Mas recebeu 157 mil do gabinete do deputado Mario Frias? Sim.
E produz filme pra aliado político? Também, sim.
67 milhões de CNPJs, só esse ""atendia os critérios"".
É mais fácil acertar na Mega-Sena, literalmente.
Segundo o Ricardo Nunes, só UMA EMPRESA participou da ""concorrência"" para instalação de redes sem fio em São Paulo, em um contrato de R$ 108 MILHÕES (com fortes indícios de superfaturamento).
Era de infraestrutura digital? Não.
Era do PCC? Não.
Era estatal chinesa? Não.
🚨AGORA - Deputado Pastor Sargento Isidório diz que a escala 5x2 tem que ser aprovada para que os trabalhadores possam fazer mais sexo
“Os trabalhadores terão mais tempo para ter mais filhos! Portanto, fazerem seu sexo em paz”
Consegui HOJE o reembolso da @prefsp (Prefeitura de São Paulo) de parte do IPVA que paguei a mais em janeiro de 2024.
A rentabilidade perdida equivale a mais de 33%.
Agora, experimenta atrasar o IPTU por 2 anos e meio pra você ver...
Vamos analisar a semiótica (ciência que estuda como palavras, imagens, gestos, posições produzem significado além do que está explícito) dessa foto?
Existe um protocolo rígido no Oval Office americano. Chefes de Estado sentam de frente para o presidente. Ministros ficam nas cadeiras laterais. Quem fica de pé atrás é visita protocolar, sem peso político.
Trump não se levantou. O gesto de levantar é reservado para os iguais. Flávio não é um igual. A posição dos corpos fala muito. Trump centralizado, sentado, cotovelos apoiados na mesa mais famosa do mundo. Flávio em pé, deslocado para o canto, mãos postas na frente do corpo.
Em qualquer foto de poder, quem senta manda. Quem fica de pé atrás serve. É a linguagem visual que qualquer curso básico de comunicação política ensina no primeiro semestre. É constrangedor para quem sonha em ser presidente de um país.
O Oval Office é um palco calculado para projetar poder. Cada detalhe ali existe para isso.Flávio aparenta estar nesse palco como elemento decorativo, não como protagonista.
A foto não registrou uma reunião política. Registrou uma visita, que todos sabemos foi articulada às pressas para tentar salvar a candidatura de Flávio.
A imagem conta, com precisão técnica, o que o protocolo confirma: Trump recebeu mais um visitante. Flávio achou que era outra coisa, mas é apenas o fã que conseguiu entrar no camarim do seu ídolo.
That water clarity is an engineering decision, and the math behind it is wilder than the video.
Roman aqueducts ran on gravity alone. No pumps, no pressure systems. Engineers carved channels with a gradient so shallow it borders on absurd. The Pont du Gard in southern France drops 2.5 centimeters over 275 meters. That's roughly the thickness of a coin over the length of three football fields. They surveyed that accuracy with plumb lines and wooden leveling instruments.
The clarity you're seeing is a direct product of flow velocity. Too steep and the water erodes the channel walls, picks up sediment, turns brown. Too flat and it stagnates. Roman engineers targeted a slope of about 20 centimeters per kilometer, which kept the water moving fast enough to stay fresh but slow enough to stay clear. Before the water reached the city, it passed through multi-chamber settling tanks where velocity dropped near zero. Suspended particles sank. Clean water flowed out the top into the next chamber. Repeat three or four times.
Pliny specified the minimum slope in writing. Vitruvius published the exact mortar ratio for hydraulic cement: one part lime to two parts volcanic ash for underwater work. The pozzolana from Pozzuoli reacted with water to form a calcium-aluminum-silicate compound that actually gets stronger the longer it sits submerged. Modern concrete degrades in water. Roman concrete bonds with it.
Scale the whole system and it gets harder to process. Eleven aqueducts fed Rome at its peak. Combined output: roughly 1 million cubic meters of water per day. That works out to about 250 gallons per person for a city of one million. Modern New York delivers about 125 gallons per person per day. Ancient Rome had access to double the per capita water supply of the largest city in the United States, running entirely on slope and stone.
The Trevi Fountain in Rome is still fed by one of them. Two thousand years, same source, same gravity, same water.