSA CAIU POR TERRA
Após nós desmascararmos a ridícula tática de obstrução dos bolsonaristas, o partido de Flávio Bolsonaro (PL) acaba de pedir para que a PEC 40/2025 seja votada hoje junto com a nossa PEC pelo fim da 6x1.
A PEC 40/2025, do PL, cria a ESCALA 7x0.
Os bolsonaristas estão nus no meio do Plenário. E, embaixo de tantos ternos, só há derrotados.
E nós derrubaremos a escala 6x1 na Câmara.
@kalliloliveira_ Sempre os mesmos, se a proposta for a favor do povo brasileiro, votam NÃO, se for para aumentar a renda deles próprios ou tirar o condenado e inelegível da cadeia, votam SIM.
Esses são os verdadeiros INIMIGOS DO POVO.
🚨 COMPARTILHEM MUITO: Esses são os 22 deputados e deputadas inimigos do povo que votaram CONTRA o fim da escala 6X1. Dez são de Santa Catarina.
Maranhão (MA)
- Paulo Marinho Jr (PL-MA)
Rio Grande do Sul (RS)
- Bibo Nunes (PL-RS)
- Lucas Redecker (PSD-RS)
- Marcel Van Hattem (Novo-RS)
- Mauricio Marcon (PL-RS)
- Sérgio Turra (PP-RS)
Roraima (RR)
- Nicoletti (PL-RR)
Santa Catarina (SC)
- Carlos Chiodini (MDB-SC)
- Caroline de Toni (PL-SC)
- Daniel Freitas (PL-SC)
- Daniela Reinehr (PL-SC)
- Fabio Schiochet (União-SC)
- Gilson Marques (Novo-SC)
- Julia Zanatta (PL-SC)
- Pezenti (MDB-SC)
- Ricardo Guidi (PL-SC)
- Zé Trovão (PL-SC)
São Paulo (SP)
- Adriana Ventura (NOVO-SP)
- Fausto Pinato (União-SP)
- Kim Kataguiri (Missão-SP)
- Ricardo Salles (Novo-SP)
- Rosangela Moro (PL-SP)
INIMIGOS DO POVO! Anote o nome, partido e estado dos 22 deputados que votaram contra o fim da escala 6x1 e foram derrotados:
Kim Kataguiri (Missão - SP)
Ricardo Salles (Novo - SP)
Julia Zanatta (PL - SC)
Rosângela Moro (PL - SP)
Adriana Ventura (Novo - SP)
Bibo Nunes (PL-RS)
Carlos Chiodini (MDB-SC)
Caroline De Toni (PL-SC)
Daniel Freitas (PL-SC)
Daniela Reinehr (PL-SC)
Fabio Schiochet (União-SC)
Fausto Pinato (Uniao-SP)
Gilson Marques (Novo-SC)
Lucas Redecker (PSD-RS)
Marcel van Hattem (Novo-RS)
Maurício Marcon (PL-RS)
Nicoletti (PL-RR)
Paulo Marinho (PL-MA)
Pezenti (MDB-SC)
Ricardo Guidi (PL-SC)
Sérgio Turra (PP-RS)
Ze Trovao (PL-SC)
A aprovação do fim da escala 6x1 com redução de jornada e sem redução de salário, pela Câmara, é uma conquista histórica e civilizatória.
Um compromisso assumido pelo Governo do Brasil.
Mais do que horas no relógio, estamos devolvendo aos trabalhadores e trabalhadoras o direito ao convívio com a família. Ao descanso. À vida além do trabalho. As duas folgas semanais significam mais tempo para estudar, se divertir, cuidar da saúde e ver os filhos crescerem.
É uma vitória sobretudo das mulheres que, historicamente e injustamente, enfrentam jornada superior, desigual. Uma medida que só foi possível graças à imensa mobilização da sociedade.
Agradeço ao presidente Hugo Motta e também o apoio decisivo dos parlamentares que construíram ampla maioria na Câmara.
A proposta agora segue para o Senado. Seguiremos trabalhando intensamente pela sua aprovação definitiva.