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Mas quase ninguém pergunta o que veio antes dele.
Quais foram os medos?
As dúvidas?
Os fracassos?
O preço pago?
Neste domingo, às 10h da manhã, Rodrigo Lapolli abre capítulos da sua trajetória em uma conversa franca e sem filtros no Festa do Max Podcast.
Falamos sobre família, escolhas, liderança, negócios, erros, acertos, propósito e as experiências que moldaram o homem por trás do empresário.
Porque toda grande história começa muito antes da primeira conquista.
Domingo, 10h.
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O TDAH ganhou novos direitos? Entenda o que muda com a aprovação do PL 4225/2023
Nos últimos dias, uma notícia chamou a atenção de milhões de brasileiros diagnosticados com TDAH e de suas famílias: a aprovação do Projeto de Lei 4225/2023 pela Câmara dos Deputados.
Como costuma acontecer nas redes sociais, surgiram muitas informações desencontradas. Alguns afirmaram que o TDAH agora é considerado deficiência. Outros disseram que pessoas com TDAH passarão a receber automaticamente todos os benefícios destinados às pessoas com deficiência. A realidade é um pouco mais complexa.
O que o projeto faz é criar e fortalecer políticas públicas voltadas às pessoas com transtornos do neurodesenvolvimento, entre eles o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade.
Na prática, isso significa maior reconhecimento institucional das dificuldades enfrentadas por quem convive com o transtorno e mais respaldo legal para garantir atendimento adequado.
Entre os principais avanços estão o acesso ampliado a acompanhamento especializado nas áreas de saúde e educação, o fortalecimento da educação inclusiva e a previsão de adaptações em provas, concursos públicos, vestibulares e processos seletivos quando houver necessidade comprovada.
O projeto também incentiva a criação de políticas públicas voltadas ao diagnóstico precoce, ao tratamento, ao acolhimento e à conscientização da sociedade sobre o TDAH.
Para estudantes, a mudança pode ser especialmente relevante. Muitas pessoas com TDAH enfrentam dificuldades não por falta de inteligência ou capacidade, mas porque os métodos tradicionais de ensino e avaliação nem sempre levam em consideração as características do transtorno. Com uma legislação mais clara, fica mais fácil solicitar adaptações que promovam condições mais justas de aprendizagem e avaliação.
Para adultos, o impacto também pode ser importante. O reconhecimento formal das dificuldades associadas ao TDAH fortalece a busca por direitos, tratamentos e acomodações razoáveis em diferentes ambientes, inclusive profissionais e acadêmicos.
Mas existe um detalhe importante. A aprovação do projeto não significa que toda pessoa diagnosticada com TDAH passará automaticamente a ser considerada pessoa com deficiência. A caracterização de deficiência continua dependendo da avaliação individual do grau de comprometimento funcional e das regulamentações aplicáveis.
Em outras palavras, o projeto não cria privilégios. Ele busca garantir que pessoas com TDAH tenham acesso ao suporte necessário para exercer seus direitos em condições de igualdade.
Depois de décadas em que o transtorno foi frequentemente tratado como falta de disciplina, preguiça ou desorganização, a aprovação do PL 4225/2023 representa um passo importante na direção do reconhecimento, da inclusão e do respeito às pessoas que convivem diariamente com os desafios do TDAH.
Ainda há etapas legislativas a serem concluídas e muita regulamentação pela frente. Mas uma coisa já é certa: o tema ganhou visibilidade, e isso é uma vitória para milhões de brasileiros e suas famílias.
Vai haver uma explosão de prosperidade, porque um bilhão de robôs vai fazer todo o trabalho, e um bilhão de carros vai dirigir sozinho. Então, acho que vocês vão ver uma onda socialista de direitos: saúde universal, renda básica universal, moradia universal e direitos universais.”
“As pessoas se preocupam com a possibilidade de não haver o suficiente. Esse não é o problema. Vai haver excesso. Excesso de música, de entretenimento, de comida, de álcool, de açúcar e de estímulos. Civilizações diferentes serão distinguidas pela forma como reagirem a isso.
Michael Saylor.
MICHAEL SAYLOR: "THERE'S GONNA BE AN EXPLOSION IN PROSPERITY BECAUSE A BILLION ROBOTS WILL DO ALL THE WORK AND A BILLION CARS WILL DRIVE THEMSELF. THEN I THINK YOU'LL SEE A SOCIALIST WAVE OF ENTITLEMENTS. UNIVERSAL HEALTHCARE, UNIVERSAL BASIC INCOME, UNIVERSAL HOUSING, UNIVERSAL ENTITLEMENTS."
"PEOPLE WORRY THAT THERE WON'T BE ENOUGH. THAT'S NOT THE PROBLEM. THERE'LL BE TOO MUCH. TOO MUCH MUSIC, TOO MUCH ENTERTAINMENT, TOO MUCH FOOD, TOO MUCH ALCOHOL, TOO MUCH SUGAR, TOO MUCH STIMULATION. DIFFERENT CIVILIZATIONS WILL BE DISTINGUISHED BY HOW THEY REACT TO IT."
Conservador Liberal: Existe Mesmo ou É uma Contradição?
Sim, existe. E não é uma contradição, embora muita gente trate como se fosse.
Quando alguém se define como conservador liberal, normalmente está combinando duas tradições políticas diferentes. O conservadorismo costuma estar ligado à valorização da família, da religião, dos costumes, da responsabilidade individual e das instituições que ajudam a dar estabilidade à sociedade. Já o liberalismo, especialmente no campo econômico, defende a livre iniciativa, a propriedade privada, a concorrência e uma menor intervenção do Estado na economia.
Por isso, quando uma pessoa afirma que é “conservadora nos costumes e liberal na economia”, ela está descrevendo uma posição política bastante conhecida e difundida em diversas partes do mundo. Em outras palavras, acredita que as pessoas devem ter liberdade para empreender, produzir riqueza e fazer escolhas econômicas, ao mesmo tempo em que valoriza tradições, vínculos familiares e determinadas referências culturais.
Historicamente, essa combinação não é novidade. Ela ganhou força em vários países ao longo do século XX e tornou-se especialmente popular a partir da década de 1980. A ideia central era unir a defesa da liberdade econômica com a preservação de instituições consideradas importantes para a estabilidade social.
No entanto, é importante observar que o termo “liberal” pode ter significados diferentes dependendo do país. Nos Estados Unidos, por exemplo, a palavra costuma estar associada a posições mais progressistas em questões sociais. Já no Brasil, quando alguém se diz liberal, quase sempre está se referindo à economia. Essa diferença gera confusões frequentes nos debates políticos.
Também existe uma tensão interessante dentro dessa visão de mundo. Se a liberdade individual é um valor fundamental, até que ponto faz sentido defender determinados costumes como modelo ideal? Por outro lado, se a preservação das tradições é tão importante, até que ponto se deve aceitar mudanças culturais em nome da liberdade? Não há uma resposta única. Cada conservador liberal encontra seu próprio equilíbrio entre esses princípios.
Na prática, quando um brasileiro se apresenta como conservador liberal, a maioria das pessoas entende algo próximo de alguém que defende menos intervenção estatal na economia, mais liberdade para empreender, responsabilidade individual e valorização de instituições tradicionais como família, comunidade e religião.
Portanto, conservador liberal não é apenas um rótulo inventado ou uma expressão da moda. Trata-se de uma corrente política e filosófica real, com fundamentos históricos e intelectuais próprios, ainda que cada indivíduo a interprete de maneira um pouco diferente.
Ini tutorial bikin video YouTube pake AI yang menurut gue paling gampang buat diikutin
Tapi gue yakin kurang dari 0,00001% orang yang nonton beneran coba dan praktekin ini
This is WILD!
Ray Kurzweil, the futurist who predicted the internet, smartphones, and AI says aging ends by 2032 (Save this)
Kurzweil, now 78 years old, told a live audience that humanity will reach longevity escape velocity by 2032 and he explained exactly what that means with mathematical precision.
Right now, for every year you live, you get back approximately five months of life expectancy from medical and scientific progress meaning you are losing roughly seven months of net life per calendar year.
Longevity escape velocity is the threshold where that ratio flips, for every year you live, you get back a full year or more from scientific progress, meaning your biological clock starts running backward.
Kurzweil's prediction is that threshold hits by 2032 and beyond that point, you do not simply stop dying of aging, you actively get younger every year.
The mechanism is AI-driven drug discovery at a scale that was physically impossible five years ago.
By 2030, Kurzweil argues, AI will be able to take a biological problem, generate millions of potential drug candidates, screen all of them, and run trials on simulated digital populations compressing decades of clinical research into weeks.
This is already happening.
David Sinclair's lab at Harvard used AI to virtually screen 8 billion molecules against aging targets and is now preparing human trials moving from $400,000 gene therapies toward a $100 pill that can reset biological age by 50 to 95% in four weeks.
Sinclair has already demonstrated the ability to reverse aging in mammals restoring sight in mice with optic nerve damage and reversing Alzheimer's symptoms in lab models.
Kurzweil's track record is what makes the 2032 claim impossible to dismiss.
He predicted the internet's global dominance in 1990, the defeat of a world chess champion by a computer in 1998, pocket-sized devices as primary communications tools in 1999, and AI passing professional exams in the mid-2020s, all before anyone else was saying it publicly.
If you are under 60 and in reasonable health, his message is stay alive, stay healthy, and get to 2032.
The tools on the other side of that date will be unlike anything medicine has ever produced.
As estimativas mais aceitas hoje indicam que cerca de 5% a 7% da população mundial tem TDAH. Em crianças e adolescentes, a prevalência costuma ficar em torno de 5% a 8%. Em adultos, os estudos geralmente apontam entre 2,5% e 5%.
Durante a coletiva de encerramento do G7 em Evian, nesta quarta-feira, 17 de junho, uma pergunta sobre o encontro com Lula acabou levando Donald Trump a fazer declarações duras sobre o cenário político brasileiro.
Questionado sobre o encontro, Trump afirmou que passou “bastante tempo” com Lula. Ao comentar a situação do Brasil, o presidente americano deixou de lado a diplomacia e fez uma avaliação do cenário político brasileiro.
“O país está ficando um pouco complicado. Politicamente. Tem sido um pouco perigoso”.
Trump também disse ter sido informado, após o encontro com Lula, sobre a condenação de Eduardo Bolsonaro. Chamando-o de “Bolsonaro Júnior”, o presidente americano demonstrou surpresa ao comentar que um dos principais nomes da oposição brasileira havia sido condenado à prisão após declarações feitas em território americano:
“Eles agem com bastante dureza”.
Este é mais um sinal de que a crise institucional brasileira deixou de ser um tema restrito ao debate interno e passou a ser observada no exterior com crescente preocupação. Nos últimos anos, decisões judiciais envolvendo censura, investigações contra opositores, bloqueios de contas, prisões e restrições a parlamentares passaram a atrair atenção internacional.
Curiosamente, Trump sequer respondeu à parte da pergunta sobre tarifas comerciais ou sobre o combate às facções criminosas. O que lhe veio à mente ao falar do Brasil foi a situação política e o tratamento dispensado a adversários do sistema.
O constrangimento para o governo Lula é evidente. Em vez de sair do G7 com manchetes sobre acordos, cooperação econômica ou protagonismo internacional, o encontro terminou com o presidente dos Estados Unidos descrevendo o Brasil como um país politicamente “perigoso” e comentando a situação de um dos principais nomes da oposição.
Uma cena impensável há poucos anos e que ajuda a explicar por que a imagem das instituições brasileiras vem sofrendo desgaste crescente fora do país.
Lize Búrigo, pioneira no rádio FM em SC, narra sua trajetória inspiradora. Desde a infância, um sonho e a coragem a impulsionaram, mesmo em meio a desafios e responsabilidades. Uma lição de perseverança. #LizeBúrigo#Jornalismo#PodMax#MulheresNoRadio