@Ramonnois Po, o Rossi salvou a gente na libertadores. Os erros do flamengo não são apenas individuais. E inclusive o Ayrton Lucas apesar do erro jogou bem
O Flamengo ganhou a porra toda no Brasil aí só sobrou pros rivais comemorar uma derrota no MUNDIAL nos pênaltis pro PSG
Ai ser Flamengo é bom demais, até perdendo a gente ganha
Parabéns, Flamengo. Parabéns, Filipe Luís.
O que se viu hoje foi uma atuação histórica, heroica e gigantesca do Flamengo.
Para quem jurava que o PSG daria um “baile” no Rubro-Negro, o que apareceu foi um time francês passando mal, desconfortável, pressionado, obrigado a respeitar.
O Flamengo não foi figurante.
O Flamengo não se escondeu.
O Flamengo competiu de igual para igual contra um projeto multibilionário do futebol europeu.
E não, esse texto não é sobre “parabéns por dar trabalho”.
É sobre reconhecer a realidade.
O futebol não é jogado no balanço financeiro, é jogado em campo… e em campo o Flamengo foi enorme.
Foram quase 80 jogos na temporada.
Campeão Brasileiro.
Campeão da Libertadores.
Campeão da Supercopa.
Campeão Carioca.
Um time que venceu tudo o que disputou no país e no continente, que sustentou um nível de exigência absurdo até o último minuto, contra qualquer adversário, em qualquer cenário.
Enquanto isso, do lado de fora, teve gente soltando fogos. Literalmente, estou ouvindo aqui perto agora.
Mas não pelo próprio time.
Não por uma conquista.
Mas pela tentativa de comemorar o “fracasso” do Mais Querido.
Quando o seu maior momento é torcer contra o Flamengo, está tudo dito.
O Flamengo não perdeu grandeza.
O Flamengo não perdeu identidade.
O Flamengo saiu maior, mais respeitado, mais temido.
Sob o comando de Filipe Luís, o clube mostrou organização, coragem, personalidade e alma.
Mostrou que camisa pesa.
Mostrou que história empurra.
Mostrou que ser Flamengo é não aceitar o papel que tentam impor.
Hoje não foi o fim de nada.
Foi a confirmação de tudo.
O Flamengo segue gigante.
E incomodando. Sempre.
Débora Aladim diz que o Enem virou uma competição:
“5 milhões fazem o Enem para apenas 1 milhão de vagas. Fica essa fantasia meritocrática de que basta ser bom o suficiente, mas, na verdade, é preciso ser melhor que os outros. É o governo mascarando que não há vagas pra todos.”