"Queremos una sociedad donde las personas sean libres de tomar decisiones, de cometer errores, de ser generosas. Esto es lo que entendemos por una sociedad moral; no una sociedad donde el estado es responsable de todo, y nadie es responsable del estado".
- Margaret Thatcher -
Sobre a promotora ofendida por uma oração:
O direito surgiu da ética judaico-cristã, codificada em lei por canonistas medievais, e do direito romano e da filosofia grega
A igualdade perante a lei vem da igualdade perante Deus
O direito moderno não existiria sem o cristianismo
One of my longest-standing arguments is that we are not living in Orwell’s 1984, where truth is centrally suppressed and censored by force (that’s former communist societies, modern-day China, Russia, North Korea).
We are living in something much closer to Huxley’s Brave New World.
The truth is not hidden - it is almost always readily available. But it is buried beneath an industrial quantity of noise: propaganda, outrage, half-truths, conspiracy theories, influencer theatre, algorithmic rage bait and an endless stream of content designed not to inform us, but to keep us emotionally stimulated.
The modern information system does not need to censor the truth when it can simply drown it in noise.
A fact no longer has to be disproven - it only has to be surrounded by a hundred competing claims, stripped of context and nuance, turned into partisan ammunition and pushed into the same feed as celebrity gossip, memes and 15 second videos engineered to deliver the fastest possible dopamine hit. By the time the truth reaches us, it appears as just another piece of content competing for our attention.
That is the more sophisticated form of control: not preventing people from knowing, but exhausting their capacity to care.
Orwell feared a world in which people would be deprived of information. Huxley feared a world in which they would be given so much distraction, stimulation and triviality that they would lose the desire to seek it.
The defining struggle of our age is therefore not simply between truth and censorship, but between truth and indifference.
HOY TOCA DESMONTAR ALGUNAS MENTIRAS:
1. El Estado no representa la voluntad del pueblo, representa a quienes ejercen el poder.
2. Los derechos no los concede el Estado, los derechos preceden al Estado.
3. La propiedad privada no es un privilegio, la propiedad privada es un derecho.
4. La sociedad no está por encima del individuo, el individuo está por encima de cualquier interés colectivo.
5. El bien común no justifica cualquier coerción, el fin no justifica los medios.
6. La democracia no legitima cualquier decisión, la mayoría no convierte en justo lo injusto.
7. La desigualdad no es injusticia, forzar la igualdad sí lo es.
8. La jerarquía no es opresión, muchas jerarquías surgen de acuerdos voluntarios.
9. El Estado no sabe mejor que tú lo que necesitas, nadie conoce mejor tus necesidades que tú mismo.
10. Más Estado no significa más justicia, de hecho es lo contrario.
11. La solidaridad forzada no sirve, solo tiene valor cuando es voluntaria.
12. El interés individual no perjudica al conjunto, el interés egoísta beneficia a todos incluso cuando no tenga la intención de hacerlo.
13. La libertad nunca debe ceder ante la igualdad, sin libertad la igualdad termina siendo esclavitud.
Oito anos atrás eu gravei um vídeo contando a história do 9 de Julho. E ele me rendeu uma honra que guardo até hoje: a Medalha Constitucionalista, pela divulgação desse capítulo da nossa história.
Hoje resolvi tirar a medalha da gaveta e trazer o vídeo de volta, porque ele continua vivo e atual.
Em 1932, São Paulo pegou em armas para exigir uma Constituição. Milhares de paulistas lutaram e morreram por isso. Não foi por poder, foi por respeito a lei.
E essa diferença explica muito do que São Paulo é até hoje.
Quem ama esse estado precisa conhecer essa data.
E você, sabe por que o 9 de Julho é feriado em São Paulo?
Conta aqui o que você aprendeu sobre a Revolução de 32.
@CTU_Legend Governo de esquerda foi um verdadeiro "gato" vermelho.
Um "gato" é um agenciador de mão de obra informal e frequentemente resulta na precarização dos direitos trabalhistas e, em casos graves, em trabalho análogo à escravidão.
“I have never understood why it is ‘greed’ to want to keep the money you have earned but not greed to want to take somebody else’s money.”
— Thomas Sowell
Infelizmente o péssimo nível educacional que nosso país se tornou fica evidente cada dia mais.
As pessoas são incapazes de concatenar raciocínios simples..
Erros que exigem apenas lógica no pensamento..
É muito triste isso..
E não estou falando do rural não, está em todo lugar
O topo do funcionalismo brasileiro se paga como elite econômica.
O novo painel da Receita Federal mostra o patrimônio médio por ocupação. Titulares de cartório declaram cerca de R$ 3,3 milhões em bens. Ministério Público e Judiciário aparecem com R$ 2,9 milhões cada. Um médico fica em R$ 1,4 milhão e um engenheiro, em R$ 0,9 milhão.
Na renda, a distância se repete. Um magistrado recebe quase vinte vezes a média de quem declara Imposto de Renda. Boa parte vem como auxílios e verbas isentas, acima do teto constitucional.
Chamo esse arranjo de CEOs da administração pública. Um estrato no alto do Estado define a própria remuneração e captura a maior fatia do orçamento de seus órgãos. No Judiciário e no Ministério Público, quem captura o orçamento é a cúpula, não o servidor (analista, técnico, assessor) que sustenta a Justiça.
O custo é público. Cada real gasto com supersalário no topo é um real a menos para saúde e educação. O debate sobre o custo Brasil credita à corrupção o dreno de recursos, mas esse gasto legal sai do mesmo orçamento.
Escrevi sobre isso.
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Não temos mais Constituição no Brasil. Tampouco temos Poder Legislativo. O Brasil tem um ordenamento jurídico em que o seu fundamento de validade são as decisões do Supremo Tribunal Federal, que já nem mais invocam a Constituição como razões de decidir. Todas as suas decisões são baseadas em argumentos retóricos, preferências individuais de cada um dos membros, visão discricionária de natureza política e invocação de princípios que nada dizem e tudo autorizam ao aplicador das próprias ideias. Ou seja, em última análise a Constituição é o sentimento da maioria que decide e está na cabeça de cada um dos julgadores, que não têm como limite de decidir sequer as leis editadas pelo Legislador, mudadas sem qualquer cerimônia ou deferência.
A sucessão de escândalos no Brasil tem feito surgir o natural questionamento sobre "o que" falta acontecer para que algo mude. É um erro.
O questionamento traz em si a vã esperança de que algo, de fato, poderia acontecer e gerar algum tipo de alteração, mas o fato é que não pode.
Não falta acontecer nada, a sucessão de escândalos nacionais já é de tamanho absurdo que, se fosse para gerar alguma reação, há muito já teria gerado. Em qualquer nação minimamente civilizada já teria.
Porém, se por aqui não gerou, é porque o país normalizou o absurdo. Corrupção desenfreada, imprensa comprada, julgamentos de exceção, crimes de opinião, censura... tudo já foi aceito por um povo pateticamente acomodado, sem o mínimo de noção cívica e para o qual o mais importante parece ser tirar algum tipo de vantagem do sistema - a exemplo das esmolas assistencialistas governamentais.
Por isso, não adianta esperar pelo próximo escândalo, a próxima humilhação internacional, a próxima conversa guardada em um telefone apreendido. Nada disso tem potencial para mudar coisa alguma, e alimentar a esperança em contrário é ingenuidade.
A triste e inconveniente realidade é que o Brasil é um país que deu errado. Ponto. Mudar isso exige uma verdadeira "refundação", nascer de novo, com outros valores completamente diferentes daqueles que grande parte de seu povo hoje cultua.
E como voltar a ser colônia de alguma nação mais civilizada não é uma possibilidade, quem apostar em uma mudança interna precisa ter em mente que isso leva algumas (muitas) gerações, e ainda assim sem nenhuma garantia de que possa haver alguma reversão. "Ficar e lutar" pode até soar bonito, mas é uma estupidez para quem tem outras opções. Esta não é uma terra propícia para pessoas honestas e que buscam vencer pelo próprio trabalho, por mais que se romantize o oposto.
E é também por isso que toda essa discussão sobre eleições é só parte do circo. Se engajar nela com afinco é aceitar o papel de palhaço.