Nota à Imprensa. Peço, por favor, que compartilhem:
“A defesa de Antonio Tabet repudia veementemente a decisão liminar proferida pelo Ministro André Mendonça que determinou a remoção de uma de suas publicações na plataforma X. A ordem judicial de exclusão atinge uma manifestação que em momento algum citou o nome do candidato Flávio Bolsonaro.
A principal (mas não única) fragilidade jurídica da decisão reside na presunção de que uma crítica genérica teria um destinatário certo, referendando um curioso fenômeno de autoidentificação. A postagem limitou-se a afirmar, acompanhada de uma imagem da padroeira, que ‘A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!’. O fato de o representante ter se reconhecido de forma tão imediata nessa exata descrição é revelador, mas vestir a própria carapuça não deveria fornecer o alicerce jurídico para a decretação de censura.
A liberdade de expressão e a crítica política, por mais ácidas ou incômodas que sejam, constituem elementos ordinários e constitucionalmente protegidos do debate democrático. Tratar uma opinião incisiva e uma hipérbole retórica como se fossem a divulgação de um "fato objetivamente falso" subverte a finalidade do combate à desinformação, transformando o aparato judicial em um escudo de conveniência contra o livre escrutínio público, agravado pela ameaça de uma multa de R$ 30.000,00.
Por essa razão, informamos que serão interpostos todos os recursos cabíveis para reverter a decisão e resguardar o direito à livre manifestação. O ambiente democrático exige resiliência, sendo no mínimo irônico que a máquina jurisdicional precise ser acionada em caráter de urgência para proteger a suscetibilidade de quem, ao que tudo indica, ofende-se ao ver a própria insegurança projetada na opinião pública.”
Lucas Mourão - @lucasmourao_
André Matheus - @andrematheus85
Rodrigo Rollemberg - @rodrigorc72
Aliado histórico do clã Bolsonaro e uma das lideranças de maior destaque na chamada Bancada Evangélica, que tem Flávio Bolsonaro (PL) como membro, Marco Feliciano (PL-SP) classificou a Igreja Católica como “avivamento de Satanás” e atacou homossexuais em pregação que havia sido revelada e retirada do ar por um membro da Assembleia de Deus em 2013.
Leia na #Fórum: https://t.co/i2gh6s4WIU
#AliadoDeBolsonaro #CríticaÀIgrejaCatólica #Política #RevistaFórum
Só vou dizer uma parada para vocês: a vida do míope com mais de 40 anos, que precisa tirar os óculos para ler algumas coisas, é uma eterna gincana. Diversão pura.
O ENTREGADOR VAI FICAR SEM ENTREGA SE A TAXA SUBIR
Faço entrega em app, mas já ralei muito no chamado "fixo" (equipe própria do restaurante)
Vou dar um exemplo de como era taxa de entrega em um estabelecimento que trabalhei
Nome: Bão Burgão
Lanchonete pequena, sem salão, apenas delivery - "dark kitchen"
Dois motoboys
50 fixo + taxas (turno de 5 horas)
Até 3 km: 3,00
Entre 3 e 5 km: 5,00
Entre 5 e 8 km: 8,00 (mais raras)
A gente saía com 10 entregas, em média, numa rota (feita em normalmente em uma hora, hora e pouco, pq era tudo perto). Entregar na casa vizinha era 3,00 (taxa mínima). Se não tivesse entrega NENHUMA na noite, os 50,00 pelo tempo disponível tava no bolso. TODAS AS TAXAS ERAM REPASSADAS INTEGRALMENTE.
Então, numa noite comum, era comum fazer 160, 170 reais. Daí era só arrumar um lugar pra rodar no almoço e boa - meta do dia garantida. Duas folgas por semana.
Você NUNCA vai me convencer que uma lanchonete pequena, local, conseguia fazer isso e o iFood não consegue.
"Ah, Nicolas, então por que não tem mais isso?"
Tem. Mas vai rareando - o iFood chega e esmaga o mercado local, distorcendo tudo.
A mecânica é conhecida:
- para os restaurantes: oferece taxas baixas, descontos, cardápio online
- para os entregadores: taxas altas, demanda
- para os clientes: cupons, descontos, taxas subsidiadas
Ciclo fechado, captura de mercado feita, agora o iFood dita as ordens e suga tudo o que pode.
Como não pode perder os clientes, anda na linha vermelha dos preços - não tão barato quanto antes, mas com cupons de vez em quando, assinatura de clube, etc.
Os restaurantes vão se revezando. É só observar. Entra um, se aventura, quebra - poucos mantém a operação por muito tempo, mas servem para dar variedade ao marketplace. O iFood acaba mantendo exclusividade com grandes marcas e prioriza entregas e visibilidade para elas. Dos pequenos e médios, taxas altíssimas (até 30%). Dos grandes, condições especiais.
Os entregadores - bem... começaram pagando 10,90 de mínima por 3km. Hoje, tá essa gritaria aí pq tamo pedindo 10,00 por 4km.
No fim, os entregadores, em sua maioria, saíram dos restaurantes, da CLT, perderam mercado autônomo. Os restaurantes não competem com quem tá no marketplace do iFood. E o cliente tá totalmente viciado, nem diz "vou pedir um delivery", ou "vou pedir comida". Diz "vou pedir um iFood".
.
O que fica daí: É POSSÍVEL pagar bem o entregador sem roubar do cliente. A demanda existe, a oferta existe e o iFood taí de alegre, ganhando dinheiro via dumping.
NÃO NORMALIZEM dizer que "o serviço vai ficar inviável", "o iFood vai repassar o custo". Com a tecnologia que eles tem, poderiam fazer MUITO MELHOR e mais barato que os Bão Burgão da vida e pagar bem quem efetivamente entrega a comida.
O iFood desequilibrou um mercado que existia normalmente. A gente só tá tentando reequilibrar e pegar nossa parte desse bolo.
E vocês, liberais que tão enchendo o saco, que acham que "não se resolve numa canetada ": tudo bem uma empresa dominar 87% do mercado? O que sugerem?
.
Todo modo, essa é a demanda dos entregadores. A gente sabe que é possível.
Que história é essa que um dos presos hoje na operação investigando o Banco Master foi um dos maiores doadores para campanhas da direita do Brasil em 2022?
@RaphinhaaV1 E, infelizmente, se depender da atual geração e do modelo do futebol brasileiro, não tarda muito e eles ultrapassam a gente. Já são mais de 20 anos sem ganhar copa do mundo.
@jonesmanoel_PE Estás equivocado, companheiro. Foi uma greve difícil, mas conquistamos vitórias importantes. Além da maior recomposição salarial dos últimos nove anos, tempo da última greve, em 2015. Estive no front das duas participando do comando local de greve em minha universidade.
@EduardoLeite_ A reconstrução tem que a acabar de vez com os planos neoliberais que tanto contribuíram para essa tragédia. O dinheiro que foi cortado das políticas públicas, defesa civil e o afrouxamento das leis ambientais é um componente da tragédia que precisa ser julgado pela história.