Que sejamos capazes de lutar por nossas pautas sem as banalizar utilizando elas como subterfúgios para defender atitudes preconceituosas a outras comunidades políticas. Se te vejo como um/a irmã/o de pautas e vida, vou te corrigir e te guiar, não apoiar seus erros.
@abaca_tildo@luisado11s2@magfioo Se alguém teve paciência de chegar aqui, recomendo a leitura de “Composições (com) e resistências (à) norma: pensando corpo, saúde, políticas e direitos LGBT”, de Fernando Seffner. Vai ajudar a pensar em alguns elementos desse processo.
@abaca_tildo@luisado11s2@magfioo Que sejamos capazes de questionar os imaginários que alimentam nossas “circulações” e invadem os corpos alheios, desrespeitam prestadores/as de serviços e afetos vários. Principalmente, por gozos mútuos.
@abaca_tildo@luisado11s2@magfioo “Ah, mas mulher cis tbm se excita em situações atípicas”. Ok, porém isso não destitui os processos historiográficos que caracterizam, principalmente homens cis e heteros como sujeitos de sexualidades predatórias em sentido estrutural. Essa dualidade é falsa e desproporcional.
Toda vez que alguém me alertava que fazer doutorado na Antropologia da UnB era enfrentar um ninho de cobras, de panelinhas, eu n imaginava que isso era pra valer. O sentimento de solidão daqui é desolador.
Pestes a ir embora, feliz em ver que, como Fernando Pessoa diria, “a realidade não precisa de mim”, e meus (ex) companheiros seguem bem sem minha companhia, que um dia não foi só querida, mas tbm necessária. Um puta aprendizado.