🚨 [EXCLUSIVO] "O som do passado", de @mateuslpsantos, será lançado em novembro! Reserve: https://t.co/8X4cHbIfv7
Na trama, Guilherme está prestes a desistir do sonho de viver da música quando é arrastado pelo melhor amigo para uma festa que muda tudo. 🧶👇
After years of gloom in the shadow of Donald Trump, Narendra Modi, Jair Bolsonaro, and others of their ilk, progressives and liberals around the world are finding cause to celebrate. On Monday, Brazil’s President, Luiz Inácio Lula da Silva, defeated the far-right challenger, Flávio Bolsonaro, in his country’s Presidential runoff. Between Lula’s victory and events earlier this year in Hungary, where the long-ruling nationalist Prime Minister Viktor Orbán was ousted in elections, the White House has lost two hugely symbolic allies in its broader right-wing global culture war. No clear winner has yet emerged in the Israeli election, in which Trump had endorsed Prime Minister Benjamin Netanyahu, and which saw a historic turnout of Arab voters. And the U.S. President may be humbled further in next week’s midterms, as Democrats eye taking both the House and the Senate.
At the same time, protests have broken out across the world. People have taken to the streets in India, France, Belgium, Spain, Albania, and Italy; among their demands are access to affordable housing, job opportunities for young people, relief from the cost of living, and greater investment in schools. “There’s no simple narrative bringing together all the separate uprisings,” Ishaan Tharoor writes. But across the world, on the streets and at the ballot box, the right-wing movement is facing a backlash. Read Tharoor’s latest column: https://t.co/lOKlql6t88
Derrotamos a Meta.
Derrotamos as bets.
Derrotamos os EUA.
Derrotamos a milícia.
Derrotamos a Faria Lima.
Derrotamos a turma do Vorcaro.
Derrotamos Flávio Bolsonaro.
Lula é tetra, e de virada.
Isso é HISTÓRIA, e cada uma e cada um de vocês ajudou a escrever 💗
🚨 EXCLUSIVO: a campanha de Flávio Bolsonaro pagou R$ 600 mil a uma empresa que tentou vender nos EUA um sistema de inteligência artificial para manipular eleições. Documentos obtidos pelo Intercept Brasil revelam que a tecnologia oferecida incluía criação de contas falsas, disseminação de desinformação e técnicas de guerra psicológica.
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Por que a mídia brasileira normaliza, mais uma vez, um candidato de extrema direita? A eleição de Jair Bolsonaro e seus ataques sistemáticos à Globo, à Folha e a outros veículos de comunicação não deixaram nenhuma lição? A memória política se tornou tão curta ou $$🍎😡?
Por que não se menciona que ele é filho do homem acusado de planejar o assassinato de Lula, que, por negligência, contribuiu para mais de 700 mil mortes, e irmão de quem fez lobby pelo tarifaço? Isso sem falar nas notícias de hoje de encontros com prostitutas.
Acabamos com as bets no Brasil.
As bets estão destruindo a renda das famílias, afetando a saúde mental e levando sofrimento para dentro de casa. Por isso, tomamos uma decisão firme, de fazer o que tem que ser feito: acabar com as bets.
E, para quem ficou endividado, vamos colocar o Estado a serviço das famílias. O novo Desenrola vai reestruturar dívidas e garantir um novo recomeço. O Brasil será um país sem bets, com mais proteção, mais renda e mais oportunidades para o povo brasileiro.