Apoiem o jornalismo favelado, gente! É cada corre maluco q a gente precisa passar que seria impossível descrever em um tweet. Ter apoio é fundamental pra dar a força que precisamos pra nos mantermos sempre fortes e atuantes. Apesar de dias nem tão gloriosos assim, resistimos! 💪🏾
Há um tempo não digo absolutamente nada por aqui. Tenho ouvido mais e falado menos online. No entanto, tem muita coisa que eu gostaria de dizer, principalmente enquanto pessoa que produz jornalismo dentro de uma das maiores favelas do continente.
Comunicar nesse contexto é um exercício q requer bem mais q palavras. É como um jogo de xadrez. É preciso observar cada movimento ao nosso redor. Tô aqui. Quieta porém sempre fazendo os movimentos necessários e maquinando formas de lançar nossas ideias no mundo da melhor forma.
@brenolaerte@eunaldinho@eurenesilva@eumichelsilva Opa! Simbora! Estamos aprendendo mas podemos com toda certeza compartilhar conhecimento que pode ser muito útil pra vcs! Bora botar isso pra andar?
@SalvinoOliveir1 esse fds fui organizar os arquivos e tb achei um monte de coisa. Surreal como a vida vai mudando, né? Avante que ainda tem mta coisa pra conquistar! 💪🏿
Se vc tb acredita q já passou da hora desse jornalismo escroto acabar, q tal apoiar um projeto de comunicação independente hoje? Tem o @jornalfalaroca e muitos outros na pista. Ajude a potencializar o alcance das narrativas produzidas por e para a favela. https://t.co/2fase2h1D7
Várias das minhas referências de comunicação, ativismo, política, direitos humanos, cultura, etc são da Maré e de muitas favelas. Essa construção de 'favela é lugar de bandido' é reproduzida há décadas, tem efeitos reais e já passou da hora de acabar 🧐🗣️ #MaréBunkerDePotência
Se engana quem pensa q a 'mídia tradicional' erra ao chamar a Maré de "bunker" de bandidos. Isso é parte do reforço do estereótipo da favela, lugar de bandido, a 'coisa' a ser combatida. O jornalismo de favelas vai contra esse imaginário e mostra outra perspectiva desses lugares.
A favela está descendo pra ajudar a galera em situação de rua.
"Não é uma coisa que nós deveríamos fazer, já que é papel do Estado manter o bem-estar de todos os cidadãos’’, conta Raphaella Morais, moradora da Rocinha, voluntária do A Rocinha Resiste. https://t.co/0nzRWpQ91f