O Haddad resolveu mentir sobre a Argentina do Milei.
A realidade é que Milei cortou gastos, reduziu pobreza, cresceu o PIB, abaixou a dívida e abaixou juros.
Você avalia motorista, restaurante e até entrega de comida.
Mas não pode avaliar o servidor público que é pago com os seus impostos.
Em 20 anos, o governo federal demitiu menos de 20 servidores por mau desempenho.
Minha ideia pra resolver isso é simples: avaliação cidadã de 1 a 5 estrelas em cada atendimento público.
Quem atende bem ganha bônus. Quem atende mal recebe plano de melhoria.
Quem não melhora responde processo de demissão, com direito de defesa.
O cidadão é o patrão.
Compartilhe se você já perdeu horas numa fila para ser mal atendido.
Mais um intocável desmascarado.
155 milhões de reais. Esse foi o preço pra parar tudo do Master no Senado.
Que sigam as investigações e caiam todos eles. CHEGA de intocáveis.
Tudo isso logo após os Estados Unidos classificarem o PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.
Não é difícil entender o que está acontecendo...
Essa proposta do Kim Kataguiri é interessante porque faz o cidadão sentir no bolso o peso real do Estado brasileiro.
Muita gente reclama da falta de dinheiro, dos preços altos e da dificuldade de prosperar, mas não percebe o quanto é sugada diariamente por impostos.
Talvez, quando essa conta ficar visível, as pessoas parem de endeusar políticos e comecem a questionar quem realmente está pagando a conta dessa máquina pública gigantesca e ineficiente.
Aí talvez o povo finalmente se dê conta de que imposto é roubo.
É assim que o PT te deixa mais pobre.
Comigo isso acaba. Eu acabei com a gastança em Minas, e fiz o dinheiro do mineiro voltar a valer.
Não existe mistério, meu plano implacável tem 4 caminhos muito simples: privatizar, poupar, não roubar e prosperar.
É menos dinheiro na mão do governo, e mais poder de compra pro brasileiro sustentar a família no fim do mês.
Toda vez que falam em mudar a CLT, o debate vira dois extremos: ou escala 6x1 ou jornada reduzida por lei. Ninguém para pra pensar numa terceira via: pagamento por hora.
Quem quiser trabalhar mais, ganha mais. Quem quiser trabalhar menos, tem essa liberdade.
O problema do Brasil nunca foi falta de regra.
Foi excesso de gente decidindo pelo trabalhador o que ele pode ou não fazer com o próprio tempo.
Menos Estado na vida das pessoas. É só isso que eu quero.
Esse senhor, Divoncir Maran, é (ou era, não sei) desembargador.
Há alguns anos, ele soltou da cadeia um dos chefes do PCC que foi condenado a mais de 120 anos de prisão.
A soltura, como de costume, foi na calada da noite em um plantão, onde o desembargador teve apenas poucas horas para analisar o habeas corpus, que tinha 208 páginas.
O pedido foi protocolado às 18h34 de uma 2ª-feira de feriadão, onde 3ª-feira era Tiradentes. O desembargador pegou o caso às 21h42. Detalhe: antes mesmo de ter recebido o pedido (que deveria ter sido por sorteio), o desembargador já havia transmitido ao assessor orientações específicas sobre o caso.
Às 8 da manhã o chefão do PCC estava solto. Ainda no mesmo dia sua tornozeleira estava rompida e agora ele se encontra foragido. Esse sujeito já havia sido condenado por sequestrar um avião comercial.
Uma investigação recente da Receita Federal apontou que Maran teria atuado para criar "confusão patrimonial" e ocultar bens possivelmente obtidos de forma ilegal.
Segundo o CNJ, familiares de Maran teriam feito movimentações financeiras suspeitas relacionadas à compra de lotes e gado.
Seu filho mais velho movimentou mais de R$ 1 milhão em suas contas bancárias em 9 meses, enquanto declarava à Receita um rendimento que não passava de R$ 8 mil/mês.
Há alguns meses, Maran foi condenado pelo CNJ à punição mais grave contra um caso assim: aposentadoria compulsória.
Seu salário com penduricalhos estava batendo R$ 120 mil mensais.
Isso é o mais puro suco de Brasa!