já tivemos AO VIVO a primeira experiência do “negociar com patrão” e o cara nem se elegeu ainda KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
O vídeo foi do Flávio Bolsonaro falando "VAI SER O FIM DA ERA LULA E A GENTE VAI FICAR DÉCADAS NO PODER", um dia depois de ter dito que vai mudar a Constituição de 1988, foi suspenso estranhamente, mas a gente posta de novo.
O deputado federal eleito Jones Manoel (PSol - PE) participou na manhã desta terça-feira (7/10) de um encontro com a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Brasília. No evento, foi discutida novas estratégias de comunicação digital para o segundo turno. Em entrevista coletiva, o deputado defendeu a soberania digital do Brasil, tanto em relação às redes sociais quanto ao Pix.
📽️ Raphaela Peixoto/CB/DA Press
A Constituição de 1988 completou ontem 38 anos. Elaborada ao longo de 20 meses por 559 constituintes, consagrou um amplo rol de direitos fundamentais, que vai da saúde universal, com a criação do SUS, e da educação como dever do Estado à defesa do consumidor e à proteção do meio ambiente. Em 5 de outubro de 1988, no discurso de promulgação, Ulysses Guimarães bem sintetizou essa ambição: "só é cidadão quem ganha justo e suficiente salário, lê e escreve, mora, tem hospital e remédio, lazer quando descansa".
Esse projeto constitucional foi concretizado por leis e emendas que modernizaram o país. Elas abriram a economia, com o fim de monopólios estatais e as privatizações, e criaram as condições para o Plano Real, o maior programa social já realizado no Brasil. Ao proteger a renda dos mais pobres da corrosão inflacionária, ele lançou as bases para o mais amplo ciclo de inclusão social das últimas décadas. Na saúde, a garantia de recursos mínimos para o SUS veio acompanhada de políticas de excelência, como a lei dos genéricos, que contribuiu para a redução do preço dos medicamentos, e o programa de combate ao HIV, considerado exemplo pela ONU. Na educação, reformas tornaram permanente o Fundeb, principal mecanismo de financiamento da educação básica, que garante um investimento mínimo por aluno em todo o país.
Nessas quase quatro décadas, o Supremo também foi decisivo para densificar os direitos assegurados pela Constituição. A partir das decisões do Tribunal, muitas promessas alcançaram, de fato, a vida das pessoas, sobretudo de quem por muito tempo esteve à margem da proteção do Estado.
Foi assim com as mulheres. O STF confirmou a validade da Lei Maria da Penha, afastou a tese da legítima defesa da honra nos casos de feminicídio e impediu que a vida pregressa da vítima seja usada contra ela nos processos por violência sexual. Há poucos dias, assegurou a todas as mães, biológicas ou adotantes, a mesma licença-maternidade, seja qual for o vínculo profissional. Neste ano, confirmou também a lei que exige transparência para combater a desigualdade salarial entre homens e mulheres.
Foi assim também com as pessoas idosas e com deficiência, quando a Corte garantiu que, em situação de pobreza, elas não percam o direito ao benefício de um salário mínimo devido a um critério inflexível de renda familiar, e assegurou jornada especial aos servidores responsáveis por pessoas com deficiência. Em agosto, estendeu o benefício fiscal na compra de carros às pessoas com autismo, e não apenas aos casos mais graves.
Também na saúde, ao julgar o fornecimento de medicamentos não cobertos pela lista do SUS, a Corte fixou balizas duradouras e prestigiou os órgãos técnicos que avaliam novos tratamentos e definem preços. Com regras claras e decisões baseadas em ciência, a alocação dos recursos públicos se torna mais eficiente, e os tratamentos aprovados chegam a mais pacientes.
Em cada um desses julgamentos, a cidadania de que falava Ulysses ganhou contornos tangíveis, em direitos que podem ser exercidos pelos brasileiros. Nem mesmo os momentos de turbulência comprometeram a força normativa da Constituição na promoção de direitos e no incremento da cidadania. Celebremos os 38 anos da Constituição Cidadã, que segue unindo o país em torno da fraternidade, da dignidade da pessoa humana, da estabilidade democrática e da redução das desigualdades sociais.
a esquerda tem que trabalhar com corte assim pra pior nas redes sociais e fazer videos citando toda a longa lista de crimes cometidos pelo flávio bolsonaro postando todos os escândalos que ele ta envolvido
@mahagess Por isso eu sempre digo que pra usar esse argumento de que basta voltar pra base, é preciso pressupor que 1) as pessoas estarão dispostas a ouvir sobre pautas realmente relevantes 2) o debate vai considerar apenas gestão pública e propostas reais, em vez de pauta moral/reliogosa
@dborah_andrade eu tô falando isso antes da campanha começar e ninguém botou fé. não existe debate pq o voto dessas pessoas não é relacionado a gestão, é sobre uma pauta de outra ordem. o cenário já era assombroso há mto tempo.
inclusive gag com minhas preferências de leitura realmente amadurecendo, houve uma época que aqui teriam apenas romances gringos bobos com >aquele< estilo de capa