O PT esqueceu completamente o que aconteceu em 2016. Rui comenta:
“O PT não aprendeu nada com o golpe de 2016. A maioria da direção quer esquecer esse golpe, pois acham que o futuro está em uma aliança com esses golpistas. Eles acham que é preciso se aliar às pessoas que deram o golpe no governo do PT contra o Bolsonaro, que não foi quem organizou esse golpe. É algo muito estranho.”
No Brasil não existe lei, o Judiciário define quem tem ou não privilégios. Rui explica:
“No Brasil, os direitos são privilégios. Eles são concedidos pelo Estado, como aparece na questão da liberdade de expressão. Não há nenhuma lei contra a liberdade de expressão, mas o Judiciário não permite. Alguns podem falar, outros não; os que falam têm privilégio. E a punição também é seletiva, é uma vendeta política. Se as instituições quiserem perseguir alguém, irão perseguir. Por isso, não há lei real no Brasil. Para ter um direito no Brasil, é preciso lutar muito contra essas instituições.”
A mentira que foi utilizada para justificar o genocídio da população de Gaza foi completamente desmascarada. Leia na edição de hoje do Diário Causa Operária.
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Convenhamos, não é muito difícil de entender que se o Netanyahu apoia num é coisa boa… o golpe na Síria foi organizado pelo imperialismo, a esquerda não deve comemorar, uma vitória imperialista!
Segundo o governo da Rússia, o presidente sírio Bashar al-Assad renunciou o cargo e entregou o poder aos mercenários da Al-Qaeda que invadiam a capital Damasco.
O avanço fulminante da Al-Qaeda indica que não foi uma derrota militar de Assad, mas sim um golpe de Estado. “Israel” imediatamente invadiu a Síria, porém, não se sabe até onde o exército sionista irá.
O golpe foi organizado pelos Estados Unidos com auxílio dos nazistas da Ucrânia e “Israel”. A queda de Assad foi a primeira vitória significativa do imperialismo no Oriente Médio desde a operação Dilúvio de al-Aqsa, que iniciou uma série de derrotas do imperialismo na região.
É uma grande derrota para todos os povos oprimidos do mundo. Resta saber como agirão os russos e os iranianos, os maiores aliados de Assad. Tudo é possível.
A propaganda sionista é uma das maiores, senão a maior manifestação de baixeza humana. Não têm o menor pudor em se colocar como vítimas quando estão realizando o mais monstruoso genocídio de que temos notícia, o massacre de crianças com bombas, a destruição de hospitais para que os feridos não possam ser atendidos, a privação de comida e de remédios.
Usam o surrado recurso de acusar os que denunciam seus crimes de racismo. O sionismo é uma coisa obscena. A coisa mais obscena que se possa imaginar.
O mais grotesco é a que a matéria abaixo, que exibe todas as perversões típicas do fascismo sionista, é assinada por um dirigente do PSOL, partido que diz - embora sem grande entusiasmo - defensor dos palestinos. Este cidadão é um propagandista do genocídio perpetrado pelo sionismo. Um partido que admite tais pessoas nas suas fileiras não pode ser chamado de esquerda. Esperamos que a direção do PSOL tome medidas contra esse indivíduo e demonstre inequivocamente que não compactua com o genocídio.
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“Por favor, líderes mundiais, tenham orgulho de si mesmos e ergam-se para salvar a vida dos palestinos. Meus avós foram mortos em Auschwitz e todos que se calaram, se arrependem de terem ficados calados e eles tem vergonha de seus netos e com certeza Deus tem vergonha deles.”