@MEMORllA That’s what happens when you’re paid in coke & hookers and you don’t care if the brand deal falls through because you never imagined living past 40 anyway.
The decline of the Brazilian national team is mirrored by the decline of Catholicism in the country. This team lacks joy, replaced by dour Protestant work ethic that is alien to their culture.
Eu gostaria que os amigos passassem a compartilhar também as coisas legais que leem sobre a Copa do Mundo, não só os absurdos e loucuras. Os amigos merecem os melhores momentos, não os piores, da rede.
Printers never work because they are an affront to God. Man was not meant to pull objects from the digital realm into the real world. Icarus is flying too close to the sun.
Queria assistir à Copa por um canal que simplesmente transmitisse o jogo. Com o narrador narrando e o comentarista comentando.
Sem massacre de bets ou gracinha fora de hora, constrangedora.
Pra gracinha já há os ótimos Adnet e a turma do Choque de Cultura.
Tá difícil.
Existe uma doença intelectual que se espalhou pelo futebol.
Ela afeta principalmente os adolescentes sub-40.
Você conhece o tipo.
O sujeito assiste alguns vídeos, abre uma planilha de estatísticas e conclui que descobriu o esporte.
Aí vem a frase inevitável:
"Pelé jogava contra pedreiros."
Claro.
Porque antes da internet a humanidade vivia na pré-história.
Não existia talento.
Não existia tática.
Não existia preparação física.
Não existia futebol.
O esporte aparentemente foi inventado quando essa turma ganhou acesso ao Wi-Fi.
É uma combinação impressionante de ignorância com autoconfiança.
Os caras não estudam a época.
Não conhecem o contexto.
Não entendem as condições em que o esporte era praticado.
Mas têm certeza absoluta de tudo.
Comparar atletas de épocas diferentes ignorando contexto não é análise.
É anacronismo.
Pelé jogava em campos muito piores.
Com medicina esportiva rudimentar.
Sem GPS.
Sem análise de desempenho.
Sem equipes multidisciplinares.
Sem toda a tecnologia que hoje cerca o atleta profissional.
O futebol que Pelé praticava era muito mais próximo de uma atividade artesanal do que da indústria bilionária e altamente científica que existe hoje.
E mesmo assim, mais de meio século depois, continuam tentando derrubá-lo do topo.
O que é curioso.
Porque existe uma pergunta que ninguém consegue responder.
Se Pelé era tão superestimado assim, por que continua sendo a referência?
Toda geração produz um novo fenômeno.
E toda geração faz a mesma pergunta:
"Chegou ao nível de Pelé?"
Décadas passaram.
O esporte evoluiu.
A tecnologia avançou.
Mas a régua continua a mesma.
No fundo, o comportamento é revelador.
oq eu to fazendo em são paulo meu deus quem me tirou da minha terra natal chamada manchester nasci para acordar tomar um bom chá e ir para o meu trabalho