Parece que estou lendo a mesma notícia, escrita por jornalistas diferentes, há 3 meses. E, no fundo, nem eles devem acreditar que realmente sabem qual será essa decisão.
Em tempo: a torcida do Brasil nos EUA provavelmente será uma das três maiores da Copa, e o recado já foi dado:
sem Neymar e sem resultado (como vem acontecendo, e com jogos ainda mais difíceis na Copa, a tendência é complicar ainda mais), o clima vai ficar hostil e talvez até insustentável.
É burrice ignorar esse fato. Sem contar que temos 26 vagas e, em 2022, levamos Everton Ribeiro e Dani Alves (com 39 anos); em 2018, levamos Taison; e o primeiro nome “confirmado” para a Copa de 2026 é um idoso, reserva do próprio clube e menos querido e respeitado que o Neymar.
Não existe justificativa para isso, ainda mais considerando a quantidade de lesões que tivemos e que estamos falando do maior artilheiro da história da maior seleção do mundo e que nem de longe faz uma temporada ruim.