Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não falsos
" Se, me prenderem ou não me deixarem andar, eu andarei pelas pernas de vocês. Se, eles não me deixarem falar, eu falarei pela boca de vocês. Não é de mim que eles tem que ter medo, eles tem que ter medo é de vocês. "
O jornalista americano Glenn Greenwald revelou à Folha de S.Paulo, nesta sexta-feira, 21 de agosto, a transcrição em que Gregory A. Presnell - juiz federal sênior na Flórida, indicado pelo democrata Bill Clinton - afirmou ser falso o registro migratório que indicava a entrada de Filipe Martins em 30 de dezembro de 2022.
Presnell afirmou que o governo americano admite a falsidade e a gravidade do dado e ordenou à CBP a entrega de documentos para esclarecer como ele foi inserido e quem esteve envolvido. A autoria ainda não foi identificada.
Em fevereiro de 2024, Alexandre de Moraes mandou prender preventivamente Filipe Martins, baseado em uma versão “fraudolenta” de que ele havia viajado com Bolsonaro para os Estados Unidos e não voltado ao Brasil. Só que essa viagem nunca aconteceu, a defesa apresentou a confirmação de um voo da Latam para Curitiba no dia seguinte e dados do celular que situavam Martins no Brasil. Mesmo assim, ele ficou quase seis meses preso, embora a PGR pedisse sua soltura por falta de evidências de fuga.
Em outubro de 2025 a CBP, agência de fronteiras dos EUA, declarou que Martins não entrou no país e que o ministro usou um registro errado para justificar meses de prisão. Em dezembro, mesmo após o desmentido americano, Moraes chamou o caso de ‘celeuma’ e determinou investigação separada.
Hoje, Martins continua preso em Ponta Grossa. Desde 24 de abril de 2026, o STF executa a pena de 21 anos imposta na AP 2693, na ação que a Corte classificou como “tentativa de golpe”.
Moraes negou a Filipe autorização para conceder entrevista ao Poder360, alegando “risco de tumulto”; um pedido da Folha ficou meses sem decisão, apesar do parecer favorável da PGR; e, em abril de 2025, Moraes proibiu imagens de Filipe durante o julgamento ou em seu deslocamento, mesmo que feitas por terceiros, sob ameaça de multa e prisão.
Filipe Martins continua preso, enquanto a mentira que o levou à cadeia já foi desmentida até pelo governo americano. A mentira entrou no sistema, Martins continua na prisão e ninguém foi responsabilizado - isso é mais um escândalo de Estado!
Um dos maiores abusos de poder que o Brasil já viu - e vê.
Quem será responsabilizado?
Quem falsificou o documento?
A mando de quem?
Essa corja ainda vai pagar.
Um dos maiores abusos de poder que o Brasil já viu - e vê.
Quem será responsabilizado? Quem falsificou o documento? A mando de quem?
Essa corja ainda vai pagar.
“ Finalmente teremos os nomes de quem fraudou a entrada de Filipe Martins nos Estados Unidos. O Juiz americano tirou o sigilo do processo e determinou que o governo americano forneça a nós defesa de Filipe Martins os nomes de quem participou dessa fraude…”
🚨👮♂️ A Polícia Federal (PF) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um novo relatório no qual reafirma, pela segunda vez, que não há indícios de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tenha interferido de forma indevida em investigações da instituição durante seu mandato. O documento, elaborado pela atual gestão da PF e entregue no início de abril, foi solicitado pelo ministro Alexandre de Moraes. Após revisão das provas já reunidas, a corporação concluiu novamente que não existem elementos suficientes para imputar qualquer crime ao ex-presidente. O relatório foi encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR) para análise final.  A investigação remonta a 2020, quando foi aberta a pedido da PGR após declarações do então ministro da Justiça, Sergio Moro, que acusou Bolsonaro de tentar interferir na PF para proteger familiares e aliados políticos. Em 2022, a PF já havia chegado à mesma conclusão: não foram encontradas provas consistentes de interferência. Todas as testemunhas ouvidas afirmaram não ter recebido qualquer orientação ou pedido, mesmo velado, para influenciar investigações.  Agora, mesmo com a reabertura determinada por Moraes, a PF manteve o entendimento técnico de que as mudanças na direção da corporação e em superintendências regionais ocorreram dentro da legalidade e não configuram crime. A conclusão contraria expectativas de alguns setores e reforça o posicionamento da PF de que não há elementos para prosseguir com acusações nesse inquérito específico. O caso agora cabe à PGR decidir se pede o arquivamento definitivo ou se manifesta de outra forma.
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