lembrando de quando eu trabalhava na zona sul e um dia resolvi conhecer o shopping leblon na hora do almoço e quando fui descer do uber ele soltou um “bom trabalho!”
E sabe o que mais me incomoda nisso?
Que este mesmo cara, ou esse perfil de cara, é aquele que vai olhar a mulher jovem, sem filhos ou com marido parceiro, e admirar (até cobiçar) esta outra
Mas não percebe, ou finge não perceber, que é ele mesmo que esta matando a mulher de casa
na direção da cena e cheguei a tempo de oferecer ajuda para fechar a porta para ela.
É assim que o amor morre, todos os dias, um pouquinho…
É na desvalorização do outro, na não percepção do cansaço, na falta de gentileza.
Morre o amor, morre a mulher, morre a vaidade…
limitou a destravar o carro no controle.
A mãe fez um malabarismo para conseguir abrir a porta e puxar, enquanto segurava o bebê colo.
Mas mais que isso, ela se limitou a dar aquela respirada funda, entra oxigenio e sai um pouco de amor, admiração e cansaço…
Eu caminhava na +
O amor morre nas pequenas e triviais coisas do dia a dia.
O amor cansa.
Hoje sai do mercado, aguardava o Uber e observei uma família:
Mãe com bebê de colo mamando no peito, filho empurrando o carrinho com as compras e o pai, logo atrás e mexendo no celular.
A mãe se dirigiu à ..
A depressão funcional existe (distimia). Você trabalha, faz piadas, cuida dos seus, se arruma, mas mentalmente está se afogando nos seus próprios pensamentos e ninguém sabe.