Dia 21 de julho de 1902, na Marquês de Abrantes, 51. De 20 assinaturas, nasceu Fluminense, o clube do Rio, natural do Rio de Janeiro.
O pioneiro do futebol brasileiro se embrenhou pelos quatro cantos da cidade mais linda do mundo. Viajou pelo estado, conquistou o país, o mundo.
Três cores, que representam tanto o bairro das Laranjeiras, como fazem aquecer corações Tricolores em cada lugar do planeta. O Fluminense é tradição, mas também é progresso, porque esse querido pavilhão vai muito além dos tantos títulos que em Laranjeiras festejamos. É orgulho, é sentimento sem igual.
124 anos depois, a Maior Ideia de Todos os Tempos ainda é brilhante.
Obrigado, Fluminense. Parabéns. O grande amor das nossas vidas.
#Flu124
O Cristiano Ronaldo foi uma espécie de super-herói da minha pré-adolescência.
Enquanto muita gente era fã do Batman, Hulk, Homem-Aranha, eu só queria saber do Cristiano Ronaldo. Ligava a TV por causa dele, vibrava a cada jogo, comemorava cada gol, imitava cada comemoração, cada corte de cabelo, como se também fizesse parte daquela história.
Hoje sou adulto, chefe de família e ainda recordo esses momentos com uma nostalgia boa demais, até por isso sigo torcendo como se ainda fosse aquele menino encantado pelo futebol do pernudo com o cabelo de miojo, brinco na orelha e dente separado.
Percebo que ele não fez parte apenas da minha paixão pelo futebol, mas também de uma fase da minha vida que nunca mais vai voltar.
Talvez seja por isso que essa quase despedida pese tanto. Não é apenas o fim da carreira de um jogador, também será o encerramento de um capítulo da minha própria história.