Ela cravou várias facadas em Flávio. Até agora, comportou-se como inimiga declarada, tanto do filho quanto do pai. Julgou possuir um peso político irresistível, quase fatal; mas o seu peso dissolveu-se no ar. Politicamente, Michelle não significa mais nada. É um nome que o vento já carrega, e ainda assim uma pequena corte de áulicos e esperançosos insiste em que Flávio, humilhado, vá mendigar o seu apoio.
Ora, Flávio tem o povo. Não precisa ajoelhar-se diante de uma inimiga insignificante. Os devotos de Michelle bem o sabem, mas alimentam, com a fome miúda dos que nada têm, a esperança de alguns cargos no futuro governo. É só isso o que move o teatrinho: a distribuição de sobras. Nada mais.
Hoje o povo distingue, com clareza de quem já sofreu bastante, o trigo do joio. Michelle e todos quantos cerraram fileiras com ela nos ataques torpes ao filho estão com a carreira política comprometida. Bem comprometida, aliás. Resta-lhes, apenas, o simulacro: fingir que ainda importam, fingir que ainda pesam, fingir que ainda são. Fingir. Não mais do que isso.
Eu desejo explicações do Governador Tarcísio @tarcisiogdf
Como assim São Paulo se tornou "Muslim Friendly"?
Escolas vão ensinar o islamismo, mas o cristianismo não pode?
Ele acha que o brasileiro não sabe que isso é uma INVASÃO? Olha pra Europa!
Não vamos aceitar isso.
A esquerda convocou protesto.
Eu achei que fosse contra o roubo dos aposentados, contra a mesada do Lulinha, contra o golpe bilionário do caso Master, contra o rombo de R$ 20 bilhões dos Correios ou contra a dívida pública que já passou dos R$ 10 trilhões.
Mas não. Nada disso.
Foram às ruas contra a dosimetria.
Contra a possibilidade de mães, pais e avós inocentes voltarem para casa, cuidarem da família, tratarem da saúde, retomarem a vida.
A esquerda não protesta quando o Estado rouba. Ela protesta quando o Estado perde o poder de punir seletivamente.
E isso não é incoerência. É método.
A esquerda nunca protesta contra a corrupção porque ela precisa da corrupção para governar.
Estado grande, impunidade para os “companheiros” e repressão para quem discorda. Simples assim.
@SidnelsonEu Na concha aberta eles defecam, a concha fechada pra cobrir a berda e nos dois prédios estamos nós o povo, assistindo tudo sem poder dar um Pio...eu acho que serve pra isso. SÓ!
O que vimos nas ruas de Manhattan não é apenas uma manifestação. Esses extremistas islâmicos seguem uma ideologia clara: a da jihad global.
Pelas próprias palavras de líderes do Hamas e de outros grupos islamistas, o objetivo não é só atacar Israel.
É impor a sharia como lei mundial, submeter sociedades livres e acabar com valores ocidentais. Essa visão está nos documentos fundacionais do Hamas e nos discursos públicos do Irã e de grupos jihadistas: a luta só termina quando todo o mundo estiver sob domínio islâmico radical.
Por isso, quando vemos milhares de pessoas em Nova York levantando bandeiras palestinas em apoio ao Hamas, não é apenas sobre “Israel e Palestina”. É sobre uma ideologia que ameaça todos nós.
🚨A Antifa está completamente fora de controle em Milão enquanto assume espaços públicos e ataca policiais em sua nova guerra contra o Estado pela recusa de Meloni em apoiar o Hamas.
🇮🇱🇺🇸 O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não apenas usou um broche com um QRCode como também pagou caminhões com painéis digitais e telões próximos à sede da ONU e na Times Square com o código, convidando os transeuntes a acessarem as imagens.
Ao ser escaneado, o código leva a um site que reúne alguns registros das atrocidades cometidas pelo Hamas em 7 de outubro de 2023.
Todos os integrantes da delegação israelense também usavam o mesmo símbolo.
O material, entretanto, só pode ser aberto fora de Israel, uma estratégia que o governo já utilizou em outras ocasiões para reforçar sua mensagem junto à comunidade internacional.