O Senado fez história ao rejeitar, pela primeira vez, a indicação de um ministro para o STF. Por 42 votos a 34, o indicado de Lula volta para casa. Mais um forte sinal de que os integrantes do STF precisam responder por suas atitudes e comportamentos.
Me pergunto todos os dias como e qual o interesse em investir dinheiro em uma pessoa com a opinião de Miriam Leitão, que nega a própria realidade para defender uma ideologia que só produz miséria e tristeza!?
Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.
Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.
A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões.
A ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.
A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.
Que dia histórico! Estamos vendo uma ditadura socialista ruindo, sendo rejeitada por seu povo que experimentou miséria e opressão. Que Nicolás Maduro pague por seus crimes!
Bolsonaro preso por um crime que não cometeu e Lula solto e na Presidência mesmo após ter sido condenado em todas as instâncias por assaltar o país. Apenas isso já revela que o Brasil está moralmente perdido.
A prisão do presidente Jair Bolsonaro é a maior injustiça de nossa história recente, uma abominação jurídica sem precedentes, consumada por um ministro que não respeita a Constituição. Somado a isso, temos Lula condenado em todas as instâncias ocupando a Presidência.