Políticos, magistrados e outros servidores tiveram despesas pagas por Daniel Vorcaro e/ou faturaram com ele diretamente ou por meio de familiares, empresas ou fundos.
A lista de benesses milionárias incluiu investimento em produção de filme, contratos advocatícios, consultorias, imóveis, empréstimos, voos, hotéis, restaurantes, eventos, degustação de whisky, festas com “kengas” e muito mais.
O único motivo pelo qual o dono do Banco Master oferecia esses serviços e fazia esses pagamentos era que essas pessoas ocupavam cargos de poder, onde podiam dar votos e decisões, ou exercer influência, a favor de seus negócios e interesses.
Todas elas, obviamente, sabiam e sabem muito bem disso. E esse é o problema: uma casta de senadores, deputados federais, governadores, juízes, agentes, diretores e presidentes de bancos e até de fundos de previdência que se aproveitam de cargos públicos para obter vantagens, mimos, regalias e mordomias junto à elite econômica - esta que, ao contrário do povo trabalhador, tem acesso privilegiado a eles em razão de sua fortuna, não raro oriunda de atividades ilícitas, como era o caso.
O modo como os membros dessa casta se fazem de sonsos, quando suas relações financeiras com empresários e banqueiros como Vorcaro vêm à tona, ilustra a plena confiança que depositam na impunidade geral, garantida pelos próprios pares.
O caso Master, por ter atingido autoridades de todos os matizes, deveria então unir os brasileiros em defesa da responsabilização e da punição delas, bem como da reforma moral da República, e não dividir novamente o país em tribos corrompidas e igualmente cínicas que tentam se limpar na sujeira umas das outras, insultando ainda mais a inteligência de quem não a perdeu.
Uno de los tweets más importantes de la historia de Elon Musk. Está diciendo simplemente que la desocupación que genere la inteligencia artificial debe ser compensada por subsidios del gobierno, en la magnitud que sea necesario para cada persona o familia, y que a tal efecto ni siquiera se requiere que los recursos del estado sean genuinos vía recaudación fiscal, que hay que emitir lisa y llanamente moneda fiat al infinito. Dice que esta falsificación monetaria no irá a precios y que no habría inflación, porque del lado de la oferta las máquinas compensarán con producción todos los bienes y servicios que la sociedad requiera mediante IA. Musk está reformulando así las leyes económicas naturales que rigen el funcionamiento de la sociedad. Propone una nueva economía política, que anula todo lo escrito desde el mercantilismo hasta la actualidad incluídos Smith, Marx, Keynes, von Mises. Y, por supuesto que propone una nueva política económica, casi leninista. Musk deroga la teoría del valor-trabajo y la teoría subjetiva del valor al mismo tiempo, recurre a una sección marginal del pensamientio económico perdido cual es la teoría del valor-escasez dejando de lado por completo la demanda que ahora puede ser ilimitada porque la escasez no existiría más según su visión. También anula la teoría de los precios, la oferta y la demanda en el mercado y al mercado mismo. Se acerca, increíblemente y sin quererlo, a la planificación central de la economía por parte del estado y al comunismo total, el que no pudieron lograr exitosamente la URSS, el maoísmo, Fidel Castro, el Che Guevara y el Khmer Rouge camboyano, los que habrían fracasado solo por razones tecnológicas. Musk ve una sociedad sin precios, de producción organizada por el poder, sin capitalismo, sin ahorro, sin crédito, implícitamente sin bancos que creen secundariamente dinero. Porque el estado emite y reparte por un lado, y por el otro organiza la producción. En su modelo perderían sentido el mercado de valores, no habría más ricos ni pobres, todos serían iguales. Es una descripción terrenal del paraíso la que ve, un comunismo "lindo" y aburrido donde la vida ya no tendría sentido humano y todos pasaríamos a ser casi animales sin uso de la razón. Elon Musk trae con sus ideas la panacea universal, la fuente de la juventud y la piedra filosofal todo junto, y también hasta la misma llegada del mesías, gracias a la IA. Yo creo que está equivocado, ideológica y científicamente, pero da para desarrollar ideas fuertes en torno de este tweet que esta noche, a mi, me impide dormir.
Gente,
não é porque Dias Toffoli viajou com advogado do Master, nem porque colocou sigilo absoluto no caso, nem porque usou 10 vezes jatinhos de Vorcaro, nem porque era dono oculto de um resort que foi vendido a um fundo ligado ao Master, nem porque a PF encontrou chamadas telefônicas entre Toffoli e Vorcaro, nem porque Vorcaro indicou pagamento de R$ 35 milhões a uma empresa ligada a Toffoli, nem porque Toffoli participava das extravagâncias de Vorcaro em Londres…
que um senador eleito pode cumprir sua prerrogativa constitucional e pedir o indiciamento do ministro, ok?
Eduardo Leite anuncia pré-candidatura e detona Bolsonaro:
“Chega de acreditar em salvador da pátria ou mito. Não adianta só tirar o PT do poder. Se colocar um mau gestor, o PT volta depois. Ficou claro isso com Bolsonaro. O grande legado do Bolsonaro foi trazer o Lula de volta.”
Boa parte do custo do software agora será em tokens. Mas cobrar por token não costuma ser uma boa ideia.
Antes da IA, o custo principal de um SaaS era cloud. Ninguém pagava "por gigabyte de servidor." Era assinatura fixa, previsível.
Funcionava porque a diferença de custo entre um usuário leve e um pesado era pequena. O fornecedor absorvia sem dor.
Com tokens, isso muda. Um usuário que faz três perguntas por dia custa centavos. Um que roda agentes o dia inteiro pode custar dezenas de dólares.
Daí a tentação: cobrar por token. Jogar o custo variável pro cliente.
Mas pense numa padaria que contrata um agente de IA no WhatsApp. Em maio, a fatura vem R$ 600. Em junho, R$ 1.800.
O padeiro não sabe o que é token. Só sabe que a conta triplicou.
Software era para simplificar. Não para criar uma nova fonte de incerteza.
Custo em tokens é problema de engenharia. Preço em tokens é problema de negócio. Coisas diferentes.
Quem constrói com IA vai ter que absorver a variabilidade e traduzir em algo previsível. Teto, faixas, cobrança por resultado.
Precificação virou parte do produto. Não é mais linha na proposta comercial. É decisão de arquitetura.
MANIFESTO AO BRASIL 🇧🇷
O Brasil já viveu momentos em que precisou escolher entre se render às circunstâncias ou redesenhar seu próprio destino. Em diferentes épocas, fizemos escolhas estruturantes: a consolidação da República, a industrialização do século XX, a Constituição que consolidou a democracia, o Plano Real que venceu a hiperinflação.
Hoje, estamos novamente diante de um ponto de inflexão.
O mundo atravessa uma reorganização profunda de poder. A globalização que impulsionou crescimento e integração nas últimas décadas cede espaço a uma disputa geopolítica aberta. Potências reorganizam cadeias produtivas, ampliam investimentos em defesa, protegem tecnologias estratégicas. A inteligência artificial inaugura uma transformação sem precedentes na escala e na velocidade, reorganizando o mercado de trabalho e a base produtiva do mundo.
Nada na história econômica moderna se compara ao impacto que estamos prestes, muito em breve, a experimentar.
O Brasil, porém, permanece dividido, fragmentado, excessivamente concentrado em disputas ideológicas e paroquiais que não produzem solução. Enquanto outras nações formulam estratégias para 20, 30, 50 anos, nós ainda discutimos o dia seguinte.
No lugar de debater nossos desafios, ficamos discutindo desafetos.
Falta uma agenda clara de país.
O Brasil não tem um problema de potencial.
O Brasil tem um problema de direção.
1. O mundo mudou. E nós precisamos mudar com ele.
Após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos lideraram a construção de uma ordem baseada em comércio, integração e instituições multilaterais. Esse ambiente favoreceu países que souberam se abrir e se reformar. A Coreia do Sul, devastada nos anos 1950, transformou-se em potência tecnológica. A Irlanda, antes periférica na Europa, tornou-se polo global de inovação. A Estônia reinventou seu Estado digitalmente após a dissolução soviética.
O Brasil também teve oportunidades. Mas preferimos, muitas vezes, proteger ineficiências em vez de ampliar competitividade. Durante ciclos de prosperidade internacional, não avançamos nas reformas estruturais necessárias. Desperdiçamos o boom demográfico e não elevamos de forma consistente nossa produtividade. Não preparamos adequadamente nossa juventude para o mundo digital.
Hoje, o ambiente é bem mais duro. O desafio é maior. A disputa entre Estados Unidos e China reconfigura cadeias globais. A Europa fortalece sua autonomia estratégica. A inteligência artificial redefine trabalho, produtividade, eficiência, renda e poder econômico.
O trem da história está passando. Não podemos nos comportar como espectadores.
Temos ativos únicos: matriz energética majoritariamente limpa, abundância de água, terras férteis, biodiversidade, reservas de minerais estratégicos e posição geopolítica estável. Em um mundo que precisa de energia, alimentos e segurança ambiental, o Brasil pode ser protagonista, se agir com estratégia e visão de futuro, para além de um mero ciclo eleitoral.
2. Governabilidade não é detalhe. É condição de futuro.
Grandes transformações exigem um Estado funcional. A Alemanha pós-guerra reconstruiu sua economia com reformas institucionais profundas. O Chile dos anos 1990 consolidou estabilidade macroeconômica e previsibilidade regulatória. O Canadá reorganizou suas contas públicas nos anos 1990 para recuperar credibilidade.
O Brasil precisa restaurar sua capacidade de decidir.
O reequilíbrio institucional e a igualdade de oportunidades também são fundamentais para que possamos enfrentar os privilégios do setor público e as diversas anomalias de funcionamento do Estado brasileiro. Lava Jato, Banco Master, farra de emendas, penduricalhos corporativos, benefícios fiscais descontrolados são manifestações de uma sociedade onde poucos grupos de interesses se apoderaram do Estado em benefício próprio. Somente instituições sólidas, equilibradas e independentes podem enfrentar isso.
🚨A Anthropic acabou de publicar um dos gráficos mais importantes sobre o impacto da IA no trabalho.
Ele mostra duas coisas diferentes.
A área azul representa tudo que a IA já é capaz de fazer hoje.
A área vermelha mostra como as pessoas realmente estão usando IA no trabalho.
E a distância entre as duas é enorme.
Essa diferença é importante porque ela revela algo que muita gente ainda não entendeu sobre a transição tecnológica. Capacidade não é adoção.
Por exemplo.
Em áreas como programação, grande parte das tarefas já está tecnicamente dentro do alcance da IA. O mesmo começa a aparecer em análise financeira, suporte ao cliente e funções administrativas.
Mas isso não significa que essas funções desapareceram.
Na prática, o que está acontecendo é muito mais gradual.
O desemprego nas profissões mais expostas praticamente não mudou. O que mudou foi outra coisa.
Empresas começaram a contratar menos nessas áreas.
Nos EUA, as contratações para jovens entre 22 e 25 anos em funções mais expostas à IA já caíram cerca de 14%.
Ou seja, a mudança não está acontecendo via demissões em massa.
Ela está acontecendo via redução da porta de entrada no mercado de trabalho.
Outro dado interessante do estudo: hoje, cerca de 49% dos empregos nos EUA já têm pelo menos um quarto de suas tarefas dentro do alcance da IA.
Há apenas um ano, esse número era 36%.
A tecnologia já chegou e isso terá impacto significativo no mercado de trabalho e atividade econômica.
Tenía un alumno que dormía en clase. Literalmente.
Sacaba un 9 en cada examen sin despeinarse.
Un día le dije que preparara para final de semana una explicación a la clase sobre por qué el valor eficaz en corriente alterna usa raíz de 2.
El chico encontró un reto y lo hizo mejor que yo 😅
Ahí está el problema del sistema educativo, que premiamos la obediencia sentada en un pupitre, no la capacidad real.
Hay cerebros que necesitan desafíos, no lecciones.
Y los estamos matando de aburrimiento mientras los llamamos raritos o problemáticos.
@florestalbrasil Sementes de Leucena foram distribuidas gratuitamente em uma edição do Globo Rural na década de 80. Uma forrageira com alto teor de proteína proclamava a reportagem. A partir dai espalhou-se pelo Brasil inteiro e encontrou vários ecossistemas onde se tornou dominante.
@freire_roberto Isto tem sido difícil porque os alunos aprendem mais rápido o uso de novas tecnologias do que os seus mestres que se fragilizam e reagem de maneira reacionária às mudanças.
@freire_roberto Excelente tema de reflexão. Também acho que as novas tecnologias devem ser incorporadas no processo pedagógico. No entanto, a realidade nos mostra que, até hoje, nem o VHS foi incorporado completamente … É necessária uma quebra na estrutura de poder mestre-aluno para isto…
@alexeconomist Sempre dá merda quando o alinhamento ideológico fala mais alto que os números. Isto vale para os Milei-lovers, Lula-lovers, bolsominions e cristinistas e qualquer outra seita religiosa que idolatra políticos.
Eu só queria que as ruas da minha cidade fossem assim.
"Ah, mas faz sujeira". É só as prefeituras se organizarem 👍 Quem limpa pós-baile funk com suas imundícies, também consegue limpar folhas e flores.
Árvore (certa) é qualidade de vida para todos.
@joaoalfredo77@strobel_gustavo Quem acha o Brasil corrupto não tem noção do que é o Paraguai. E Bom se fosse só na estrada o problema. Brasil é Suiça ao lado do Paraguai. Esta febre de residência fiscal no Paraguai vai terminar em lágrimas.
Evangélico, Nikolas Ferreira elogia cultura e educação dos japoneses e leva cortada do Igor Coelho no Flow Podcast:
“Curiosamente, [uma sociedade] não cristã inclusive.”
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