Isso não é, necessariamente, uma carta branca a Mendonça. Há de se observar suas condutas em outros processos e vigiá-lo. Mas, nesse caso, devemos apoiá-lo. Afinal, fez o que esperamos de um ministro probo: expôs um colega que pode estar envolvido, ao contrário do que queria Gilmar Mendes, que quer mesmo que tudo continue do jeito dele: a “máfia” brasileira.
15 de setembro. Nossos 10 ministros sentaram para fazer o que parecia óbvio: aceitar abrir uma investigação sobre um de seus colegas, Moraes, o Xandão. Não de forma aleatória, mas simplesmente porque, no decorrer do inquérito do Banco Master, a Polícia Federal, por meio de relatório, expôs que um interlocutor do banqueiro era o próprio ministro Moraes ou alguém que utilizava um número de telefone que pertencia a ele. E as conversas não pareciam nem um pouco republicanas...
E o pior: esses mesmos que ontem fizeram de tudo para salvar seu amigo em nome da democracia, do rito jurídico e do devido processo legal são os mesmos que rasgam esses princípios quando o alvo não lhes agrada. São garantistas quando lhes convém, mas extremamente impiedosos para punir quem ousa atrapalhar seus interesses (nem sempre republicanos). Basta ver o inquérito das fake news.
É aquela máxima: “O senhor matou alguém e foi filmado. Quem autorizou que me filmassem? Isso é ilegal. Prenda quem me filmou!”. Assim, distorcem-se os fatos, muda-se o jogo e constrange-se quem tenta fazer o trabalho honesto. Não é porque togados subvertem seu papel para evitar que seu amigo seja julgado que os fatos que o colocaram nessa situação deixam de existir. Eles estão lá. Explícitos. São maiores do que qualquer manobra jurídica.
O problema é que Moraes e sua patota, o “STF Futebol Clube” (Dino, Toffoli, Zanin e Mendes), estavam fazendo o inferno para que isso não acontecesse. Esse time estava atuando desesperada e deliberadamente para impedir o óbvio (abrir uma investigação) e jogar para debaixo do tapete a sujeira do colega. No Brasil, as autoridades em vias de serem investigadas aprenderam que não é preciso se explicar diante dos fatos que as expuseram. Simplesmente, a ordem é tumultuar até achar ou plantar qualquer erro processual, recorrendo a qualquer entendimento jurídico aloprado que faça com que a investigação, ou a tentativa dela, seja anulada.
Com base no funcionamento do STF desde 2019, alguém já imaginou o que aconteceria se Xandão, diante de fatos explícitos como esses, eventualmente investigasse Moraes?
24 horas para se explicar? Retenção de passaporte? Tornozeleira eletrônica? Prisão preventiva? E nós só queríamos que, a priori, se abrisse uma investigação.
Além dessa sugerida proximidade, já sabíamos do contrato de 131 milhões com a esposa do ministro, ainda não muito bem explicado. Parecia que seria óbvio investigar isso, não é? Qual era o problema?
Além dessa sugerida proximidade, já sabíamos do contrato de 131 milhões com a esposa do ministro, ainda não muito bem explicado. Parecia que seria óbvio investigar isso, não é? Qual era o problema?
Se na Medicina o tratamento de uma doença NUNCA pode ser pior que ela, talvez na Política seja assim também. Intervenção militar para combater o lulopetismo pode destruir ele, mas destrói o país também. As doenças geradas nas urnas, se resolvem nas urnas. Democracia é inegociável
Os tesouros da vida, família e amigos. Que nunca mais seja preciso restringir o contato com ninguém. Vamos 2021!
Um Feliz Ano Novo!! em 2021 https://t.co/ppmO5IxXwf
As vacinas são tão eficazes, que em momentos, são vítimas do próprio sucesso. Por controlar várias doenças e trazer tranquilidade, seus benefícios ficam esquecidos. Mas sempre alguém irá lembrar!
VACINEM!
(Consulte se possui contraindicações)
Qual �� o programa de saúde pública mais bem sucedido da Medicina? Vacinas! Ao longo do século passado, à medida que os programas de imunizações ganhavam corpo, determinadas doenças perdiam força. A Varíola foi erradicada, a Poliomielite praticamente foi extinta.
...colocará alguém em risco ou, no mínimo, fará com que alguém deixe de obter uma nítida vantagem em saúde. A sua liberdade, nesse caso, causará prejuízos para a população e assim, poderá ser passível de sanções e/ou restrições.