🚨VEJA: Luana Piovani sobre proibição das bets e brasileiros irem embora para Portugal:
“Aquele aborto da natureza está indo morar em Portugal… Portugal podia se preocupar, né. Imagina chegando esse monte de monstro.”
🚨 ATENÇÃO! Esse foi um dos posts censurados a pedido de Flávio Bolsonaro.
Atacaram uma publicação em que o autor apenas pede proteção para Nossa Senhora Aparecida. Sim, isso é PERSEGUIÇÃO CONTRA OS CATÓLICOS.
CATÓLICOS CENSURADOS
RESPEITEM NOSSA PADROEIRA
Flávio pediu e Mendonça mandou tirar do ar, posts com essa simples frase:
“Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, rogai por nós!”
Sugiro repostar tudo com essa frase
este post de @antoniotabet que NÃO citava Flávio Bolsonaro foi alvo de pedido de Flávio - com pedido acolhido pelo ministro Andre Mendonça - sendo alvo de CENSURA por parte da extrema-direita
não odeiam apenas os católicos mas também odeiam a liberdade nas redes
Nota à Imprensa. Peço, por favor, que compartilhem:
“A defesa de Antonio Tabet repudia veementemente a decisão liminar proferida pelo Ministro André Mendonça que determinou a remoção de uma de suas publicações na plataforma X. A ordem judicial de exclusão atinge uma manifestação que em momento algum citou o nome do candidato Flávio Bolsonaro.
A principal (mas não única) fragilidade jurídica da decisão reside na presunção de que uma crítica genérica teria um destinatário certo, referendando um curioso fenômeno de autoidentificação. A postagem limitou-se a afirmar, acompanhada de uma imagem da padroeira, que ‘A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!’. O fato de o representante ter se reconhecido de forma tão imediata nessa exata descrição é revelador, mas vestir a própria carapuça não deveria fornecer o alicerce jurídico para a decretação de censura.
A liberdade de expressão e a crítica política, por mais ácidas ou incômodas que sejam, constituem elementos ordinários e constitucionalmente protegidos do debate democrático. Tratar uma opinião incisiva e uma hipérbole retórica como se fossem a divulgação de um "fato objetivamente falso" subverte a finalidade do combate à desinformação, transformando o aparato judicial em um escudo de conveniência contra o livre escrutínio público, agravado pela ameaça de uma multa de R$ 30.000,00.
Por essa razão, informamos que serão interpostos todos os recursos cabíveis para reverter a decisão e resguardar o direito à livre manifestação. O ambiente democrático exige resiliência, sendo no mínimo irônico que a máquina jurisdicional precise ser acionada em caráter de urgência para proteger a suscetibilidade de quem, ao que tudo indica, ofende-se ao ver a própria insegurança projetada na opinião pública.”
Lucas Mourão - @lucasmourao_
André Matheus - @andrematheus85
Rodrigo Rollemberg - @rodrigorc72