Olha a diferença do jeito que o Tiago Leifert fala da Marta que tem 120 gols pela seleção e foi eleita 6 vezes a melhor do mundo comparado ao jeito que ele fala do Neymar, que tem 79 gols pela seleção e nunca foi eleito o melhor do mundo.
Final Fantasy VII Revelation, the thrilling conclusion of the FFVII Remake Series, launches simultaneously on PlayStation 5, Nintendo Switch 2, Xbox Series X|S, Epic Games Store and Steam in Spring 2027.
minha sensação vendo a série de 1970 é a mesma de ver um desenho animado da minha infância. é cavaleiros do zodíaco mas as armaduras de ouro são a camisa do brasil
🇳🇱É que não lembro onde li, queria dar o crédito, mas foi leitura boa, gente de cabeça boa, livro bão, que vinculou o sucesso do Carrossel Holandês de 1974 ao fato de ser, aquela Copa, a primeira na qual a transmissão ao vivo e em cores, já existente em 70 com menor alcance, foi efetivamente experimentada por uma parte expressiva das pessoas pelo mundão. O argumento é de que a aparição de uma seleção usando uma chamativa e impactante camisa laranja mecânica estalando naquele quadradão eletrônico na sala das casas das pessoas ajudou a alimentar o imaginário coletivo sobre aquele time, o que é, sem cuidado, quase um convite ao insulto à obra de Johan Cruyff, moço de Amsterdã, mas que eu topo discutir, posto que Copa do Mundo é lente de aumento absoluta em toda tendência e todo gesto.
E ao topar discutir, também inverto a hipótese: e se foi a Holanda que, conectada com o mundão, se viu provocada a performar com outra bossa, ser maior, mais exagerada, do que seria se invadisse a sala das pessoas em preto & branco?
Não quero reduzir aquela Holanda em nada, deus me livre de fazer revisionismo com o belo, mas conversar um pouco sobre impacto estético vale a pena. Por exemplo, aquela Copa, para além das camisas laranjas, teve como principal palco o estádio olímpico de Munique, construído para os Jogos Olímpicos de dois anos antes em um terreno que, na Segunda Guerra, era um espaço de uso militar do regime nazista. É um estádio fascinante, um parque poliesportivo cuja construção inclui um lago sinuoso e a grande marca é o teto translúcido em formato de gotas que se esparrama até o ginásio e as piscinas. O plano arquitetônico era esbanjar curvas elegantes, especular a vanguarda de um país em pé, tirar onda mesmo, e sugerir o passeio de corpos, convidar as pessoas num contraste proposital com a arquitetura do nazismo, gritantemente mais cinzenta, bruta e inflexível. O palco pedia artistas igualmente disruptivos, dispostos a uma reinauguração de estilo. A Holanda se deu esse papel.
Assisti a campanha toda uns anos atrás, e se você me perguntar se foi tudo isso, eu respondo que sim, foi tudo isso mesmo. O que fizeram com os uruguaios, ainda bichos-papões, logo na estreia, foi pra parar e pensar. Mas não viveram, os holandeses, só de carrossel. Não era uma Holanda a passeio na praça do coreto de boca aberta e vacilando. Era uma Holanda jogando Copa do Mundo. Dá pra dizer, por exemplo, que, até pelo caos que propunham em seus jogos, precisaram bater bem, também, para não perder viagem nem tomar bola nas costas. A caixa de ferramentas desse time estava sempre à mão, não só no icônico e violentíssimo confronto com o Brasil. O duelo com a Suécia, um empate murrinha, foi igualmente estapeado. E eu só quero dizer, com isso, que a memória é uma ilha de edição, e que estamos dispostos a esquecer uns pontapés quando temos à mesa uma fartura de lances apaixonantes. Se nos dão o impecável, a gente perdoa os deslizes. O mundo teve o impecável. Ao vivo e em cores.
Johan Cruyff era o homem certo na hora certa. Enquanto Pelé saía do cenário internacional e se discutia qual era o novo rosto do jogo, apareceu um sujeito que não se dobra, excelente em tudo, para quem toda solução diária trazia um novo problema. Nunca satisfeito. Cruyff era técnica e espiritualmente nascido para aquele tipo de desafio a um esporte de mudanças lentas, conservador nas minúcias, pouco aberto a certas rebeldias intelectuais e, naquele tempo, mais preocupado em tatear o caminho do debate físico, como se o jogo físico anulasse qualquer ensaio de poesia, do que entender que o planeta, com Beatles na vitrola da mesma marca na Guatemala e em Papua Nova Guiné, bombas no Vietnã descritas no jornal do dia na Finlândia, Neil Armstrong sapateando na lua, soviéticos em fúria, Woodstock naquela onda, descolonização na África a todo vapor, etcétera, enfim, o planeta estava vendo tudo, e via tudo como nunca antes vira. O futebol, se tivesse semancol, se negaria a ser monótono e meramente físico. Graças à Holanda de Cruyff, na lente colorida de aumento que é a Copa, foi colorido, elétrico, excitante.
O estádio olímpico de Munique não fez parte da Copa de 2006. A cidade bávara, que já não tinha muito o que desdizer com seu projeto esportivo, preferiu construir uma caixa de sapatos hermética, sem respiro visual algum, quem tá dentro não vê o sol - tem quem ache bonito, tem uns salamaleques coloridos nele, umas texturas, mas eu não gosto. Cruyff, figura difícil de tirar de casa, ficou de fora da Copa de 78 por questões pessoais e eternamente discutidas. Depois, se converteu em um técnico igualmente engajado numa ideia de fazer do futebol um pouco mais do que já fizeram antes. Ficou, ele e a Holanda, sem o título, mesmo abrindo o placar, na final de 74, sem que a Alemanha ao menos encostasse na bola. Depois encostou e virou. Como fizera a Hungria duas décadas antes, havia ali, naquele time, uma fundação, um mirante bem alto, um ponto novo de parágrafo no grande texto do jogo. Rinus Michels, o técnico daquela maluquice, merece cada aplauso que mentalizarmos. A Alemanha, que bateu tanto nos húngaros quanto nos holandeses, guarda, sem se fazer de rogada, as duas taças - e o parque olímpico de Munique, contribuição alemã à tal poesia que a gente pedia, é, ano 2026, ainda funcional e vivo, aberto ao povo, que passeia na beira do lago, come coisas em food trucks aos domingos e nada nas piscinas se fizer reserva com antecedência.
URGENTE: Carlo Ancelotti cogita MATAR Neymar para conseguir "revivê-lo" sem lesões, com força total e possuindo energia infinita através do Jutsu Edo Tensei.
A Seleção do Panamá anunciou dessa maneira os jogadores convocados para a Copa do Mundo: Passando por todo o país, mostrando o dia a dia do povo panamenho, cultura, cidades e belezas naturais..
ESPETACULAR! 🤩🇵🇦
Bruno Fernandes:
“Minha mãe trabalhava como faxineira. Eu nunca aceitei ver alguém desrespeitar o trabalho dela.
Hoje eu tenho uma funcionária em casa, e desde o primeiro dia deixei claro: nada é mais importante do que o respeito.
Meus filhos não vão falar com você de forma inadequada. E se isso acontecer, quero que me diga.
Sim, você está aqui para cuidar da casa. Mas tudo deve ser pedido com educação.
E meus filhos também precisam aprender, se eles podem fazer algo sozinhos, então é responsabilidade deles.
É simples: eu não queria ver ninguém machucar minha mãe… então por que eu faria isso com outra pessoa?”
Não aguento mais o choro da galera sobre a transmissão da Fórmula 1 ser no SporTV “que é só para assinantes” quando se tem o GE TV passando de graça a corrida. Está ridícula essa crítica sem fundamentos porque o produto está disponível na internet para qualquer um assistir. Foi a quinta corrida do ano e continuam nessa.