🇲🇽🇧🇷Apesar do amplo intercâmbio cultural e das semelhanças sociais e políticas (dentre elas, o amor pelo futebol) unirem Brasil e México, apenas um jogador mexicano atuou profissionalmente na historia do futebol brasileiro - e só aconteceu por um engano.
Em 2006, o atacante Aldo De Nigris despontava como promessa no elenco do Tigres. Lançado nos profissionais 4 anos antes, pelo técnico brasileiro Tuca Ferreti, Aldo não marcava muitos gols, mas seu talento chamava atenção, sobretudo na Copa Libertadores.
Vanderlei Luxemburgo, vírgula, o pofêxô, comentou com amigos da imprensa que tinha interesse no futebol do jovem mexicano de 22 anos. Mais que isso: o Santos, clube que treinava após a malfadada aventura no Real Madrid, já estaria se acertando com o atleta.
Semanas depois, desembarcou em São Paulo o centroavante Antonio De Nigris, irmão de Aldo.
Antonio era 4 anos mais velho e vinha num momento decadente da carreira. Depois de um começo meteórico pelo Monterrey o levar a Seleção Mexicana (na qual marcou seu primeiro gol - um golaço! - contra o Brasil, em 2001), El Tano viu seu desempenho declinar.
Ainda que tenha tido a alegria de levantar a Copa Libertadores de 2004 pelo surpreendente Once Caldas, Toño seguiu vivendo dissabores em sua trajetória. Após passar por maus bocados na China, onde ficou sem jogar por um "contrato falso", recebeu uma oferta do Santos e aceitou na hora. Ao chegar no clube, foi surpreendido com a recepção confusa dos jornalistas.
O presidente Marcelo Teixeira não comentou publicamente sobre a situação.
Luiz Antônio Capella, diretor de futebol do Santos, defendeu a contratação de Antonio, alegando que havia sido ele - e não Aldo - o jogador observado por Luxemburgo e por Zito, ídolo e scout do alvinegro praiano. Luxa foi contundente ao falar sobre o caso:
"Que De Nigris errado? Vocês, jornalistas, estão sempre certos. Eu é que estou errado. Será que eu estou ficando maluco? Não ia contratar o jogador errado."
A passagem de Antonio pela Vila foi rápida: 5 jogos disputados, 272 minutos em campo. Foi o bastante para que ele marcasse um gol contra o Athletico Paranaense, pelo Brasileiro.
Foram apenas dois meses, suficientes para fazer história e ser o primeiro mexicano a jogar (e marcar) no campeonato brasileiro.
Depois da passagem relâmpago no Peixe, De Nigris viveu bons momentos no futebol turco. Nesse período, Antonio começou a escrever um blog no site da ESPN do México, no qual falava sobre futebol.
Andarilho da bola (defendeu 13 clubes em 9 anos de carreira), pretendia escrever um livro com todas as suas vivências no futebol.
Enquanto isso, seu irmão Aldo seguia buscando se firmar em um clube, se transferindo para o Monterrey, time da terra natal de ambos.
Em 2009, atuando no futebol grego, Antonio teve a ousadia de pleitear, por meio de um texto no blog, uma vaga na Seleção para a Copa do África do Sul.
Poucas semanas depois, Antonio De Nigris faleceu tragicamente, aos em decorrência de uma parada cardíaca, aos 31 anos. Foi homenageado por todo o futebol mexicano.
Naquela temporada, Aldo De Nigris se transformou em um centroavante goleador. Foram 19 gols em 48 partidas entre 2009 e 2010, sempre celebrados em honra da memória de El Tano.
Em 2013, quando integrava o elenco do México na Copa das Confederações, Aldo falou com o jornalista José Ricardo Leite e confirmou-sem confirmar o boato de que era ele o atleta que enchia os olhos de Luxemburgo.
Ainda lamentou não ter tido a oportunidade de fardar no futebol brasileiro e pontuou que Antonio guardava memórias positivas da efêmera passagem pelo país:
"Ele estava muito contente aqui. Me dizia isso. Falava bem português, aprendeu rápido e sempre me falava que sua família estava bem adaptada ao país. Estava muito tranquilo e foi muito bom para o seu currículo ter jogado no Santos."
fala meu patrao jogador caro quebrador de cama box e nao vou nem falar da modelo capa de revista toda trabalhada na beleza natural sorriso de bruna marquezine
Erica Lopes tem 90 anos. Para o Flamengo, é a eterna Gazela Negra. Para o Brasil, é uma atleta que defendeu o país, conquistou provas, hasteou a bandeira brasileira e ajudou a construir uma história que não pode ser apagada.
Hoje, ela vive uma situação dolorosa: precisa permanecer ao lado da filha, Erica Simone, servidora da Escola Superior de Guerra, designada para uma missão oficial nos Estados Unidos.
Mas Erica Lopes não é reconhecida como dependente da própria filha. Sem esse reconhecimento, perde o direito ao visto adequado para acompanhá-la durante a missão.
Uma mulher de 90 anos, debilitada de locomoção, está sendo empurrada para a insegurança.
A Gazela Negra do Flamengo pede socorro.
@WesleySousaMA Dr Hamilton, além de um excelente profissional, parece ser gente da melhor espécie e claro, boliviano fanático.
Um dos nossos seguidores mais presentes na @torcidboliviana
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