O Brasil alcançou em 2024 um marco histórico: IDH de 0,805, ingressando pela primeira vez na categoria de desenvolvimento humano muito alto. É uma evolução impressionante para um país que, em 1991, tinha IDH de 0,493 e todas as unidades da Federação ainda no patamar baixo.
Esse avanço não aconteceu por acaso. Ele reflete décadas de políticas públicas em saúde, educação, proteção social, renda e inclusão territorial. O SUS, a expansão da escolaridade, o Bolsa Família e a presença do Estado nos territórios mais vulneráveis ajudaram a mudar a curva do desenvolvimento humano brasileiro, apesar do grave recuo observado durante a pandemia.
O mapa também revela algo muito importante: o Nordeste deixou de ser apenas visto como região do atraso histórico e passou a aparecer como território de transformação. Sete regiões metropolitanas nordestinas já alcançam IDH muito alto, mostrando que políticas sociais bem territorializadas mudam vidas, cidades e economias.
No Rio Grande do Norte, essa leitura é especialmente relevante. O desafio agora é transformar avanços sociais em desenvolvimento produtivo mais forte, com educação, energia limpa, indústria, inovação, mobilidade, saneamento e oportunidades no interior. O RN tem sol, vento, universidades, portos, petróleo, gás, turismo e capital humano. Falta organizar tudo isso em uma estratégia permanente de desenvolvimento.
O Brasil melhorou muito. Mas o próximo salto precisa ser ainda mais exigente: menos desigualdade regional, mais renda, mais produtividade e mais qualidade de vida para todos os brasileiros.
Indo a um pequeno restaurante próximo a Anfield, estádio do Liverpool, me deparei com uma agradável surpresa para os são-paulinos:
Uma flâmula e um “certificado” originais do vice-campeonato mundial de 2005, cedidos pelo Liverpool ao restaurante (imagino o motivo, risos).
O deputado Tiririca (PSD-SP) já gastou quase 800 mil reais com assessoria, apenas até maio!
Com só 51 presenças no Congresso em 2026, gastou 172 mil em auxílios para gasolina, carro etc.
Tem 0 projetos relatados e 0 discursos em plenário!
Os palhaços somos nós!