Todo mundo já falou disso aqui, mas me sinto obrigado a dar algumas palavras.
É sintomático. Coube ao destino pregar a sua peça e fazer com que o último momento de Neymar com a camisa brasileira fosse justamente a mais representativa de toda sua passagem.
2x1 e achou de bom tom provocar, querer tirar onda, sair por cima, tudo em nome de um interior ególatra que sempre se pôs acima do bem e do mal.
Neymar mijou e cuspiu na cara daqueles que sempre o viam como referência, eu me incluo nessa até sei lá, 2020.
Um jogador que se cercou de baba ovos, de subservientes, que sempre abaixavam a cabeça e nunca fizeram questão de o levarem para o bom caminho.
Um atleta que não teve exemplo paterno, e eu sinto muito por isso. Não tem um pai, tem um empresário. Não são palavras minhas, são do próprio atleta. É revoltante ao compasso que explica muito do que acontece.
E quando se cerca de paparicagem, é isso que acontece. Uma completa falta de noção da realidade, de tato, de entendimento do povo brasileiro.
Neymar se comporta como um moleque, como sempre. E precisamos de homens na Seleção.
Seu último jogo foi justamente como o seu legado: raso.
Que cultue seu próprio ego na aposentadoria. Não sentiremos nenhuma falta.
Bruno e Endrick não podiam perder os gols que perderam, é claro. Mas vamos além, e não é pegar no pé, apenas constatar o óbvio: a entrada de Neymar estragou o melhor momento do Brasil no jogo. Porque Endrick teve que cair para a direita, onde é menos perigoso e marca mal; Vini também não ficou mais solto e teve que marcar mais, enquanto o craque dava suas corridinhas cenográficas atrás dos noruegueses. A aposta foi toda na qualidade individual de quem já foi um gênio, mas não joga futebol há 5 anos. Poderia ter dado certo, porque futebol é assim, mas não aconteceu. Responsabilidade é toda de Ancelotti, que até fazia um bom trabalho, e não de Neymar, acostumado a ter seus desejos atendidos. Resta olhar pra 2030, levando para a Copa 26 jogadores profissionais em condições.
Finalmente é o fim da GERAÇÃO NEYMAR. A geração mais fracassada da história do futebol brasileiro. Neymar aposenta da seleção sem nenhum título importante pelo time principal e deixa o legado de inúmeros jogadores alérgicos a protagonismo
Que bom que o Neymar atuou nesse jogo. Pelo menos não teremos a alucinação patética de que ele faria alguma coisa de diferente.
Ficou 25 minutos em campo e fez nada, para surpresa de poucas pessoas.
O pênalti no final não muda nada.
Dormir sabendo que vai acordar e ter estreia de Copa do Mundo é, para um adulto, equivalente ao Natal em que você sai da cama e tem o presente que sonhou por meses no meio da sala. Acessa o sentimento mais genuíno. O período em que nos permitimos ser crianças sonhadoras. Vai ser um mês lindo.
Me encanta cómo el Mundial ayuda a recordarte las distintas etapas de tu vida. Dónde estabas, con quién lo veías y hasta cómo era el mundo en ese momento. Nostalgia pura.