Osmar Ricardo, um amor de pessoa. Como uma pessoa bem relacionada que sou, disse “bora fazer o L pra foto”; e ele, “o R também!”. E fez o R em LIBRAS 🤞
@LucasGo08693119@RenanSantosMBL@Zac__Zacarias É perfeitamente normal um jingle político ter excesso de literalidade, o objetivo dele é fazer propaganda.
Apesar disso, o jingle menos literal que já ouvi, Clareia, é um dos melhores da história. Talvez investir em algo mais profundo seria uma boa.
https://t.co/Rz5K2D5iY4
Durante a convenção do Progressistas (PP), neste sábado (1), um dos momentos que mais chamou atenção foi a participação do deputado federal Túlio Gadelha. Vestindo uma camisa com referência ao presidente Lula (PT), o parlamentar foi com desaprovação por parte do público e ouviu gritos de "É 22", em alusão ao número de Flávio Bolsonaro na disputa pela Presidência.
Em seu discurso, Túlio defendeu a aliança entre PP, Lula e a governadora Raquel Lyra, afirmando que o partido terá papel importante na governabilidade em Brasília e conclamando a militância a trabalhar pela vitória do petista já no primeiro turno. O deputado também ressaltou que o espaço político deveria ser marcado pelo respeito às diferenças.
Ao encerrar a fala, Túlio reforçou o apoio à reeleição de Raquel Lyra e à candidatura de Eduardo da Fonte ao Senado, afirmando que a aliança será decisiva para o futuro de Pernambuco e do Brasil.
Vídeo: Rafael Vieira/DP
A diferença é mais profunda do que parece. Não é só capacidade oratória.
O discurso da família é centrado neles, "eu, eu, eu". É egocêntrico e megalomaníaco. Fica ainda pior com a péssima oratória e zero carisma.
O discurso do @RenanSantosMBL é centrado no Brasil: "O Brasil, o Brasil, o Brasil", resolver problems, melhorar, futuro, esperança, otimismo.
@peppipets Sérgio Moro é um bosta que traiu seu legado pra se aliar com corruptos e passar pano pra eles. A propósito, se o trabalho dele tivesse sido bem feito, o Lula estaria no mínimo inelegível hoje em dia.
Jingle do Renan Santos é bom, mas não parece o clássico jingle brasileiro, parece um pouco os jingles eleitorais das campanhas portuguesas ou espanholas.
Já vejo sanchoides fazendo contorcionismo argumentativos sobre ceder Ceuta e Melilla de vez para o Marrocos.
A esquerda entrou num complexo de culpa tão louco que até a violação de soberania territorial do proprio país ela justifica para não correr o risco de ser "xenófoba".
No português, "maioria" é um termo um pouco ambíguo, pois pode se referir a "maioria absoluta" (maior que a metade) ou a "maioria relativa/simples" (maior quantidade, mesmo sendo menor que a metade).
Em inglês, a distinção é mais clara: "majority" e "plurality".