Apesar de ser uma Avatar da Tribo da Água, Korra não usa seu elemento nativo contra Kuvira em nenhuma das 2x em que lutam, enquanto usa Ar, Terra (e metal) e Fogo à vontade, embora numa cena anterior do 2º duelo usarem água pra limpar os vidros sujos de tinta dos balões de Meelo
A luta final da Korra contra a Kuvira não é só o clímax da série. É o momento em que a Korra finalmente entende o que significa ser Avatar e a maioria das pessoas ainda não percebeu isso.
Durante três temporadas a gente viu ela tentar resolver tudo na força: quebrar, dominar, impor. Depois do trauma com o Zaheer, ela chega em Zaofu quebrada por dentro e ainda tenta resolver o problema da Kuvira do jeito antigo. E perde. De forma humilhante. O mecha gigante dela não é só um inimigo físico; é o reflexo da própria obsessão da Korra por controle e poder.
Quando elas caem juntas no Mundo dos Espíritos e a Korra vê a vida da Kuvira a garota abandonada que construiu uma identidade inteira em cima de não ser fraca de novo, a luta muda de natureza. Não é mais Avatar contra ditadora. É uma pessoa que quase foi destruída pela própria dor reconhecendo a mesma ferida no outro. E em vez de terminar o trabalho (o que seria fácil e “justo”), ela escolhe redirecionar a energia e salvar a mulher que tentou matá-la.
Isso é mais difícil e mais poderoso do que qualquer ESTADO AVATAR. Aang precisou de um leão-tartaruga e de uma solução mágica pra não matar o Ozai. A Korra chegou nesse ponto sozinha, depois de quase morrer e de passar meses sem conseguir se conectar com Raava. Ela não “venceu” a Kuvira. Ela a desarmou por dentro.
É por isso que essa luta envelhece melhor do que quase qualquer batalha da franquia (inclusive qualquer uma do Aang). Não é sobre quem tem o golpe mais bonito. É sobre o que você faz quando finalmente tem o poder de acabar com quem te feriu e escolhe não repetir o ciclo.
A Korra não salvou a Cidade República só derrotando a Kuvira. Ela salvou porque, no último segundo, entendeu que a verdadeira vitória era não se tornar ela.
Cinema absoluto.
@butchniss Burdock unknowingly trained Katniss to be a Career Tribute.
The harsh conditions of District 12 forced everyone to develop a survival instinct in the face of food scarcity, and it worked with Katniss. Not once, but twice.
@ojonataspereira FORA QUE minutos antes limpam COM ÁGUA a tinta dos balões que o Meelo dá a ideia de usar pra tapar a visão do super traje e os canos são perto da sala onde Kuvira e Korra lutam.
@rodadogaybrel13 E digo mais: o 12 foi o único distrito que antagonizou o Snow diretamente, tanto que só os Jogos de vencedores do 12 deveriam ser representados em livros
@_____MaAl_ creio que ele fez ela uma carreirista de forma não intencional, sabe? tudo que ele ensinou a ela foi útil, afinal
queria ajudar, acabou ajudando
O headcanon de Jogos Vorazes que eu mais levo como 100% real:
Burdock treinou a Katniss pra ser uma Carreirista pros Jogos Vorazes. E deu certo. Duas vezes.
é incrivel ver o quão a katniss é uma narradora não confiavel, por que enquanto ela se via como fragil e que talvez não conseguisse vencer os jogos, os tributos viam ela como alguém pior que um tributo carreirista
Apostas para Amanhecer na Colheita no Rotten Tomatoes:
85% 🍅
91% 🍅
Vai superar Jogos Vorazes e ficar em 2º lugar, mas pra superar Em Chamas eu ainda tô meio cético -e nem sei o que quero-