Fluminense pode topar isso daí? Pode. Se quiser, pode dar até a Norte inteira e botar 20 mil ingressos disponíveis pro Palmeiras.
Mas, é se quiser.
O regulamento diz 4 mil pra cada jogo. Em estádio acima de 30 mil.
Deu confusão em 2023 pq o Palmeiras queria mais no jogo da Bombonera e, na época, no regulamento tava escrito "até 4000". Boca só deu 1900 e o regulamento foi cumprido.
Agora, tá escrito NO MINIMO 4000. Ou seja, tem que dar 4000.
Riquelme trotando. Que postura medonha! Desse jeito não merece minutos mesmo.
Entrou numa preguiça colossal. Era só dar um pique ali na ponta esquerda que ele faria esse gol.
Precisa querer.
ELE VEIO PRA COPAR NO FLU! 🇭🇺🏆
+18. Jogue com responsabilidade. Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento. Autorização SPA/MF 247/2025.
#SportingBetNoCharla#CharlaNaConmebolExperience
Poucos dias depois de uma perda que ainda vamos demorar a superar, uma classificação inesquecível para mais uma semifinal de @LibertadoresBR.
Vamos seguir como você ensinou. Com leveza, honestidade e resiliência. Nosso sonho está a 3 jogos.
Você está conosco, Seu Paulo. Estamos nessa juntos.
Luto
O Flupedia lamenta profundamente o falecimento de Paulo Angioni
Paulo Angioni foi, em quatro oportunidades distintas, o homem forte do futebol do Fluminense.
Em todas elas, deixou a marca de quem chega para organizar, apagar incêndios e devolver racionalidade a um ambiente historicamente conturbado.
Sua primeira passagem começou em 2000, logo após o retorno do clube à elite do futebol brasileiro. Ao assumir o cargo, Angioni celebrou o fato de enfim trabalhar no time do coração: “Acho que chegou a hora de trabalhar no clube pelo qual sou torcedor”.
Permaneceu até meados de 2002. Nesse período, enfrentou a saída de Roger, inúmeras trocas de técnico e crises internas, mas conseguiu organizar a casa.
Levou o Fluminense às semifinais do Campeonato Brasileiro 2001 e montou o elenco que se sagraria campeão carioca em 2002.
A segunda passagem, em 2004, foi breve. Angioni foi o responsável pela montagem do quarteto ofensivo formado por Romário, Edmundo, Roger e Ramon.
As constantes mudanças no comando técnico, no entanto, impediram que o trabalho prosperasse e o período não se prolongou, além das inteferências da Unimed em seu trabalho.
Em 2014, retornou por um semestre. Teve a missão de administrar a crise entre Peter Siemsen e Celso Barros, além de lidar com o rompimento do clube com a Unimed.
Mais uma vez, atuou como ponto de equilíbrio num momento de instabilidade, evitando a pausa de Fred após a Copa do Mundo.
A quarta e última passagem, iniciada em 2018, foi a mais desafiadora. Angioni chegou a um Fluminense com salários atrasados e atletas relutantes em aceitar propostas do clube.
Adotou uma política de apostas e abriu espaço para ex-jogadores na função de técnico, como Fernando Diniz, Marcão e Odair Hellmann.
Após a eleição de Mário Bittencourt, a casa foi reorganizada e Angioni, enfim, pôde trabalhar com mais tranquilidade.
Nos bastidores, foi peça vital no retorno de Fred, na volta de Marcelo e na chegada de Ganso. Teve papel central nas conquistas dos Campeonatos Cariocas de 2022 e 2023 e da Copa Libertadores.
Aconselhou e abraçou John Kennedy em seu momento de drama, solidarizou-se com Jhon Arias após a morte da avó e manteve a ordem no período da pandemia.
Ao longo de todas as passagens, Angioni foi amado e exaltado por técnicos e atletas.
Sempre lutou para provar que, mesmo em idade avançada, podia aprender e ensinar sobre futebol todos os dias.
Em um ambiente acostumado à conturbação e às dificuldades, tornou-se um ponto de paz e racionalidade.
Como ele mesmo costumava dizer: “Eu sou o homem da crise, não das vitórias”.
A cobertura da partida de hoje será em luto, por respeito a Paulo Angioni, profissional tão querido e respeitado por todos.
Nossa homenagem a um dos grandes e mais importantes personagens da nossa história.