Quem é Alexandre de Moraes?
O PCC. Os contratos. As investigações arquivadas. Uma linha do tempo que os grandes veículos não juntaram num só lugar.
1 - Alexandre de Moraes passou mais de uma década dentro do sistema prisional paulista — primeiro como gestor público, depois como advogado de empresas investigadas. O PCC cresceu em paralelo, nos mesmos espaços, nos mesmos contratos.
Em 2002, Moraes deixou o Ministério Público para assumir a Secretaria de Justiça e Defesa da Cidadania do governo Alckmin em São Paulo. Em agosto de 2004, acumulou a presidência da FEBEM — o sistema de internação de menores infratores, considerado o coração da estrutura onde o PCC recrutava.
O PCC havia sido fundado em 1993 dentro do sistema prisional paulista e, ao longo das décadas de 1990 e 2000, se espraiou pelas cadeias, penitenciárias e unidades de internação de menores. A FEBEM fazia parte dessa estrutura, e Moraes a presidia.
Em fevereiro de 2005, sob pressão por denúncias de tortura e uma onda de rebeliões, Moraes demitiu de uma só vez 1.751 monitores da FEBEM — a maior demissão em massa da história da instituição. Alckmin chamou de “plano radical para afastar a banda podre”. A Justiça considerou a demissão arbitrária e ilegal. Todos os funcionários foram reintegrados e o rombo chegou a R$ 38 milhões em ações trabalhistas. O caso foi até o STF, que deu ganho de causa aos trabalhadores. Moraes deixou a FEBEM em maio de 2005.
Em maio de 2006, o PCC executou o maior ataque coordenado da história de São Paulo: 293 ações em 6 dias, 152 mortos entre policiais, agentes penitenciários e civis. A facção que havia crescido dentro do sistema onde Moraes atuou paralisou o estado inteiro.
Quem governava São Paulo naquele momento era Cláudio Lembo, vice de Alckmin. Sem controle da situação, o governo negociou diretamente com Marcos Camacho, o Marcola, líder máximo do PCC preso no Presídio de Presidente Bernardes. A negociação foi conduzida pela advogada Iracema Vasciaveo e há registro do processo (1352/06). O governo nunca admitiu formalmente o acordo.
Moraes não estava no governo em 2006 (havia saído em 2005). Em 2007, entrou na gestão Kassab como secretário de Transportes, acumulando a presidência da SPTrans e da CET, com orçamento de R$ 5 bilhões sob seu comando.
Kassab era o prefeito sob cuja gestão o Consórcio Leste 4 — formado por empresas investigadas por lavar dinheiro do PCC — foi contratado pela SPTrans em 2007. Moraes presidia a SPTrans no período em que os contratos foram assinados.
Em 2010, Moraes saiu do governo e abriu escritório de advocacia. Foi nesse período que dois casos o colocaram ao lado de investigações sobre crime organizado e corrupção.
O primeiro: o GAECO investigava empresas de ônibus e cooperativas suspeitas de lavar dinheiro do PCC, entre elas a Transcooper, da qual Alexandre de Moraes era advogado. Em março de 2014, a Polícia Civil flagrou o deputado Luiz Moura (PT) reunido na sede da Transcooper com pelo menos 13 suspeitos de integrar o PCC. O Consórcio Leste 4, contratado pela SPTrans entre 2007 e 2010 (período em que Moraes presidia o órgão), era formado por empresas cujos sócios eram investigados por lavagem de dinheiro da facção.
O segundo caso veio em 2016. A Operação Acrônimo da PF apreendeu documentos com o nome de Moraes numa planilha na mesa de um executivo da construtora JHSF. Na mesma planilha havia valores e as siglas PT e PSDB. O proprietário da JHSF confirmou em depoimento que se tratava do ministro da Justiça, com pelo menos R$ 4 milhões pagos ao escritório de Moraes entre 2010 e 2014.
Continua...
Rogério Marinho anuncia quatro medidas da oposição:
- Novo pedido de impeachment de Alexandre de Moraes;
- Notícia-crime contra Moraes e Andrei Rodrigues na PGR;
- Pedido a Edson Fachin para levar ao plenário do STF a solicitação de investigação feita por André Mendonça;
- Ofício a Lula cobrando a demissão do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.
Jornalista Carlos Andreazza detona com Alexandre de Moraes, Andrei Rodrigues e Paulo Gonet.
“Eu quero lembrar a todos vocês, o fato de que quando a polícia federal pediu a prisão preventiva de Vorcaro, porque obviamente se tratava de um obstrutor de justiça, Paulo Gonet, que é tão rápido, tão ligeiro pras demandas xandônicas, que Paulo Gonet fingiu que não era com ele, que não era urgência. Vocês se lembram disso?
Dra Ana Alice Tanuri, percebeu que algo estava errado na pandemia, ao passarem a demonizar a hidroxicloroquina, uma medicaç��o amplamente utilizada na reumatologia e que ela como cardiologista nunca recebeu um pedido de parecer. Em abril/20 adoeceu severamente, procurou ajuda em hospital, estava com 25-50% do pulmão acometido, mas foi mandada p/ casa, pois sua saturação estava "boa". Ouvindo a experiência de outros profissionais como Marina Bucar na Espanha, Didier Raul na França e Edmilson Migowski no Brasil. Aplicou em si mesma o tratamento com as medicações reposicionadas e foi assim que se salvou. Tratou cerca de 1.500 pessoas. Se não tivesse ousado questionar as narrativas, poderia não ter sobrevivido para contar a sua história. Live 212 Médicos Pela Vida: https://t.co/O77SXI4yUe
🚨⚠️👀 👉 A mídia aberta não está falando nada sobre isso, e a Soberaniiiiiiiia ? Agora a petezada não vai esbravejar por aí!!! Marque autoridades e compartilhe o máximo, já que a mídia está mais preocupada em seu fiote nas eleições. É muito sério isso!
🚨Urgente: Ala do STF já quer anular provas contra Alexandre de Moraes. ME AJUDE A COMBATER ESSA NARRATIVA!
Compartilhe este vídeo para combatermos essa tese fake que querem criar para blindar Moraes‼️
“Moraes tem 48 horas para se explicar.”
Essa é a mensagem que o povo brasileiro quer mandar a um ministro que, segundo Vorcaro, é a quem ele ‘deve tudo’.
As notícias são escandalosas, e o silêncio da esquerda só mostra quem realmente está envolvido até o pescoço em um dos maiores escândalos de corrupção da história.
Já passou da hora de o Senado agir. Mas, se eles não têm coragem, eu tenho!
Vamos apoiar mais um pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes!
O rei está nu!