EDITORIAL | Flávio Bolsonaro desserve o Brasil – “Enquanto os Bolsonaros prejudicam o Brasil, os diplomatas, líderes setoriais e técnicos brasileiros continuam empenhados em tentar minimizar os danos das tarifas”. Leia o texto completo em @opiniao_estadao → https://t.co/PCb6MyNcEt
me arrependo tanto de ter criticado o Bruno Luperi quando assisti o remake de Pantanal. foi preciso a Manuela Dias destruir Vale Tudo pra eu perceber que ele fez bem em não mudar nada nas novelas do avô #JornalHoje#JN
A CIA tramou, com autoridades da Bélgica, a execução de Patrice Lumumba. O corpo do líder anticolonial congolês foi dissolvido em ácido para que seu túmulo não virasse lugar de peregrinação política. Mas, como ideias não morrem, aí está ele, junto a seu povo, em plena Copa 2026
🇧🇷 PT decide lançar Marília Campos como candidata ao governo de Minas contra a vontade dela, que preferia disputar o Senado.
De acordo com o colunista Lauro Jardim, do O Globo, um dirigente petista afirmou que "não é hora de arriscar".
Argélia e Jordânia podem ser rivais hoje à noite na Copa do Mundo, mas são parceiras há muitos anos em um tópico: a causa Palestina.
São duas das nações mais vocais e ativas nas lutas pelo reconhecimento da Palestina e por sanções a Israel tanto nos esportes, quanto na política.
Jogos da Argélia em competições internacionais costumam ser marcados por bandeiras e homenagens à Palestina. O motivo de tanta proximidade é simples: o sofrimento colonial.
Os argelinos sofreram por mais de um século um violento domínio francês, precisando de uma guerra também sangrenta para conquistarem sua independência. As memórias desse período são muito vivas na população e se transformam em apoio à Palestina.
Tão grande é a proximidade que a Argélia nem sequer reconhece a legitimidade de Israel, cedeu armas à Organização para a Libertação da Palestina e recebeu diversas vezes o líder palestino Yasser Arafat, inclusive organizando congressos e reuniões para discutir possíveis ações.
A situação da Jordânia é diferente porque ela tem uma fronteira compartilhada com Israel e com a Cisjordânia (o país Jordânia seria a Transjordânia, ou seja, está do outro lado do Rio Jordão). Ela esteve tecnicamente em guerra com o vizinho mais poderoso desde o estabelecimento de seu Estado, em 1948, mas isso mudou com um acordo de paz assinado em 1994. Hoje, há relações diplomáticas estabelecidas entre as nações.
Devido às constantes agressões israelenses ao território palestino, a Jordânia abriga mais de 2 milhões de refugiados. Foi lá que a seleção da Palestina treinou para a Copa da Ásia de 2025, na qual fez bonito.
O príncipe jordaniano Ali ben Hussein, que já foi candidato a presidente da FIFA e é o mandatário de federação de seu país, foi quem peticionou em 2024 à entidade que controla o futebol a exclusão de Israel. Não deu em nada.
Há críticas sobre a Jordânia manter relações diplomáticas com Israel, mas quase metade de sua população se identifica como palestina. O encontro com a Argélia será um encontro entre irmãos, e certamente haverá bandeiras da Palestina nos arredores e dentro do estádio.