Boa noite.
Sim, as mulheres trans e as mulheres cis tem diferenças. Isso é óbvio.
Mas quando um homem nos espanca porque demos um fora nele, a dor é diferente?
Quando um homem nos esfaqueia porque terminamos um relacionamento, a cor do sangue que jorra da gente é diferente?
Quando um homem dá um tiro na gente, o som do nosso corpo caindo é diferente?
Quando uma mulher cis lésbica e uma mulher trans são expulsas de casa, a ponte que a gente vai dormir é diferente?
Quando uma uma mulher cis negra e uma mulher trans são discriminadas no mercado de trabalho, o saldo bancário negativo é diferente?
Quando uma mulher cis e uma mulher trans precisam aceitar a escala 6x1 pra sobreviver, o cansaço é diferente?
Há diferenças entre nós e isso não está em discussão. Inclusive, até nos exemplos que dei aqui, há nuances.
Mas há dores, necessidades e uma negação de direitos estrutural que une todas as formas de ser mulher em nossa sociedade.
Aliás, eu, uma mulher trans, me senti extremamente representada pela presidenta da anterior da Comissão. Uma deputada cis e indígena.
minha ex-professora de direito empresarial sendo presa por: “envolvimento com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, corrupção e violação de sigilo funcional.”
apenas coisas leves graças à deus
Luísa Sonza revelou que chorou assistindo ao novo álbum visual de Gaby Amarantos, “Rock Doido”:
“Tem uma vibe cultural bem massa, vários momentos eu chorei.”